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Indicadores em trading: descubra o que é Candlesticks

Você sabe o que é PAYROLL ? Saiba qual importância para o Trader ! ! !

07 Fevereiro 2020 by 0 Comment Educação 11 Views

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O que é Payroll e qual sua importância para o trader.

 

O Payroll é o principal indicador econômico do mercado financeiro, sendo muito importante para o operacional do trader. Esse indicador é sempre acompanhado por grandes players pela alta volatilidade que traz ao mercado quando é divulgado, além de ser um termômetro da economia norte-americana. 

Você entende sua importância e sabe de que forma utilizar? Leia esse artigo e entenda o que é e porque você deve conhecer esse indicador para melhorar suas operações.

 

O que é o Payroll

O Payroll, ou Nonfarm Payroll como você já deve ter visto, é o indicador que apresenta a folha de pagamentos não-agrícola norte-americana. É um dado que inclui toda força de trabalho, excluindo o setor primário, e mede quantas pessoas estão empregadas e recebem salário nos Estados Unidos.

Muito comum por parte dos analistas de ações por conseguir prever quais setores obtiveram maiores lucros e referência para os grandes players, se tornou um parâmetro para todo o mercado.

Divulgado pelo Bureau of Labor Statistics, faz parte de um importante relatório sobre a situação de empregos do país, porque é responsável por considerar cerca de 80% dos trabalhos que servem para o cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA. Saiba que com ele é possível analisar também dados de suma importância para a análise econômica, como por exemplo, quantos empregos foram criados no último mês, o quanto a taxa de desemprego aumentou, entre outros.

Os principais indicadores divulgados com o Payroll

Veja alguns dos mais essenciais indicadores divulgados juntamente com o Payroll que possuem grande relevância e merecem sua atenção:

Ganho médio por hora trabalhada (mensal ou anual)

Indica a variação da taxa básica média horária das principais indústrias – a inflação dos custos trabalhistas -. Esses números dão uma boa noção do crescimento da renda pessoal durante o mês ou ano. Valores acima ao esperado considere positivos para o USD, e vice versa.

 

Balança Comercial

O Índice da Balança Comercial mede a diferença de exportações e importações. Dados de exportações podem refletir crescimento da economia do país. Já os dados de importações podem indicar uma maior demanda doméstica. Pense que para pagar as exportações do país, os estrangeiros precisam comprar a moeda nacional, tendo um efeito considerável sobre o USD. Valores acima ao esperado são considerados positivos para o USD.

 

Taxa de Desemprego

A taxa de desemprego é medida do percentual da força de trabalho total que está desempregada – em idade ativa -, mas que procurou emprego nos últimos 30 dias. Um valor acima ao esperado pode significar fraqueza para o mercado de trabalho nos EUA e atinge negativamente o USD.

Perceba a importância de direcionar a atenção também para esses três indicadores, pela volatilidade que causam, mas ainda assim, considere que dias de Payroll são de tamanha importância que ficam atrás somente de grandes acontecimentos e catástrofes.

 

Entenda como interpretar o Payroll

O grande ponto chave é que esse dado serve como medida da economia americana. Pense assim: um índice acima das expectativas, pode significar que há mais americanos empregados. Já um valor que fica atrás do que os especialistas previram, é encarado de forma bem negativa.

Um Payroll muito abaixo do previsto revela que a economia americana está desaquecida, pelo menos em relação ao último mês. Isso pode nos indicar problemas como: aumento dos desemprego, aumento do trabalho informal, diminuição do salário, entre outros.

O relatório inteiro, com os demais importantes indicadores servem como uma espécie de termômetro da economia americana. A situação empregatícia e salarial do país refletem como um todo também no cenário financeiro de todo o mundo.

 

Saiba a importância que ele exerce no mercado

A economia americana está no topo das que mais influenciam outros mercados . Graças ao nosso mundo globalizado, onde as economias estão interligadas, um indicador do mais potente deles mexe, não só, por exemplo, com a taxa de juros dele próprio, mas com todos os outros.

Agora pense o seguinte, num mundo onde temos um comércio exterior prevalecido, principalmente se tratando dos EUA, com o que devemos nos preocupar? Isso mesmo, com a mais importante moeda do nosso cenário atual. Dólar reage com a divulgação do dado, o que deixa o trader que opera, principalmente nos mercados de dólar e índice, com expectativas e cauteloso pela volatilidade na moeda.

 

Quando o Payroll é divulgado?

Ficar atento ao calendário econômico é essencial para se preparar em dias de Payroll.  Ele é divulgado normalmente na primeira sexta-feira do mês – esporadicamente na segunda sexta-feira -, às 8:30h  pelo horário de Washington (EUA).

Como estamos uma hora adiantados em relação à Washington, esse horário corresponde às 9:30 pelo horário oficial de Brasília. Fique atento no período de novembro a fevereiro, quando entra em vigência o horário de verão, deixando a divulgação do Payroll para às 10:30h.

 

Como operar o Payroll na prática

Em dias de divulgação do Payroll, como já dito, o mercado estará sensível e com alta volatilidade. Após alguns segundos da liberação do dado o reflexo já é sentido pelo mercado.

Se você é um trader que já tem experiência e quer apostar nas projeções em cima dos dados, saiba que é necessário ter cautela e esperar uma definição clara dos grandes players. Se a forma como o mercado está reagindo não agradar, deixe para operar em outros dias.

Para traders iniciantes o sempre indicado em momentos como esses é manter distância. Normalmente, quem está começando, não possui o controle emocional necessário que o mercado exige para lidar com momentos de grande volatilidade.

Para quem apenas possui curiosidade e ainda não faz operações, uma dica é acompanhar e começar a analisar os primeiros possíveis sinais de uma inversão de fluxo. No longo prazo, pode sair favorável em dias de divulgação do relatório.

 

 

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Há mais Brasileiros na cadeia ou investindo na Bolsa de Valores ? Uma Analogia sobre os Investidores BRASILEIROS

27 Dezembro 2019 by 72 Comment Educação 237 Views

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BRASIL AINDA ESTÁ AMADURECENDO, QUANDO COMPARADO AO MERCADO DE ATIVOS AMERICANO. 

 

Iniciamos fazendo um comparativo entre a quantidade de empresas listada na bolsa de cada país.

No Brasil chegamos perto de 400 empresas listadas enquanto nos EUA são 13.5 x maior a quantidade de empresas, chegando a 5400 empresas

Segundo uma publicação feita pelo site de noticias infoMoney em 2013 "No Brasil, 0,3% das pessoas estão na cadeia, enquanto 0,29% investem na bolsa."

 No primeiro semestre deste ano o Brasil chega a 1 milhão de investidores pessoas físicas, após anos fazendo propaganda e incentivos, até mesmos liberando FGTS para compra de ações da petrobras, com 20% em cima do preço das ações da estatal.

Mesmo com a crescente demanda e insentivo do governo esses numeros não chegam a 0.5% da população do país, sendo que nos EUA esses valores ultrapassam 65% da população alcançando quase a população total do Brasil ou seja, mais de 214 Milhoes de investidores. 

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e Capitais (Anbima), lançou dados que demonstram a distância do brasileiro e o ambiente econômico. Logo, o órgão informou que 44% do país não possui sequer interesse na área.

“De maneira geral, as pessoas não estão preocupadas com a rentabilidade. Elas querem apenas guardar o dinheiro de forma segura. E poder contar com ele quando precisarem”, disse Ana Claudia Leoni, superintendente de Educação da Anbima.

O que há de errado?

Por consequência, é necessário refletir por que os brasileiros não participam do mercado acionário. Bem, na opinião do economista e consultor da Compliance Comunicação, Clodoir Vieira, o Brasil percorreu longos anos com juros altos. O que, obviamente, provoca grande abismo.

