A exchange Binance liberou acesso a um site beta que mostra a opção de margin trading (trading com margem), permitindo que seus usuários operem alavancados.

 

O site mostra 9 pares, BNB/BTC, BNB/USDT, BTC/USDT, ETH/BTC, ETH/USDT, TRX/BTC, TRX/USDT, XRP/BTC e XRP/USDT e é preciso ter uma conta verificada para operá-los.

 

O margin trading é uma forma de operar montantes maiores aos quais você possui, onde você fornece uma porcentagem do valor total como garantia, atualmente a alavancagem máxima na Binance é de 2x, ou seja, uma razão de 2:1. Ou seja, você poderá lucrar duas vezes mais, e do outro lado da moeda, perder duas vezes mais e até mesmo ser liquidado e ficar sem nada.

 

A própria exchange faz um lembrete importante dos riscos:

 

Trading com margem remete-se a um potencial de lucros maiores, mas também a maiores riscos. Esteja ciente que em tempos de extrema volatilidade de mercado, há o risco de seus ativos serem liquidados.

 

A Binance Chain

 

Além disso, a plataforma recentemente lançou a sua própria blockchain, fazendo um swap do token BNB da rede Ethereum para a sua própria rede que é mais rápida, suporta mais transações por segundo e tem taxas de transação mais baratas, além disso, a sua DEX (exchange descentralizada) já está funcionando.

 

A cada dia mais projetos migram para a Binance Chain, esta semana foi a vez dos projetos Blockmason (BCPT), Gifto (GTO) e Aeron (ARN), ao que tudo indica, esta é a blockchain que pode tomar o lugar do Ethereum já que muitos projetos, como os três listados acima, estão migrando da rede Ethereum para a Binance Chain, além disso, a Binance está dando a luz a novos projetos como o Harmony.One (ONE), através de suas IEOs (Oferta Inicial de Exchange).

 

Várias Binances

 

Além da exchange principal e da descentralizada, ela está expandindo, mostrando opções como a Binance Jersey, Binance Singapore e a Binance Uganda.

 

As diferenças são simples, a Binance.com é centralizada e trabalha apenas com criptomoedas.

 

A Binance DEX é descentralizada, ela trabalha em cima da Binance Chain e só é possível operar tokens que estão em sua rede.

 

Já as exchanges Binance Jersey, Singapore e Uganda trabalham com moedas fiduciárias, a primeira trabalha com libra esterlina e euro, a segunda com dólar singapuriano e a terceira com xelim ugandês. Será que um dia veremos a Binance abrindo uma exchange no Brasil?

 

No mercado de baixa ou de alta, a Binance continua construindo, gerando empregos e melhorando o ecossistema, recentemente 7000 BTC foram roubados da exchange e através do fundo SAFU, nenhum usuário foi afetado. Ela está fazendo de tudo para continuar no topo e está sendo seguida por várias outras exchanges que copiam os seus modelos de negócio.

 

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A Bitfinex, uma das maiores exchanges de criptomoedas do mundo, anunciou na segunda-feira (25) que parte dos bitcoins roubados na invasão hacker que a plataforma sofreu há dois anos e meio foi devolvida pelo governo dos EUA.

 

Em agosto de 2016, a Bitfinex teve 120 mil bitcoins roubados.

 

De acordo com a publicação no Medium, a bolsa informou que 27.66270285 BTC (R$ 390 mil aproximadamente nesta data, segundo o IPB) foram recebidos do governo dos EUA, resultado dos esforços das forças policiais americanas.

 

O empresa disse que os bitcoins serão convertidos em dólares (USD) e pago para os atuais detentores dos tokens Recovery Right Token (RRT).

 

A bolsa ressaltou que desde o hack tem colaborado com as investigações das agências de inteligência internacionais.

 

Ela disse que em novembro do ano passado foi alertada pelo governo americano que eles tinham sob custódia, supostamente, parte do que foi roubado da exchange.

 

Disse, ainda, que após o incidente, a empresa adotou uma abordagem única, generalizando as perdas em todas as contas e creditando tokens da BFX aos clientes na proporção de 1 BFX para cada dólar perdido.

 

“ou trocados por ações do capital da iFinex Inc. ToA Bitfinex honrou seu compromisso de pagar as perdas. Passados oito meses da invasão, todos os detentores de tokens da BFX tiveram seus tokens resgatados dos os tokens da BFX foram destruídos dentro desse processo”, disse a exchange.

 

Giancarlo Devasini, diretor financeiro da Bitfinex, falou que depois de dois anos passados do hack eles veem resultados de uma estratégia cuja resposta é clara e robusta.

 

O executivo disse que é um grande prazer em poder reembolsar os leais clientes da exchange que em um momento muito difícil acreditaram na equipe”.

 

Ele acrescentou:

 

“Vamos continuar auxiliando nas investigações para que se possa aplicar as leis. Mais uma vez, vamos estender o convite aos hackers, ou a qualquer pessoa que possa ajudar com informações sobre a violação”.

 

A invasão hacker sofrida pela Bitfinex está entre os dez maiores roubos sofridos por exchanges de criptomoedas da história. Ela teve 120 bitcoins roubados em agosto de 2016.

