O diretor de estratégia apareceu perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara para explicar a diferença entre o Bitcoin e milhares de projetos de criptomoeda que inspiram isso. Colocando Libra no mesmo saco de imitadores, o Demirors tentou dissociar o bitcoin, focando em como a criptomoeda é completamente diferente da versão do serviço de pagamento global do Facebook.

 

"Estamos vendo uma onda de interesse em moedas criptografadas e inúmeros imitadores que emprestam alguns recursos, mas - decididamente - não são criptomoedas", disse ela em seu discurso. "Libra não é uma criptomoeda".

 

As diferenças

 

Demirors abordou os vários fatores que separam o Bitcoin de Libra, como a descentralização. O fato de que nenhuma entidade ou pessoa poderia bloquear ou censurar transações na rede de bitcoins solapou a Libra, que é uma entidade controlada por um grupo de empresas com a capacidade de praticar a censura.

 

O executivo da CoinShares também enfatizou o valor subjacente de Libra e Bitcoin. Ela destacou que Libra seria atrelado a um pool de decreto e outras reservas. Por outro lado, o Bitcoin continua a ser seu próprio ativo, apoiado por sua própria escassez e demanda por ele.

 

“Não há entidade que detenha ativos que valorizem a Bitcoin”, esclareceu Demirors.

 

Em terceiro e último lugar, o Bitcoin não tem permissão, o que significa que qualquer pessoa pode entrar ou sair de sua rede sem a permissão de ninguém. Por outro lado, as pessoas precisarão solicitar permissão do Facebook para acessar o Libra, que não adere à ideia de bitcoin.

 

Bitcoin não está indo embora

 

A declaração de Demirors apareceu na esteira das preocupações do Congresso sobre Libra, que, seguindo os comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, foi estendida ao resto do setor de criptomoeda. Trump na semana passada bateu Libra e Bitcoin em uma série de tweets. Isso reduziu a taxa spot do bitcoin em 31 por cento a partir de 17 de julho, 11:00 GMT. A confiança dos investidores na criptocorrência também sofreu depois que o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, chamou de "uma ameaça à segurança nacional".

 

O Congresso dos EUA, enquanto isso, manteve seu foco em Libra, uma criptomoeda que acredita ser uma tentativa de substituir as moedas soberanas. A Câmara dos Deputados chamou o executivo do Facebook David Marcus na quarta-feira para obter respostas. Marcus afirmou que eles não lançariam a criptomoeda Libra sem a permissão das autoridades reguladoras dos EUA.

 

Em sua tentativa de separar o bitcoin da bagunça de Libra, Demirors reiterou que a tecnologia é intocável. Ela o comparou com a internet, um protocolo aberto, distribuído e sem fronteiras, que não pode ser regulado ou governado. Ela disse ao Congresso:

 

“Eu recomendo que você veja o Bitcoin como uma rede pública aberta que possibilita inovação e crescimento. E para tratar Libra e seus futuros imitadores no contexto dos fatos: esforços privados liderados por empresas que detêm bilhões de dólares do dinheiro público. Essas coisas não são Bitcoin e nem cryptocurrencies. ”

 

O preço do bitcoin recuperou em até 10,55% após o depoimento de Demirors. Agora está sendo negociado a US $ 9.428 na bolsa Coinbase.

Publicado em Altcoins

 

Moeda digital tem parceria com gigantes como Mastercard, PayPal, Uber e Spotify e poderá ser usada pelo Messenger e WhatsApp

 

O Facebook revelou nesta terça-feira (18) oficialmente sua própria criptomoeda, chamada Libra, prometendo um sistema seguro de pagamento baseado em blockchain apoiado por ativos sólidos e projetado para usuários comuns.

 
Com o anúncio, a rede social também apresentou uma série de grandes parceiros que farão parte do projeto, como Mastercard, PayPal, Uber e Spotify. Segundo a empresa, estes parceiros ajudarão a criar um sistema "seguro, escalável e de credibilidade confiável".
 

O Facebook afirmou também que a rede que sustenta a sua moeda digital será governada pela Associação Libra, uma organização independente sem fins lucrativos com sede em Genebra.

 

Além disso, para separar os "dados sociais e financeiros", o Facebook vai criar uma subsidiária regulada, chamada Calibra. Esta nova companhia irá lançar sua própria wallet, que será usada para estocar a Libra e fazer pagamentos e transferências.

 

O Facebook afirmou que a nova criptomoeda estará disponível em 2020 em seus serviços do Messenger e WhatsApp, além de também um aplicativo independente.

 

Este projeto teve início no ano passado, sob liderança do ex-presidente do PayPal, David Marcus. Nos últimos dias, os rumores sobre o lançamento da Libra agitou o mercado de criptomoedas, ajudando o Bitcoin e superar a marca dos US$ 9 mil, além de fazer as ações do Facebook subirem forte.