“Isso desanimou o investidor, pois ele não precisava se preocupar em tomar risco. Afinal, ele podia conseguir a mesma rentabilidade de forma segura”, destacou.

Entretanto, para ele, o acionista buscou a bolsa durante o momento em que a Taxa Selic encontrava-se em 7,25%. E assim, na pretensão de participar dos Fundos de investimentos Imobiliários (FII).

 

Brasileiros investem em Criptomoedas

 

 

O número de brasileiros que investem em criptomoedas superou, em duas vezes, a quantidade de investidores cadastrados na bolsa brasileira B3 (antiga BM&FBovespa), de acordo com informações divulgadas recentemente pelo O Estado de S.Paulo. Segundo as corretoras de criptomoedas do país, já são 1,4 milhão de pessoas investindo nas moedas digitais – como o Bitcoin – no país.

A quantidade de investidores que decidiu realizar aportes em criptomoedas no Brasil, segundo a reportagem, é mais que o dobro do número de CPFs cadastrados na B3 – cerca de 642 mil no mês de janeiro, de acordo com dados da própria bolsa. O número de investidores em criptomoedas também se aproxima do total de investidores do programa Tesouro Direto, que se mantém no patamar dos 1,8 milhões de pessoas.

Expansão e volatilidade

A alta volatilidade das moedas digitais parece não ter afugentado os investidores. Segundo o jornal, o volume movimentado pelas criptomoedas no Brasil em 2017 foi de R$ 8,2 bilhões.

Não é possível prever, no entanto, se a procura pelas criptomoedas será tão intensa também em 2018 – principalmente por conta da intensa volatilidade no preço de moedas como o Bitcoin. Em dezembro de 2017 a moeda digital mais famosa do mundo chegou próximo ao patamar dos US$ 20 mil, mas recuou para baixo de US$ 6,5 mil no início do mês passado.

O mesmo ocorreu com outras criptomoedas, como a LiteCoin e o Ethereum, que têm se recuperado nas últimas semanas após um forte tombo no início de fevereiro. Apesar da brusca queda no valor das moedas, o interesse dos investidores em relação às criptomoedas parece se manter – ao menos por enquanto.

Acessibilidade

Um dos principais fatores que podem ajudar a explicar a grande quantidade de investidores de criptomoedas no Brasil é a acessibilidade do investimento, já que é possível adquirir apenas uma fração das moedas digitais, em aportes de apenas dois dígitos.

Esta facilidade permitiu que curiosos ou entusiastas com pouco dinheiro para investir nas moedas digitais realizassem suas aplicações apostando em uma valorização das criptomoedas – como aquela vista no final do ano passado.

Perfil dos investidores em criptomoedas

De acordo com dados das corretoras de moedas digitais, o grupo de investidores do Bitcoin no Brasil é formado – em sua maioria – por homens solteiros, que estão em uma faixa de idade entre 25 e 35 anos. Curiosamente, este é o perfil de um dos principais grupos de investidores da bolsa brasileira.

 

Fontes de pesquisa: 
https://guiadoinvestidor.com.br/brasil-so-tem-400-empresas-listadas-na-bolsa-contra-5-400-nos-eua/
http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-08/pesquisa-mostra-que-58-dos-brasileiros-nao-tem-investimentos
https://andrebona.com.br/numero-de-brasileiros-que-investem-em-criptomoedas-chega-a-14-milhao/

 

 

 

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Fiboncci, conheça um pouco mais sobre essa poderosa ferramenta.

26 Dezembro 2019 by 0 Comment Educação 36 Views

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Leonardo Bigollo, mais conhecido como Fibonacci, é o maior matemático da Europa medieval

 

Mais mágica de Fibonacci

Leonardo Bigollo (1170–1250), maior matemático da Europa medieval e conhecido por seus contemporâneos como Leonardo Pisano, era filho de comerciante na cidade italiana de Pisa —viu a famosa torre ser construída. Um livro de história da matemática publicado em 1838 referiu-se a ele como Leonardo Fibonacci (“filius Bonacci”, que significa “da família Bonacci”) e o nome pegou. Em suas viagens no Mediterrâneo, Leonardo adquiriu muito conhecimento da florescente civilização árabe, inclusive o sistema decimal de numeração, que os árabes tinham aprendido dos hindus. Em 1202, publicou sua maior obra, “Liber abaci” (livro do ábaco), em que defende vigorosamente o novo sistema. “Liber abaci” é uma das obras mais importantes da história da matemática, mas foi um pequeno detalhe (um exercício!) que contribuiu mais do que qualquer outra coisa para a fama de Fibonacci até os nossos dias.

“Um homem colocou um casal de coelhos em um recinto fechado. Quantos casais serão produzidos em um ano, se supusermos que cada casal gera outro por mês a partir de seu segundo mês de vida?”

 


O número de casais de coelhos segue a sequência F =1, F =1, F =2, F =3, F =5, F =8, F =13, F =21, F =34, F =55, F =89, F =144, F =233, F =377, F =610… em que cada número é igual à soma dos dois anteriores (F =F +F ): os casais que existem a cada momento são os que existiam no mês passado mais os filhos dos que já existiam no mês retrasado.

Para começar, a soma de três números de Fibonacci consecutivos é sempre um número par. Entende por quê? Um fato mais surpreendente é que a soma de 10 números consecutivos é sempre igual a 11 vezes o sétimo número somado. Por exemplo, F +F +F +F + F +F +F +F +F +F dá 1584, que é 11 vezes F . Por que, cara leitora? Outra propriedade curiosa: a soma dos produtos dos primeiros números de Fibonacci (por exemplo, 1x1+1x2+2x3+3x5+5x8+ 8x13+13x21) é o quadrado do último número usado (neste caso, 441, que é 21 ), desde que usemos uma quantidade ímpar de números (sete, neste caso). Consegue explicar, amigo leitor? Um fato surpreendente, descoberto por Lagrange em 1774, é que o último dígito de F se repete a cada 60 números. Por exemplo, F =13 termina com o dígito 3 e o mesmo acontece com F =44.945.570.212.853, F =155.576.970.220.531.065.681.649.693 etc. Por que será?

 

Fonte: 25.dez.2019 às 16h26 EDIÇÃO IMPRESSA (https://www1.folha.uol.com.br/fsp/fac-simile/2019/12/25/)

 

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Você tem NUBANK ? Então Cuidado ! ! !

24 Dezembro 2019 by 0 Comment Educação 105 Views

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Novo golpe contra o Nubank usa e-mail para roubar dados dos clientes

Um novo golpe online está tentando roubar os dados de atuais e futuros clientes do Nubank. O banco, que tem funcionamento totalmente online desde o cadastro até o gerenciamento da conta, está sendo usado como faceta de uma tentativa de phishing que começou a circular nesta segunda-feira (28), com e-mails contendo um link controlado pelos criminosos onde o usuário é convidado a preencher seus dados para receber o tão desejado “roxinho”.

 

A mensagem segue o mesmo padrão de comunicação da empresa, mas chega por um e-mail que não pertence a ela. Os usuários são levados a um formulário que também traz todas as marcas da companhia, incluindo seu CNPJ e estilo de fontes, pedindo dados como CPF, telefone celular, CEP, e-mail e senha, informações que podem ser usadas em outros golpes, inclusive contra atuais clientes da Nubank.

 

Golpe chega por e-mail, a partir de domínio que tenta simular o da empresa, informando a aprovação do usuário para receber um cartão Nubank 

 

O golpe via e-mail foi recebido por um dos editores do Canal, que estranhou a comunicação por já ser cliente da empresa há anos. Em uma análise rápida, foi possível conferir que o endereço “aprovadonu.com”, usado para envio dos e-mails e também para hospedagem do formulário fraudulento, foi registrado nesta segunda-feira (28) por alguém cujo nome foi ocultado a pedido do próprio. O endereço, porém, é do Panamá, o que por si só já demonstra a má intenção e também o fato de o domínio não pertencer ao Nubank.

