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Sinal de 10% de alta no Bitcoin

18 Fevereiro 2020 by 0 Comment Bitcoin 22 Views

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O Bitcoin não se saiu muito bem nos últimos dias, chegando a US $ 9.500 na segunda-feira. 

Quando os vendedores começaram a liquidar suas pilhas em massa. Isso significa que, na pior correção da atual, o BTC caiu cerca de 10% em relação à alta local de US $ 10.550 que foi estabelecida na semana passada.

Embora essa queda aparentemente marque uma forte reversão da tendência de alta decisiva que o Bitcoin vem negociando nos últimos dois meses, um sinal importante sugere que os touros podem assumir novamente o controle, provavelmente levando o ativo de volta a US $ 10.000 e mais.

 

Bitcoin prestes a rugir ainda mais alto, prevê indicador

Se você passou algum tempo lendo o Twitter Crypto, provavelmente conhece o TD Sequential, que é um indicador baseado em tempo que tenta prever quando um ativo verá uma certa tendência ou reversão de sua tendência atual.

O Sequential se saiu bem ao prever as tendências do Bitcoin. Extremamente bem. Tão bem, de fato, que o criador do indicador observou em uma entrevista à Bloomberg que 13 velas (reversões de sinais) foram vistas quando o Bitcoin atingiu US $ 20.000 em dezembro de 2017, quando o BTC atingiu US $ 3.150 em dezembro de 2018 e próximo ao US $ 14.000 em junho.

O indicador agora está sinalizando que o Bitcoin verá uma reversão em um período de curto prazo. O analista Crypto Hamster observou que o TD Sequential para o gráfico de quatro horas acabou de imprimir um 9 vermelho, sugerindo uma recuperação de US $ 10.000 e mais.

De fato, as 9 velas anteriores vistas no gráfico de quatro horas foram precursoras de um aumento de 10% em relação ao aumento do ativo de US $ 9.600 para US $ 10.550 em alguns dias.

 

Tendência de longo prazo ainda positiva

O que quer que o Bitcoin faça no futuro próximo, os analistas disseram que estão convencidos de que a criptomoeda voltou a ter uma tendência de alta a longo prazo.

Analistas na segunda-feira observaram que um sinal técnico importante havia aparecido: a média móvel simples de 50 dias e a média móvel simples de 200 dias cruzaram, com o primeiro movendo-se sobre o segundo pela primeira vez em quase um ano.

Para aqueles que não são versados ​​em análise técnica, esse evento é chamado de "cruz de ouro".

Como os indicadores de longo prazo têm mais peso, a cruz de ouro indica um mercado em alta no horizonte e é reforçada por altos volumes de negociação.

A importância disso não deve ser subestimada : em 2019, o Bitcoin subiu quase 200% desde o momento da cruz de ouro, e a cruz de ouro em outubro de 2015 precedeu um movimento de mais de 6.000%.

No lado fundamental das coisas, há uma confluência de fatores geopolíticos e macroeconômicos que podem ajudar a elevar o preço do BTC. Isso inclui, entre outros, a iminente recompensa pela metade , a redução das taxas de juros pelos bancos centrais, a potencial volatilidade nos mercados de ações e as tensões comerciais entre os países.

 

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O mercado futuro de bitcoin da CME acabou de abrir e pode ser o catalisador que leva a recuperação do BTC de volta aos US $ 10.000.

17 Fevereiro 2020 by 2 Comment Bitcoin 59 Views

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Durante o fim de semana, o preço do bitcoin caiu de US $ 10.500 para US $ 9.650, liquidando uma quantidade significativa de contratos longos.

 

Por que o CME aberto pode levar à recuperação de bitcoin

Em dias ativos, o mercado futuro de bitcoin da CME liquida entre US $ 300 milhões e US $ 500 milhões em volume diário.

Em maio de 2019, por exemplo, quando o preço do bitcoin estava em torno de US $ 13.000, a CME registrou um volume médio de US $ 515 milhões por dia em seus contratos futuros de bitcoin.

Embora plataformas de negociação de margens, como BitMEX e Binance Futures processem bilhões de dólares em volume diário em papel, elas são altamente alavancadas e, como tal, o volume real é apenas uma fração do volume representado.

A CME é responsável por grande parte do volume diário de negociação do mercado global de bitcoin . Os traders teorizaram que essa pode ser a razão da maior volatilidade durante os finais de semana no mercado de criptomoedas.

A queda de oito por cento no preço do bitcoin ocorreu quase imediatamente após o fechamento da CME antes do fim de semana.

O mercado de bitcoin da CME acabou de abrir e, com sua abertura, o preço do BTC subiu de sub-9.800 dólares para mais de 9.900 dólares.

Dado que o mercado futuro de bitcoin CME fechou em mais de US $ 10.000, existe a possibilidade de que a abertura do mercado CME leve a liquidações curtas e desencadeie um forte aperto curto para preencher a lacuna.

Com a segunda-feira sendo amplamente reconhecida como um dia durante o qual o mercado de criptomoedas tende a ter um nível mais alto de volatilidade do que qualquer outro dia da semana, ele poderia atuar como combustível para fortalecer o momento de curto prazo do BTC.