 

Segundo o Facebook, a Libra pode ser usada para fazer transações financeiras diárias, como pagar contas, fazer compras e pagar pelo transporte público. Vale lembrar que o Brasil não deve se enquadrar neste sistema no início e ainda não há detalhes de quais países aceitarão a Libra nesta primeira fase do projeto.

 

Fonte: Infomoney

Publicado em Altcoins

 

Você já deve ter ouvido falar da suposta criptomoeda que o Facebook deseja criar.

O Facebook começou a distribuir sem qualquer alarde um novo recurso para os seus usuários: um sistema próprio e gratuito de pagamento no Android e no iOS. Aparentemente, a ferramenta chega para incrementar as opções oferecidas pelo Marketplace, a seção de anúncios da rede social que, com a novidade, tem potencial para disputar mercado com serviços como eBay e Mercado Livre.

Quem já tem o novo recursos à disposição consegue ver uma opção “Pague com Facebook" nas telas de compra de páginas que vendem itens dentro da rede social. Isso significa que o recurso ainda não está diretamente associado ao Marketplace, mas é plausível imaginar que esse seja o caminho natural.

E o sistema de pagamento interno do Facebook é bem diverso, conforme revelou o site MobileWorld: por meio dele será possível realizar pagamentos usando criptomoedas ou cartões Visa e Mastercard. Essa funcionalidade ainda não está disponível no Brasil.

Não fica claro se é uma característica da fase inicial do novo sistema, mas, atualmente, o comprador envia a solicitação e o vendedor precisa aceitá-la a fim de dar sequência ao negócio.  Contudo, como o Facebook ainda não realizou um anúncio oficial, não fica claro quais as possibilidades e o alcance exato da nova função da rede social.

Uma coisa, porém, fica claro: esse sistema próprio de pagamentos do Facebook tem bastante potencial para dar certo, jjunto com a criação de sua propria moeda digital. 

Referência: 
https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/139368-facebook-comeca-oferecer-sistema-pagamento-proprio-android-no-ios.htm

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado em Altcoins

 

 

Facebook "espera ter sucesso onde o Bitcoin falhou" com seu projeto altamente secreto de criptomoeda, informou um artigo publicado no New York Times (NYT) desta quinta-feira, 28 de fevereiro.

 

Citando diversas fontes que falaram sob a condição de anonimato, o Times reúne os supostos contornos do projeto, que terá como objetivo integrar os pagamentos de criptomoedas aos serviços de mensagens da rede social.

 

O Facebook planeja reformular sua infraestrutura de mensagens e integrar os três aplicativos sob sua propriedade: WhatsApp, Messenger e Instagram. Como o Times observa, isso significaria um novo cripto token disponível para os 2,7 bilhões de usuários mensais dos três serviços.

 

O Times observa ainda que um sistema de pagamentos baseado em criptomoedas que opere dentro de um sistema de mensagens é uma ideia que vem sendo perseguida por vários gigantes globais de mensagens, como o Kakao da Coréia, o Line no Japão e o Telegram, desenvolvido na Rússia.

 

De acordo com o NYT, o Facebook lançou seu projeto de criptomoeda - liderado pelo ex-presidente do PayPal, David Marcus - logo depois que o Telegram levantou cerca de US$ 1,7 bilhão em duas rodadas privadas de oferta inicial de moedas (ICO) para sua plataforma blockchain, o Telegram Open Network (TON).

 

O Facebook empregou mais de 50 engenheiros para desenvolver sua criptomoeda, disseram três fontes anônimas ao NYT. Outros dois disseram ao jornal que a importância de manter o projeto em segredo é tal que a equipe está trabalhando em um escritório com acesso de cartão-chave separado a fim de manter os detalhes privados de outros funcionários.

 

Cinco fontes do NYT informaram que a futura moeda poderia ser uma stablecoin vinculada ao valor de três diferentes moedas fiat, ao invés de apenas uma.

 

De acordo com as fontes anônimas, o Facebook já começou a comprar a “moeda do Facebook” em torno de exchanges de criptomoedas não informadas.

 

A questão da centralização - e até que ponto o Facebook permitirá que suas transações com moedas digitais sejam descentralizadas - permanece irrelevante, de acordo com o NYT. Além disso, o Times cita especialistas do setor argumentando que o Facebook provavelmente enfrentará as mesmas limitações tecnológicas e obstáculos regulatórios que afetaram as criptomoedas, como o Bitcoin (BTC).

 

Conforme informado, relatórios não confirmados de planos do Facebook para integrar uma criptomoeda aos usuários do WhatsApp já haviam sido divulgados em dezembro de 2019. Na época, fontes anônimas sugeriram de forma similar que o token seria uma stablecoin.

 

Fonte: Cointelegraph

 

 

Estamos em todas as Redes Sociais !!! Siga-nos !!!

 

 

Publicado em Altcoins

E-book Grátis

Confira nossas Publicações

Fuga de Bitcoin
Bitcoin Vermelho
Brasil e Bitcoin
Ouro Digital
Como Minerar?
Moeda Nova
Investidores
Bitcoin em Alta