Em contato com o Canal, o banco também confirmou essa informação. “Esse tipo de atividade é crime, e sempre iremos colaborar com as autoridades competentes para investigar e coibir golpes como esse. Em casos de conteúdo suspeito, pedimos sempre que os clientes reportem por meio dos nossos canais de atendimento (chat, e-mail ou telefone), para que o conteúdo seja direcionado para o nosso time de especialistas”, disse o Nubank, em comunicado.

 

 

Informações como e-mail, CPF, telefone celular e, principalmente, senha, são pedidas pelos golpistas e podem ser usados para cadastros e invasões a serviços e perfis 

 

A tentativa em questão é um tipo comum de phishing, um golpe em que o alvo são as informações pessoais do usuário. Ao se passarem por uma empresa ou serviço, golpistas tentam conseguir dados pessoais ou bancários de alguém para a realização de novos crimes, como clonagem de cartões, compras indevidas ou a invasão de redes sociais, serviços de e-mail e outras plataformas.

No caso desta ocorrência, especificamente, o objetivo pode ser este último, visando um possível acesso à conta bancária de uma vítima que, por exemplo, compartilhe o mesmo e-mail e senha do Nubank em outras fintechs ou serviços de pagamento. Não dá para saber quantas pessoas caíram no golpe, mas o fato de ele ter começado a circular ainda nesta segunda-feira é um indicador de que a campanha fraudulenta ainda está em seu início.

Ainda, é possível estarmos diante de um golpe que visa o próprio Nubank, assim como outras fintechs. Ao obter dados de pessoas interessadas em um cartão de crédito ou conta bancária destas empresas, os golpistas podem fazer isso em nome delas, burlando o sistema de verificação de identidade da plataforma para gerar gastos que, mais tarde, serão cobrados da vítima.

Não existem indícios de vazamento de dados do Nubank, com a nova tentativa de phishing provavelmente utilizando listas de senhas vazadas a partir de outros serviços em uma tentativa de “fisgar” algumas vítimas. Essa também é uma prática comum em golpes dessa categoria, que não possuem foco direcionado e atiram para todos os lados na esperança de acertar alguns dos envios.

Seja como for, a principal recomendação de segurança é jamais clicar em links que cheguem por e-mail, principalmente quando não forem solicitados. Caso você tenha feito um cadastro no Nubank ou qualquer serviço do tipo, antes de entregar informações, vale a pena dar uma olhada na URL usada pelo formulário e conferir se ela bate com os endereços oficiais.

Na dúvida, evite preencher dados em formulários online e consulte o atendimento do serviço em questão para confirmar o pedido de cadastro. Além disso, jamais use a mesma senha em mais de uma plataforma, já que esse é o principal objetivo dos ataques de phishing e das tentativas de intrusão a partir de credenciais vazadas frequentemente na internet.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O que é halving de bitcoin e quais as implicações para o mercado?

09 Setembro 2019 by 0 Comment Educação 160 Views

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A história do Bitcoin pode ser curta, mas é cheia de detalhes interessantes e relevantes para quem investe na moeda. Um deles é conhecido como “halving de Bitcoin”, que significa, em uma tradução livre, “cortar pela metade o Bitcoin”.

 

Quando alguém minera um bloco da criptomoeda, ele ganha uma recompensa em Bitcoins. Em 2009, os primeiros mineradores receberam um total de 50 Bitcoins por bloco. Em 2016, essa quantia caiu para 12,5. Esse evento, que reduz pela metade a recompensa, é o halving de Bitcoin.

 

Neste post, vamos explicar melhor o que é isso, como funciona, qual foi o impacto sobre o mercado das outras vezes em que ele ocorreu e quando vai acontecer de novo. Confira!

 

O que é halving de Bitcoin?

 

Para entender o que é o halving, precisamos voltar alguns passos e compreender como funciona o Bitcoin. A criptomoeda é emitida por um processo que se chama mineração.

 

São computadores usando seu poder de processamento para resolver um problema matemático que vai validar as transações da rede Bitcoin. Esse processo custa caro, já que consome uma enorme quantidade de energia. Por isso, só existe vantagem nessa atividade porque há uma recompensa.

 

No começo da história do Bitcoin, o primeiro bloco minerado teve como recompensa 50 Bitcoins. O sistema da criptomoeda prevê, porém, que esse número seja reduzido pela metade a cada 210 mil blocos.

 

Outra particularidade do Bitcoin é que um bloco deve ser minerado a cada 10 minutos, de forma que seja integrado ao blockchain nesse intervalo de tempo e o minerador receba sua recompensa. Com isso, sabemos que o halving de Bitcoin ocorre a cada 4 anos.

 

O primeiro halving aconteceu em 2012, quando a recompensa caiu para 25 Bitcoins por bloco minerado e o segundo, em 2016, quando passou a ser de 12,5 Bitcoins. O próximo deve ocorrer em 2020 e, depois, em 2024.

 

Sabemos também que a emissão de Bitcoins é definida e limitada a 21 milhões unidades. Assim, todos os Bitcoins já terão sido emitidos em 2140. Assim, diferentemente do que acontece com o dólar, o real, o euro e as demais moedas, no caso das criptomoedas, a oferta é limitada e conhecida. O que varia é apenas a demanda.

 

Como a inflação afeta o Bitcoin?

 

Primeiro, vamos definir o que é inflação nesse caso: é o aumento da oferta de dinheiro em uma economia. Embora estejamos acostumados a pensar em aumento de preços, isso é apenas um efeito da inflação.

 

Quando falamos do Bitcoin, como sabemos quantas moedas são emitidas em um determinado período, a inflação também é conhecida. No momento, ela é de 3,83% ao ano, mas, após o próximo halving, cairá para 1,8% ao ano, de acordo com o site Use The Bitcoin. Vamos ver, a seguir, como essa redução pode impactar os preços e o mercado.

 

Quais são os impactos do halving de Bitcoin?

 

Nos halvings anteriores, a cotação do Bitcoin subiu no ano anterior à data do evento. Embora não haja garantias de que isso sempre vá ocorrer, o mercado tende a precificar o fato que a taxa de crescimento do número de moedas vai cair pela metade.

 

Além disso, a mineração custa caro. A atividade se tornou tão complexa que existem “fazendas” de mineração em regiões em que o custo da energia é mais baixo, com máquinas poderosas e sistemas de refrigeração.

 

É claro que o minerador calcula que a recompensa que ele recebe cobre esse custo e ainda dá lucro. No entanto, se ele vai receber metade das moedas que recebia antes, essa conta pode simplesmente não fechar mais e ele decidir parar a atividade.

 

Isso seria perfeitamente possível se a moeda passasse por outra crise e sofresse uma grande desvalorização na época do halving. Em julho de 2019, a cotação do Bitcoin estava próxima dos US$ 11 mil. É menos que o pico atingido em 2017, quando chegou a valer US$ 20 mil, mas bem mais do que a mínima de US$ 3,5 mil registrada um ano depois.

 

Assim, atualmente um minerador ganha o equivalente a US$ 132.000 por bloco minerado e seu lucro depende essencialmente da variação da moeda. O último bloco, que será minerado em 2140, terá uma recompensa de 1 satoshi, que equivale a 0,00000001 BTC. Pela cotação atual, seria o equivalente a US$ 0,00011 dólar. Não parece muito atraente, não é?

 

Por outro lado, a lógica do mercado diz que, reduzida a oferta e mantida a demanda, o preço tende a se elevar. Foi justamente isso que aconteceu nos dois halvings que já ocorreram.