 

Roubo na Bitfinex entrou para a história

No incidente, os hackers exploraram uma vulnerabilidade com as carteiras de multiassinatura da Bitfinex usadas para armazenar os fundos de seus clientes.

 

Esse tipo de carteira tem chaves divididas entre vários proprietários para mitigar o risco.

 

Os criminosos criaram uma configuração com o sistema de outra empresa, a BitGo, que completava os dados e fazia as transações.

 

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Como muitos de nossos leitores já devem estar cientes, a Binance , uma das principais plataformas de troca de criptomoedas do mundo , retirou oficialmente seus serviços de certos países que foram recentemente alvo de sanções econômicas dos EUA como parte de seus controvertidos termos revisados ​​de uso.

Para ser ainda mais específico, podemos ver que essa proibição geral afeta quase toda a população de nações como o Zimbábue (onde as restrições dos Estados Unidos mencionadas anteriormente deveriam ter como alvo apenas um grupo específico de indivíduos e empresas).

 

Um olhar detalhado na matéria

 

Como consequência das recentes mudanças na política da empresa, os usuários da Binance em países como Irã, Belarus, Sérvia, Bósnia e Mianmar não conseguiram acessar suas contas por mais de um mês. Além disso, a maioria dos usuários dessas nações também recebeu avisos de término, embora não tenham feito nada errado.

 

Vale ressaltar que os T & Cs acima mencionados da Binance proíbem indivíduos e países nas listas de sanções do Departamento do Tesouro dos EUA (OFAC) a fazer uso da plataforma - embora a Rússia faça parte da lista, ela foi visivelmente isenta dessa última proibição.

 

Para ser ainda mais elaborado, podemos ver que os últimos termos e condições da Binance declaram:

 

“Ao acessar e usar a Binance e qualquer um de seus serviços, você reconhece e declara que não está em nenhuma lista de sanções comerciais ou econômicas, como a lista de sanções do Conselho de Segurança da ONU ou OFAC.”

 

Mais detalhes emerge

 

No início de novembro (ano passado), o aviso de Binance levantou algumas sobrancelhas, especialmente porque parecia que a troca estava voltada principalmente para países menores com sua proibição.

 

Por exemplo, os bielorrussos estão sendo proibidos de usar o câmbio simplesmente por causa dos laços de seu país com a Rússia - embora a própria Rússia esteja isenta dessa proibição, apesar de estar no recebimento de uma série de restrições comerciais baseadas nos EUA no momento.

 

No início de novembro (ano passado), o aviso de Binance levantou algumas sobrancelhas, especialmente porque parecia que a troca estava voltada principalmente para países menores com sua proibição.

Por exemplo, os bielorrussos estão sendo proibidos de usar o câmbio simplesmente por causa dos laços de seu país com a Rússia - embora a própria Rússia esteja isenta dessa proibição, apesar de estar no recebimento de uma série de restrições comerciais baseadas nos EUA no momento.

 

Neste ponto do artigo, vale a pena mencionar que a Bielorrússia é uma das nações européias menores a ter estabelecido uma estrutura política altamente amistosa - na qual startups e empresas baseadas em altcoin têm a opção de se registrar diretamente nas tecnologias de alta tecnologia da Bielorrússia. Park (HTP) em Minsk (um órgão gerido pelo governo que foi especialmente criado para ajudar os novos estabelecimentos de criptografia a prosperar e crescer dentro da nação).

 

Então o que acontece agora?

 

Com Binance assumindo uma postura tão duvidosa e politicamente carregada contra muitas pequenas nações amigas da criptografia, agora parece que os entusiastas de Bitcoindentro desses países terão que gradualmente voltar a usar trocas peer-to-peer, como Localbitcoins.

No entanto, na esteira de todos esses desenvolvimentos, Crexby (uma troca de criptografia lançada pelos bielorrussos nos EUA) anunciou que em breve estará adicionando suporte para bielorrusso à sua interface nativa nas próximas semanas.

 

Enquanto Binance ainda não divulgou uma declaração sobre sua mais recente proibição geral, um comerciante zimbabuano chamado Chui foi recentemente citado no Twitter dizendo:

 

“A Binance tinha uma grande liquidez e várias moedas / fichas que me permitiam negociar com facilidade. Depois de ser 'expulso', minhas opções são muito limitadas para como eu posso aumentar minha capacidade de criptografia, exceto pelo hodling. ”

 

 

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A exchange Bittrex vai negociar a stable (USDS)

 

A exchange americana Bittrex que já esteve entre as top 5 exchanges global (2017) e hoje (03/01/19) esta na posição 46 do rancking vem 

buscando recuperar posições, em 2018 buscou parcerias e executou um cronograma de varias atividades que fizeram ela estar entre as 50 melhores.

 

 

A partir de hoje 03/01/19 começa a negociar Stable USD (USDS) conforme anunciado pela seu perfil do Twitter 

 

 

  Leia Também:  10 anos do BITCOIN - Quando ele chegará aos $100,000.00 ??

 

 

 

 

 

 

 

 

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