 

Segundo dados do Guia do Bitcoin, um ano antes do primeiro halving, em 2012, o Bitcoin valia US$ 2,55, enquanto um ano depois estava cotado a US$ 1.037. O mesmo ocorreu no segundo halving. Um ano antes, a cotação era de US$ 268, enquanto um ano depois bateu em US$ 2.525.

 

Vale lembrar, porém, que uma projeção do comportamento da cotação baseada em análise histórica não é tão confiável no caso do Bitcoin, que é um ativo recente e só houve dois eventos para analisar.

 

Assim, as estimativas são díspares. Enquanto alguns analistas falam em uma alta expressiva da moeda, como efeito da redução da inflação gerada pelo próximo halving, outros argumentam que esse é um evento já conhecido pelo mercado e, por isso, não deve ter grande impacto no preço.

 

Qual o impacto do halving sobre as demais criptomoedas?

 

Entre as demais criptomoedas, o Dash reduz a recompensa para os mineradores em 7,14% a cada 210.240 blocos, o que dá, em média, 383,25 dias. Tem, portanto, uma dinâmica diferente e, com prazo mais curto, a pressão do evento da redução é mais constante.

Já o Litecoin tem um sistema igual ao do Bitcoin e o próximo halving deve ocorrer em agosto de 2019. Em 7 de agosto de 2018, a moeda estava cotada a US$ 67,31. Em menos de um ano, a cotação subiu para US$ 91,31 (dados de 18 de julho de 2019), uma valorização de 35,7%.

 

Não dá para saber exatamente qual foi o peso do halving nessa alta, mas a verdade é que, assim como ocorreu com o Bitcoin, a moeda se valorizou no ano anterior ao evento.

 

Quais as consequências do halving de Bitcoin para os diferentes públicos?

 

Se você é um investidor “normal”, que usa Bitcoin no dia a dia, fazendo transações ou enviando dinheiro pelo mundo, o halving não deve ter nenhum tipo de consequência e será possível continuar usando suas criptomoedas normalmente.

 

Para um especulador, ou seja, a pessoa que compra e vende moedas para obter ganhos de capital, a situação é diferente. Como mencionamos acima, ainda não existe um histórico suficiente que permita projetar com alto grau de confiança o que acontece em um evento como esse.

 

Por fim, em relação aos halvings anteriores, não houve nenhuma redução na mineração de Bitcoins e não há indicação de que ela deva ocorrer agora se o mercado de criptomoedas se mantiver aquecido e com um preço elevado.

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Binance lança Plataforma de Futuros. Mas o que é MERCADO FUTURO ???

03 Setembro 2019 by 14 Comment Educação 373 Views

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Binance lançou Hoje as 21:00 horário de Brasília competição negociação simulada, distribuindo 10.000 BNB ou seja mais de $22.000 em prêmios. Terminando a competição dia 08/09/2019 as 21:00 horário de Brasília.

Encontra-se no site da Binance:

Temos o prazer de anunciar o lançamento de não uma, mas duas plataformas Binance Futures Testnet! Nossa equipe tem trabalhado duro nos bastidores para desenvolver duas Plataformas Futuras em paralelo, dando a você a liberdade de escolha.

Os participantes podem votar em sua plataforma Futures favorita depois de experimentar as plataformas Futures A e Futures B em ação. A plataforma com maior número de votos válidos será selecionada como a plataforma oficial da Binance Futures. Os participantes que votarem na eventual plataforma ganhadora da Binance Futures receberão um desconto de 50% na taxa de negociação por um mês inteiro.

 

 

Competição de Negociação Simulada - 10.000 BNB a serem ganhos!

Todos os participantes receberão 100.000 USDT em fundos simulados ** em cada um dos Futuros A e Futuros B, inscrevendo-se nas duas plataformas. Durante o período da competição, os participantes serão classificados em termos do volume total negociado em USDT (incluindo compras e vendas) em cada uma das contas da Binance Futures nos pares simulados.

Para serem elegíveis, os participantes também deverão manter pelo menos os 100.000 USDT alocados originalmente em fundos simulados em cada uma das suas contas futuras até o final do período da competição.

 


O que é Mercado Futuro

Quando falamos de investimentos, estamos falando em termos gerais de uma aplicação que é feita pensando no futuro. Você investe hoje acreditando em um cenário que se concretizará no curto, médio ou longo prazo, certo?

Por isso, é tão importante saber lidar com as incertezas futuras. Afinal, não dá para saber com certeza o que vai acontecer amanhã, não é mesmo?

Mas nem todo mundo se deixa levar pela maré dos acontecimentos. E muita gente vai além: utiliza as perspectivas futuras para aproveitar os melhores investimentos. Quer entender isso melhor? Aprenda agora o que é Mercado Futuro e saiba como utilizá-lo a favor do seu dinheiro.

O Mercado Futuro é um ambiente dentro das plataformas, onde são negociados contratos de compra ou venda de ativos para uma data futura, daí o seu nome.

A grande sacada aqui é que, em vez de negociar ações de empresas, no Mercado Futuro você compra ou vende contratos futuros. Existe um lote mínimo de contratos que você deve negociar, podendo ser sacas de café, arrobas de boi gordo, ou até mesmo pontos de índices, e agora cripto ativos por exemplo.

Mas não precisa se preocupar pensando que esse assunto é muito complicado. Investir no Mercado Futuro é tão simples quanto comprar um ativo. Afinal, ao comprar um ativo futuro você também pode ganhar dinheiro com sua valorização ou ter perdas com sua desvalorização.

Características do Mercado Futuro

Quando uma pessoa compra ou vende um contrato futuro ela assume uma posição nesse mercado. A posição será "comprado" ou "vendido" dependendo da estratégia adotada. Assim sendo:

 Quem está comprado lucra com a alta na cotação do ativo e
perde quando há queda no preço.

 Quem está vendido lucra com a queda na cotação do ativo e
perde quando há alta no preço.

Essa compreensão é fundamental para entender o que é Mercado Futuro e seus pontos positivos, que são:

  • Facilidade
  • Flexibilidade
  • Alavancagem
  • Controle de perdas
  • Liquidez

Vamos explicar brevemente cada uma dessas vantagens. Veja só:

Facilidade

Como dissemos, investir em contratos futuros é tão simples quanto comprar e vender os ativos. As transações são realizadas exclusivamente nas Plataformas e tudo é feito online, então você não precisa sair de casa para fazer suas negociações.

Flexibilidade

Existem diferentes formas de lucrar com o Mercado Futuro. Você pode fazer investimentos buscando a valorização dos ativos, ou seja, você compra o contrato por um preço e vende quando o preço aumentar. Ou então pode ganhar também com a desvalorização. Dessa forma, quanto mais o valor do ativo cair, melhor.

Alavancagem

Uma boa notícia é que, no Mercado Futuro, você pode movimentar valores bem acima do que possui em conta, que é o que chamamos de operar alavancado. Dessa forma, você pode investir como os grandes investidores, sem precisar ter todo esse dinheiro na sua conta. A exigência é que você dê uma garantia de que, caso haja perdas, você tem condições de arcar com os prejuízos.

O melhor é que você não precisa pagar o valor total negociado, mas recebe apenas o lucro ou paga
somente a diferença.

Por exemplo, digamos que você investiu alavancando em contratos futuros do BITCOIN em um valor de R$36.000 e, ao encerrar a operação, vendeu por R$38.000. Assim sendo, você não vai receber os R$38.000, mas sim apenas os R$2.000 de lucro (ou seja, a diferença entre a compra e a venda).

A mesma coisa aconteceria se o resultado fosse negativo. Nesse caso, você teria que pagar R$2.000 e não o total de R$34.000. Um detalhe importante aqui é que o tamanho da alavancagem, ou seja, a quantidade de vezes que você vai multiplicar seu dinheiro, depende bastante do contrato futuro que você está negociando.

Margem de garantia

Como falamos no tópico anterior, é preciso dar uma garantia para utilizar a alavancagem e movimentar valores superiores do que você tem em conta. Essa margem de garantia funciona como uma espécie de cheque caução, pois o valor garantido pode arcar com parte dos prejuízos ocorridos.

No entanto, é importante que você saiba que, se as perdas forem maiores do que a margem exigida, será preciso pagar a diferença.

 

Liquidez

É possível encerrar a posição, ou seja, solicitar o resgate do dinheiro investido, a qualquer momento, mesmo antes do vencimento do contrato.

 

 

Fontes de pesquisa: 
https://www.binance.com/en

https://www.toroinvestimentos.com.br/

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Pesquisa aponta que 69% dos investidores on-line querem saber mais sobre a criptomoedas !

30 Julho 2019 by 0 Comment Educação 206 Views

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A maioria dos investidores online quer adicionar ativos criptográficos a seus portfólios. 

Mas se esforçam para encontrar os recursos educacionais necessários para entender os investimentos, de acordo com uma pesquisa recente da trading online eToro.

Além de destacar o interesse dos investidores em criptografia, a pesquisa ressalta um interesse contínuo na criptografia, apesar da atual crise no mercado.

A pesquisa, que foi baseada em respostas de 1.000 investidores on-line dos Estados Unidos, descobriu que 69% relatam que estão "interessados ​​ou muito interessados ​​em aprender sobre" investimentos em criptografia, segundo um resumo fornecido pela eToro.

O eToro também notou que a pesquisa “oversampled” as pessoas que já são investidores em criptomoeda. As descobertas podem, portanto, não ser um reflexo inteiramente preciso do interesse no investimento criptográfico entre os investidores como um todo, embora não esteja claro o quanto eles estavam super-representados. É importante notar também que a plataforma da eToro suporta o comércio de ativos tradicionais e de criptografia, por isso a empresa tem algo a ganhar com investidores que querem negociar em ambos os mercados.

No entanto, a conclusão geral da pesquisa de que a maioria dos investidores deseja saber mais sobre o investimento em criptografia provavelmente reflete as tendências reais.

 

A falta de educação criptográfica

O que a pesquisa torna ainda mais clara é a grande demanda dos investidores por recursosque os ajudem a aprender como funciona a criptografia e como investir em criptografia com responsabilidade.

Três quartos dos investidores que atualmente não investem em criptografia relataram falta de conhecimento sobre criptografia, descobriu a eToro. Além disso, mesmo entre os entrevistados que atualmente investem em criptografia, um quinto disse que gostariam que eles entendessem mais sobre criptografia. Esse número foi ainda maior entre os traders de criptografia Millennial e Gen X, 97% dos quais disseram que queriam aprender mais sobre criptografia.

O conhecimento limitado da criptografia entre os investidores é provavelmente devido ao fato de que os recursos educacionais nessa área são escassos, de acordo com a pesquisa. Os entrevistados disseram que experimentar com criptografia investindo em pequena escala, pesquisando informações criptográficas on-line e tentando imitar as estratégias de outros comerciantes foram as principais maneiras pelas quais eles buscam obter o conhecimento necessário para investir em criptografia. (A eToro promove o “comércio social”, uma estratégia baseada na cópia das práticas de comerciantes bem-sucedidos.) Uma minoria também expressou interesse em trabalhar com consultores financeiros para ajudar a planejar estratégias de investimento em criptografia.

Essas descobertas são um pouco surpreendentes. Existem alguns recursos com explicações introdutórias sobre a tecnologia de criptografia e blockchain. Até mesmo algumas universidades tradicionais, como a London School of Economics e a Cornell University,oferecem cursos de criptografia.

Apesar do mercado de urso.

Também notável sobre os resultados da pesquisa é que eles demonstram interesse contínuo entre os investidores em ativos de criptografia, apesar do atual mercado de criptomoedas em baixa.

Essas descobertas não seriam surpreendentes há um ano, quando o bitcoin (juntamente com a maioria das outras criptomoedas) estava voando alto. Mas, dado que o bitcoin vale uma fração do que era há um ano, a pesquisa descobriu que a maioria dos investidores continua interessada em criptografia, o que sugere que muitas pessoas continuam vendo oportunidades no mercado de criptografia, mesmo que não entendam como ativos criptográficos funcionam.

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Maior Conferência do Brasil voltada para o mercado de criptoativos.

11 Abril 2019 by 0 Comment Educação 521 Views

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No dia 10 de abril, o Hotel Unique, em São Paulo, sediou a primeira edição do Universo Bitcoin.

 

Esta foi a maior conferência do país voltada para o mercado de criptoativos e investimentos. O evento, realizado pelo Grupo Bitcoin Banco, ofereceu um dia de atividades e discussões sobre o atual cenário do setor.

Entre os destaques estiveram presentes Ricardo Amorim, o mais influente economista do Brasil, foi o principal palestrante do evento, ao lado de nomes como Rafael Steinfeld, CEO da Bitwolf; Vô Epaminondas, responsável pelo primeiro canal tokenizado do YouTube, o Epaminondas Bitcoin; Rodrigo Dash, youtuber do Canal Dash Dinheiro Digital; Matheus Grijó, CEO da AnubisTrade e developer blockchain; e Fausto de Arruda Botelho, CEO da Enfoque, empresa pioneira no Brasil na divulgação de cotações e gráficos das principais criptomoedas.

A Conferência Universo Bitcoin também ofereceu oportunidades de network entre os diversos públicos e fomentou o mercado de moedas virtuais por meio da conscientização de seu uso racional. “O Universo Bitcoin vai reunir pessoas influentes no mercado das criptomoedas, entusiastas, investidores, programadores, donos de exchanges, youtubers e pessoas que estão sendo inseridas no mundo dos criptoativos agora. Nossa expectativa é divulgar as criptomoedas e difundir cada vez mais nosso ramo de atuação”, conta Brunno Ramos, Diretor de Operações do Grupo Bitcoin Banco.

Eduardo Barreiro Ceo de Empresa Internacional Cripto Money (Paraguay) comentou: 


" O evento foi um sucesso ontem no Hotel Unique em São Paulo, Universo Bitcoin.
Conversei com Fausto Botelho economista especializado em gráficos, o youtuber vô Epaminondas youtuber de Cryptomoedas, Carlos Lanza C&O do Banco de boitecnologia da Amazonia que estarao lançando uma cryptomoeda ligada a isso através da Cryptomoney no Paraguay e com a estrela da noite o querido Ricardo Amorim, comentarsta economico da Rede Globo e Apresentador do Manhatan Connection. E ainda fui entrevistado pela Band News
Parabéns ao Claudio da Negociecoins o evento foi de primeiro mundo."
 

 

 

 

 

 

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Sony e Fujitsu vão testar blockchain para integridade do registro educacional

28 Fevereiro 2019 by 0 Comment Educação 246 Views

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O setor educacional do conglomerado multinacional japonês Sony e da empresa de TI Fujitsu vão testar a tecnologia blockchain para aprimorar a integridade de registro de cursos e dados de graduação. A notícia foi oficialmente revelada em comunicado à imprensa da Fujitsu hoje, 27 de fevereiro.

O projeto piloto é uma parceria conjunta entre Sony Global Education, Inc., Fujitsu Limited, Fujitsu Research Institute e Human Academy Co., Ltd. — o último sendo uma escola de línguas para estudantes estrangeiros no Japão. Os potenciais estudantes participando dos testes de blockchain irão completar um curso, “Nihongo Dojo”, que irá prepará-los para aprovação no Nihongo Kentei, o teste de proficiência em língua japonesa.

Para a parceria, a Fujitsu irá ser responsável por oferecer sua plataforma de educação digital, chamada “Fisdom”, para os estudantes envolvidos. A gigante de TI também irá trabalhar com a Sony Global Education com serviços blockchain em núvem, que serão usados para certificar e gerir os registros do curso e os dados acerca da performance dos estudantes.

O press release ainda revela que o curso Nihongo Dojo será ministrado através da plataforma onine do Fidsom depois que os estudantes forem devidamente aceitos para o programa de intercâmbio:

“A plataforma do curso [Fisdom] vai reunir os dados como resultados de testes, habilidade de conversação em japonês e tempo de estudo, guardá-los em uma blockchain como um certificado. A Human Academy [...] então terá a possibilidade de de avaliar com mais precisão a habilidade linguística de cada estudante, baseada em dados altamente confiáveis, comparando os dados de certificação na blockchain com os certificados educacionais enviados pelos estudantes.”

Ao permitir a verificação da exatidão da proeficiência declarada pelos estudantes, a solução em blockchain irá permitir à Human Academy “apoiá-los com uma educação adequada a seus níveis de habilidade depois que chegarem ao Japão", diz o comunicado.

O Fujitsu Research Institute irá contribuir para os testes avaliando as necessidades das instituições educacionais e propondo modelos de negócios para implementação futura. A Fujitsu ainda escreve que irá:

“Promover o uso de blockchain no campo educacional, com objetivo de participar de uma sociedade em que os dados associados com a educação de um indivíduo possam ser usados com segurança para além da estrutura de empresas e instituições educacionais ”.

O anúncio oficial da Fujitsu de hoje confirma a cobertura anterior da grande rede de notícias japonesa The Asahi Shimbun, como o Cointelegraph noticiou em 26 de fevereiro.

Um projeto piloto similar que usa blockchain para combater imprecisões na certificação internacional foi também recentemente revelado pelo governo de Malta.

Além disso, em janeiro a Universidare do Bahrein anunciou que emitiria diplomas em blockchain, a nos Estados Unidos, Massachusetts Institute of Technology emitiu certificados digitais baseados em blockchain para mais de 100 graduados como parte de um piloto no final de 2017.

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QUEM ESTÁ POR TRÁS DO DESENVOLVIMENTO DO BITCOIN?

27 Fevereiro 2019 by 2 Comment Educação 259 Views

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Sabemos que o criador do Bitcoin é o ainda desconhecido Satoshi Nakamoto.

Mas a verdade é que, nove anos depois do bloco Gênesis, há centenas de pessoas mais envolvidas em seu desenvolvimento como software.

Até o momento, existem várias implementações (versões) do Bitcoin com seus próprios desenvolvedores encarregados de manter o código em boas condições e melhorar suas funções e escalabilidade. O mais popular deles, embora não seja o único, é o Bitcoin Core.

CONSENSO DESCENTRALIZADO

Uma das principais características da descentralização do Bitcoin é que qualquer pessoa que possua o conhecimento, em qualquer parte do mundo, pode colaborar em seu desenvolvimento de forma voluntária . No entanto, as propostas para alterar o código devem ter consenso antes de serem aprovadas.

Como explicado em Bitcoin.org , a página de informações mais consultada sobre Bitcoin:


Embora os programadores melhorem o software, eles não podem forçar uma mudança no protocolo Bitcoin porque todos os outros usuários são livres para escolher o software e a versão que desejam. Para permanecer compatíveis entre si, todos os usuários precisam usar software que esteja em conformidade com as mesmas regras. Bitcoin só pode funcionar corretamente se houver consenso entre todos os usuários.

 

Isso significa que, embora qualquer um possa participar de seu desenvolvimento, é impossível que um único ou um pequeno grupo mude o protocolo sem o consentimento da maioria. Como qualquer pessoa pode participar de seu desenvolvimento, todos estão livres para usar a versão que quiserem e o protocolo seguirá as regras do software compatível usado pela maioria.

Com isso em mente, podemos passar por algumas dessas versões para descobrir quem está por trás, fazendo com que o Bitcoin continue a funcionar.

NÚCLEO DE BITCOIN

É a primeira implementação do Bitcoin, originalmente criado por Satoshi Nakamoto como Bitcoin 0.1 e lançado em 9 de janeiro de 2009 no SourceForge, alguns dias após o surgimento do bloco de gênese. Desde o início, o software foi apresentado como open source, ou seja, qualquer pessoa é livre para usá-lo e modificá-lo .

 

Logotipo do Bitcoin Core. Fonte: Núcleo Bitcoin

 

Satoshi continuou a colaborar no seu desenvolvimento, corrigindo falhas e propor melhorias já no GitHub para a versão 0.3.9 no final de 2010. Nesse ponto são demitidos e nomeado como o principal mantenedor Gavin Andresen . Embora algumas fontes afirmam que ele simplesmente desapareceu, e Andresen, sendo o único com o poder de fazer alterações no código (que Satoshi já havia dado a ele antecipadamente), assumiu o papel.

Sob a orientação de Andresen, esta implementação é renomeado Bitcoin QT em novembro de 2011. Anos mais tarde, em 19 de Março de 2014, o título muda de volta para Bitcoin Núcleo em meio a alguma controvérsia, porque o termo implica uma centralização contrária aos ideais do Bitcoin. Menos de um mês depois, Bitcoin Core também muda mantenedor principal, agora com Wladimir van Laan veados na cabeça, que continuou nesse papel até agora .

COMO FUNCIONA O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO?

Conforme explicado no GitHub , qualquer um pode contribuir para o desenvolvimento; No entanto, por "razões práticas", existe uma hierarquia estabelecida entre os colaboradores através da meritocracia. Ou seja, aqueles que foram mais longos e contribuíram mais para o código têm mais poder de decisão final.

Além disso, existem as figuras dos "mantenedores" do código no GitHub, que têm acesso privilegiado e são responsáveis ​​por gerenciar as solicitações para incluir novas propostas de código no repositório principal (pull requests) ; e o papel do principal mantenedor , responsável em última instância pela nomeação de novos mantenedores e pela implementação de novas versões.

É importante ressaltar que quando essas novas versões implicam alguma mudança importante e irreversível no software, adotá-las ou não depende inteiramente da comunidade de bitcoiner e não dos desenvolvedores. Nesses casos, os votos da comunidade sobre o futuro da rede usando a versão do software Bitcoin você quer e / ou apoio com o seu poder de processamento ( mineiros ) para essa versão, como aconteceu com SegWit em 2017.

Se um número suficiente de usuários usar a versão que deseja manter, a rede adotará as regras dessa versão no protocolo. Assim, as regras versões compatíveis permanecer na espinha dorsal do Bitcoin e outros bifurcado, ou criar um novo criptomoeda se outra cadeia e mineração nós o suficiente têm apoiar isso.

A jornada para mudar o código começa com a criação de uma proposta de melhoria de bitcoin (BIP) , que qualquer desenvolvedor pode enviar como uma idéia para discutir a lista de e-mail principal na Linux Foundation. Uma vez discutido, o GitHub é criado para solicitar um rascunho formal com certas diretrizes, que podem ser revisadas pela comunidade. Em seguida, o rascunho é enviado ao editor do BIP, que atualmente é Luke Dashjr . Somente após a sua aprovação é atribuído um número e uma categoria, e é integrado ao repositório Bitcoin.

Quando mantenedores passar uma solicitação de recebimento , ele passa minuciosa revisão por pares fase  (peer review) , onde qualquer um pode participar através do GitHub, o canal de IRC Freenode bitcoin-DEV, Slack Núcleo canal, Bitcoin Stack Exchange, a lista de email do Core na Linux Foundation e o fórum de desenvolvimento do BitcoinTalk.

DESENVOLVEDORES EM DESTAQUE

O número total de parceiros no Bitcoin Core pode ser encontrado no GitHub, bem como em cada uma de suas contribuições. Em Bitcoin.org existem cerca de 368 programadores de todo o mundo. Atualmente, além de van der Laan, Pieter Wuille e Jonas Schnelli são os mantenedores do código.

Abaixo, você pode encontrar uma lista de desenvolvedores proeminentes, tanto por seu número e qualidade de contribuições quanto pelo tempo que eles gastaram nessa tarefa.

  1. Wladimir van der Laan

Até o momento, ele fez 5.778 revisões (commits) no código. Além de estar em Amsterdã (Holanda), pouco se sabe sobre esse programador. Em ocasiões anteriores, ele se recusou a dar entrevistas e suas redes não incluem dados pessoais.

É ativo no repositório central desde 2011 e a partir de 2015 ele foi contratado por iniciativa de moeda Digital do MIT Media Lab de continuar a desenvolver Bitcoin após a falência da Fundação Bitcoin. Seus pseudônimos conhecidos são laanwj, wumpus e orionwl.

  1. Pieter Wuille

 

Pieter Wuille é um dos grandes responsáveis ​​pelo SegWit. Fonte: GitHub

 

Desde 2011 ele contribuiu com 1.584 revisões do código, é autor de 12 BIPs e foi um dos principais desenvolvedores trabalhando na implementação do SegWit. Além disso, em julho de 2018, apresentou oficialmente o esquema de assinatura de Schnorr como uma proposta de melhoria de bitcoin.

Ele é Ph.D em Ciência da Computação pela Universidade Católica de Leuven (Bélgica). Ele trabalhou, entre outros, para o Google, e também é co-fundador da Blockstream, uma empresa especializada na criação de cadeias laterais com blockchain. Seu pseudônimo no GitHub é "sipa".

  1. Marco Falke

Este é outro dos desenvolvedores que preferiram permanecer anônimos. Ele foi nomeado mantenedor em 2014 por van der Laan, mas deixou o cargo no início de 2018. Durante esse período, ele fez 1.175 revisões.

De acordo com a sua GitHub, se trata de Munique (Alemanha), embora um breve na empresa onde ele trabalha, código de cadeia Labs indica que se mudou para Nova Iorque a partir de 2017 para "trabalhar em tempo integral em software de fonte aberta."

  1. Gavin Andresen

 

Gavin Andresen em 2015. Fonte: Web Summit (Flickr).

 

Sem dúvida, um dos desenvolvedores mais falados, com 1.101 revisões e 12 BIPs para o seu crédito. Ele foi o principal mantenedor do Bitcoin desde a sua criação, por 4 anos, e foi encarregado de criar a Bitcoin Foundation para fornecer financiamento e educação sobre o ecossistema. Quando a fundação foi encontrada sem fundos em 2015, Andresen, como van der Laan, foi contratado pela Digital Currency Initiative do MIT Media Lab.

Ele é formado em Ciência da Computação pela Universidade de Princeton e reside em Massachusetts (EUA). Em 2016 eu estava cercado por polêmica sobre a suposta identidade de Craig Wright como Satoshi Nakamoto, o que causou van der Laan revogar seu status de rede mantenedor por medo de que este poder deve cair em mãos erradas. Desde então, Andresen permaneceu bastante distante da mídia e do mundo do Bitcoin.

  1. Matt Corallo

 

Matt Corallo. Fonte: Chaincode Labs.

 

Desde 2011, contribuiu com 619 avaliações e 4 BIPs. Ele também foi co-fundador da Blockstream, colaborou no White Paper of Side Chains e implementou o Elements Sidechain. A empresa para a qual ele trabalha atualmente é a Chaincode Labs.

Ele é formado em Ciência da Computação pela Universidade da Carolina do Norte (EUA). Seu pseudônimo no GitHub é TheBlueMatt.

  1. Jonas Schnelli

Originário da Suíça, ele contribuiu com 611 revisões do código e 3 BIPs desde 2013. Ele é co - fundador da Shift Cryptosecurity, cujo principal produto é o portfólio de hardware da BitBox. Anteriormente, ele desenvolveu aplicativos para empresas como Coop e Credit Suisse.

Sem revelar muita informação sobre si mesmo, em sua conta no GitHub ele se declara cypherpunk e hacker.

  1. Campos de Cory

A partir de 2013, contribuiu com 573 revisões. Desde 2015, ele foi contratado pela Digital Currency Initiativedo MIT Media Lab , juntamente com van der Laan e Andresen. Além disso, ele faz parte do Conselho de Diretores da Fundação XBMC, encarregado de manter o software de entretenimento Kodi, do qual ele também é desenvolvedor.

Seu pseudônimo no GitHub é "theuni". Ele também é conhecido por ter revelado uma vulnerabilidade crítica no Bitcoin Cash.

  1. John Newberry

 

John Newberry Fonte: Bitcoin Optech.

 

Tem uma contagem de 399 revisões desde 2015. Ele vem da empresa Chaincode Labs e trabalha em tempo integral na Bitcoin desde 2016, em Nova York. Atualmente, ele também é o diretor da ONG Bitcoin Optech , uma iniciativa que busca ajudar as empresas a entender e melhorar suas implementações de Bitcoin.

Ele também é um desenvolvedor da Rede Lightning e, como vários de seus colegas, preferiu manter um perfil razoavelmente baixo.

  1. Gregory Maxwell

Desde 2011, contribuiu com 265 revisões para o código, 2 BIPs e várias iniciativas voltadas para a privacidade, como o CoinJoin. Ele é co-fundador da Blockstream e foi um mantenedor do Bitcoin Core até 2015.

 

Gregory Maxwell em 2017. Fonte: CoinDesk

 

No início deste ano, ele se aposentou da Blockstream para trabalhar em tempo integral no desenvolvimento do Bitcoin. Além disso, o satélite que a empresa lançou no ano passado para transmitir nós blockchain por ondas de rádio foi idéia dele originalmente.

Antes do Bitcoin, ele trabalhou para a Mozilla por vários anos e foi um dos primeiros colaboradores da Wikipedia. Ele é um defensor do código aberto e da criptografia.

  1. Peter Todd

Ele ingressou na Core em 2012 e fez 102 revisões no código e 5 BIPs. Ele também é os projetos python-bitcoinlib mantenedor, uma biblioteca de código para uma interface mais simples Bitcoin e OpenTimestamps, um timestamping sistema descentralizado usando Bitcoin para 'provar a existência' de documentos. Ele se aposentou do Core em 2017.

Ele é graduado em Artes, com um grau focado na intersecção entre arte e tecnologia. Anteriormente, ele também esteve envolvido com as startups Coinkite e DarkWallet, bem como com Chaincode Labs, de quem recebeu uma concessão. Reside em Toronto (Canadá).

Mais nomes

Outros desenvolvedores destacados por antiguidade e as contribuições para o Bitcoin Core são Lucas Dashjr(353 commits e 11 bips), Alex Morcos (209), Russell Yanofsky (180), Eric Lombrozo (32 e fundador da Ciphrex) e Jimmy Song (14 e fundador de Blockchain de Programação).

Eles também são mantenedores notáveis aposentados Martti Malmi (Sirius_m) e Laszlo Hanyecz (famoso para a compra da primeira pizza com BTC ), que compartilham com Nakamoto conta no GitHub tem contribuído 271 comentários. Mantenedores anteriores também foram Jeff Garzik (CEO da Bloq), Nils Schneider (fundador da Bitcoin Charts) e Chris Moore.

OUTROS GRUPOS

Como mencionado anteriormente, o Bitcoin Core é apenas uma das implementações do Bitcoin, portanto, existem outros grupos de desenvolvedores mantendo suas próprias implementações. Aqui mencionamos as alternativas mais notáveis pelo número de nós ativos, junto com seus desenvolvedores.

BITCORE

 

Logotipo do Bitcore. Fonte: Bitcore

 

Nasceu em 2013 e é descrito como um nó modular escrito em Node.js para aplicativos baseados em bitcoins e blockchain. Inclui uma API, um explorador e vários tipos de portfólios. Embora seja de código aberto, é gerenciado pelo BitPay no GitHub. Tem 210 nós de rede.

Entre seus principais colaboradores estão os argentinos Manuel Aráoz (co-fundador do Zeppelin) e Esteban Ordano (fundador do Decentraland).

BCOIN

 

Logotipo da Bcoin. Fonte: Bcoin

 

Ele nasceu em 2014, também escrito em Node.js, e está sendo usado principalmente pela empresa Purse.io, para a qual, na verdade, foi originalmente criado . É descrito como a "primeira implementação de nó completo construída especificamente para a produção de sistemas de escala". Inclui suporte para mineração e cadeias laterais. Possui 51 nós na rede.

Seus principais colaboradores são os americanos Christopher Jeffrey ( CTO da Purse.io ) e Fedor Indutny (engenheiro de software no PayPal).

BITCOIN KNOTS

 

Bitcoin Knots logo. Fonte: Nós Bitcoin

 

Comece a ser um ramo independente de Bitcoin Núcleo desde 2014. A  versão mais recente , escrito em C ++, ele pode ser usado como um cliente de desktop, como no caso de Bitcoin Núcleo de pagamentos regulares ou como um utilitário de servidor para os comerciantes e outros serviços de pagamento. Tem 39 nós na rede.

No momento, seu criador e único colaborador é o co-fundador da Blockstream e também desenvolvedor do Core Luke Dashjr.

BTCD

Ativo desde 2013, é descrito como uma implementação de nó completo escrita em Go. Além disso, embora seja estável, percebe-se que ainda está em fase de testes e que não possui a funcionalidade de bolsa por si só. Tem 39 nós ativos na rede.

Curiosamente, seu principal contribuidor, por número de revisões (1.576), é o principal responsável pelodesenvolvimento da criptomoeda Decred , Dave Collins. Seguido por Decred desenvolvedor David Hill.

BITCOIN ILIMITADO

 

Logo Bitcoin Ilimitado. Fonte: BU

 

Foi escrito em C ++ e data de 2009 no GitHub . Sua principal proposta é o tamanho do bloco ajustável, este acompanhado por blocos finos Xtreme (Xthin) e validação paralela. Ainda tem 30 nós ativos na rede e em 2017 chegou a quase 1.000.

Porque é um derivado direto do Bitcoin Núcleo entre seus colaboradores mais a figura de uma boa parte dos principais desenvolvedores da primeira implementação comentários, incluindo van der Laan, Wuille, Andresen, Campos Corallo, Schnelli, Falke e Maxwell.

No entanto, estes foram inativos lá mais ou menos desde a criação do Bitcoin Cash, criptomoeda que atende aos ideais da BU. Pelo contrário, os desenvolvedores mais ativos ultimamente são Peter Tschipper e Andrew Stone.

QUEM PAGA AS CONTAS?

Se a Bitcoin fosse uma joint venture, seria fácil distinguir de onde vem o salário dos desenvolvedores e o equipamento necessário. No entanto, o Bitcoin é um sistema descentralizado de código aberto, portanto, na realidade, a grande maioria de seus desenvolvedores contribui com seu talento e seus equipamentos de forma voluntária.

Embora isso não signifique que o Bitcoin não tenha nenhum financiamento. Na verdade, a primeira tentativa de obter a Fundação Bitcoin foi criado por Andresen, que ajudou a "pagar as contas" até 2015. A partir do próximo ano, Bitcoin Núcleo estabelece seu Programa de Patrocínio , através do qual as empresas e as organizações podem aplicar para ser patrocinadores, desde que estejam dispostos a respeitar os ideais do Bitcoin.

Ao longo dos anos, diversas empresas e organizações vêm surgindo nesse panorama, dentre as quais podemos destacar:

BLOQUEIO

 

Logotipo da Blockstream. Fonte: Blockstream

 

É uma empresa dedicada especialmente ao desenvolvimento de cadeias laterais desde sua aparição em 2014. Quase todos os seus co-fundadores fazem parte do Bitcoin Core e, como resultado, recebem ou receberam seu salário de lá. Isso inclui Corallo, Maxwell, Dasjr e Wuille, este último dedicado em tempo integral ao desenvolvimento do Bitcoin.

Vale ressaltar que esta empresa inclui nos contratos de seus desenvolvedores uma cláusula ética, que determina que, se vierem a pedir algo que contrarie os interesses da Bitcoin, eles têm o direito de recusar e continuar cobrando.

CHAINCODE LABS

 

Logotipo da Chaincode Labs Fonte: Chaincode Labs

 

Nascida no mesmo ano da Blockstream, de acordo com seu site, "a Chaincode Labs existe para apoiar e desenvolver o Bitcoin e outros sistemas P2P descentralizados". Uma declaração que ganha mais peso ao notar que toda a sua equipe é formada por desenvolvedores do Bitcoin Core, incluindo Corallo, Newberry, Yanofsky e Falke.

Na verdade, foi fundada pelos desenvolvedores do Core, Alex Morcos e Suhas Daftuar.

CIPHREX

 

Logotipo da Ciphrex. Fonte: Ciphrex

 

Foi fundada em 2014 pelo desenvolvedor do núcleo, Eric Lombrozo, e seusprincipais produtos são seu portfólio de assinatura múltipla com segurança corporativa mSigma e o CoinSocket, uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos.

Lombrozo comentou em ocasiões passadas que colabora na Core porque acredita no potencial da tecnologia e isso também representa uma grande oportunidade para si próprio.

INICIATIVA DE MOEDA DIGITAL DO MIT MEDIA LAB

A Digital Currency Initiative, pertencente ao Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), tem a missão, segundo seu site , de "criar um futuro no qual o valor móvel da Internet seja tão intuitivo e eficiente quanto a movimentação de informações". Seu atual diretor é Neha Narula .

 

Logo do DCI. Fonte: DCI

 

Como mencionado acima , ele foi encarregado de contratar, a partir de 2015, Wladimir van der Laan, Gavin Andresen (já aposentado) e Cory Fields para trabalhar em tempo integral no Bitcoin com total liberdade. Eles podem até trabalhar em outras implementações fora do Bitcoin Core.

Deve-se mencionar, no entanto, que o salário desses desenvolvedores não vem realmente do MIT. Esta iniciativa específica é patrocinada por várias empresas e indivíduos, incluindo BitFury, Bitmain, Circle, Chain, Nasdaq, o investidor de risco Fred Wilson e o fundador do LinkedIn, Reid Hoffman.

BTCC

 

Logotipo do BTCC. Fonte: BTCC

 

É a casa de câmbio mais antiga do ecossistema, embora a empresa também tenha um pool de mineração. Este 2018 foi adquirido por um fundo de investimento em Hong Kong, provavelmente com a intenção de escapar das medidas rigorosas tomadas pelas autoridades chinesas no que diz respeito às criptomoedas.

Em 2016, a BTCC contratou Peter Todd para trabalhar no desenvolvimento do Bitcoin no mínimo 14 horas por mês durante seis meses.

OUTROS

Gregory Maxwell mencionou que as empresas Coinbase, Bitmain e Blockchain também estão incluídas entre os principais patrocinadores. Além disso, como pudemos ver nas implementações alternativas, existem diferentes empresas colocando talento humano e fundos no desenvolvimento do Bitcoin em geral, mesmo que não seja em direção ao núcleo. Estes incluem BitPay, Purse e Decred.

Em qualquer caso, a lista está longe de ser conclusiva, especialmente por causa do anonimato em que muitos dos desenvolvedores decidiram ficar.

Em conclusão, sobre quem está por trás do desenvolvimento do Bitcoin: centenas de pessoas, organizações e empresas em todo o mundo, que fornecem talentos e recursos financeiros. E esse número só continuará crescendo no mesmo ritmo que o Bitcoin.

 

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