Qual é o próximo?

Como dito pelo respeitado negociante de criptomoeda Satoshi Flipper, o bitcoin defendeu o nível de suporte de US $ 9.800, apesar de um pavio de curto prazo que caiu abaixo de US $ 9.700.

Se o CME aberto levar à continuação de uma estrutura de mercado em alta, o BTC poderá ter uma base mais sólida para uma recuperação prolongada no curto e médio prazo.

A narrativa em torno da recompensa pela metade do bloco de bitcoin prevista para ocorrer no final de abril ainda permanece como um componente importante da tendência do mercado de criptomoedas.

Tecnicamente, o analista de criptomoeda Josh Rager disse que a estrutura diária do bitcoin sinalizaria uma tendência otimista de curto prazo se fechar acima de US $ 9.900.

"Um empurrão agradável com esta vela de 4 horas, acima de US $ 9800 e um empurrão acima de US $ 9900 para um fechamento diário seria um CME Gap brilhante em US $ 10.300", disse ele.

Com US $ 9.900 se transformando em um forte nível de suporte após a abertura do CME, os analistas técnicos antecipam mais uma semana forte para o mercado de criptografia.

 

 

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Mineração, conheças a História ! ! !

12 Fevereiro 2020 by 0 Comment Bitcoin 32 Views

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Imagine ligar seu computador, abrir um programa e receber 50 Bitcoins a cada 10 minutos?

 

Essa era a realidade de muitas pessoas que chegaram no mercado de bitcoin ainda no começo. O Bitcoin era tratado apenas como um hobby ou um artigo colecionável na internet.

No entanto, a evolução da mineração de Bitcoin evoluiu de computadores domésticos para fábricas com escala industrial.

Hoje, não há mais espaço para aventureiros. O mercado ficou altamente eficiente e qualificado, onde apenas os melhores sobrevivem. Nesse mercado, reina o conceito econômico de Teoria dos Jogos, do brilhante matemático John Nash. Cada um visa seu interesse e age com base no que o outro irá fazer.

Será explicado ao longo do texto a evolução desse mercado, do conceito de eficiência e o conceito econômico da Teoria dos Jogos. 


Uma breve revisão sobre a mineração de Bitcoin

Minerar Bitcoin, de forma resumida, é emprestar seu computador para verificar a autenticidade de todas as transações na rede. Você emprega poder de processamento, gasta energia e recebe uma recompensa em Bitcoins como incentivo econômico.

As transações são organizadas em um conjunto, conhecido como bloco. A cada 10 minutos, um novo bloco é verificado por mineradores através de um processo de competição. Existe uma corrida para verificar esse bloco. Quem vence, ganha a recompensa em Bitcoins.

A mineração é a fundação de todo o sistema do Bitcoin. Sem ela, não existiria segurança nas transações, o que comprometeria a confiança de toda a rede. Afinal, sem verificação o sistema estaria suscetível à fraudes e não seria muito diferente de uma moeda de World of Warcraft.

O mais interessante é o conceito econômico por trás disso. Ninguém minera Bitcoin por benevolência, todos querem minerar a maior quantidade de maneira mais eficiente possível. Isso causou uma grande evolução nos equipamentos de mineração.

De laptops a supercomputadores

No começo, era possível minerar Bitcoin em um simples laptop com um Pentium 4 ou qualquer processador com mais de dois núcleos. Apenas curiosos e criptógrafos conseguiram minerar nos primeiros meses. O programa era um pouco inacessível para quem não entendia programação.

 

mineração de bitcoin

 

Minerar Bitcoin era para hobbystas, pois era difícil ganhar um dinheiro relevante para se viver exclusivamente disso. No entanto, o preço do Bitcoin foi subindo e atraindo mais pessoas interessadas, aumentando a competição da atividade. Com isso, algumas pessoas usavam computadores um pouco mais potentes.

Depois de usar processadores de computadores, os mineradores começaram a utilizar GPUs, ou Placas de Vídeo para minerar. Existe uma razão para isso: GPU é melhor para processar dados do que um processador de computador. A partir daí, o que era hobby ou “brincadeira”, passou a virar coisa séria.

 

minerar bitcoin com placa de vídeo

 

 

A partir de junho de 2011, surgiram as primeiras placas FPGA (Field Programmable Gate Array), que consistiam em chips de processamento integrados em um circuito. A principal vantagem era o poder de processamento junto de um baixo custo de energia. Afinal, manter computador com placa de vídeo ligada custa dinheiro.

Essa, na prática, foi a primeira Asics de Bitcoin.

 

As FPGAs foram uma espécie de embrião de um circuito de chips que ficaram conhecidos como ASICs. Nesse momento, surgia uma preocupação em se tornar mais energeticamente eficiente frente aos possíveis concorrentes.

A mineração de FPGAs durou de 2011 até o final de 2012, que foi quando surgiram as primeiras máquinas ASICs da Avalon, Butterfly Labs e Cointerra. Elas eram ainda mais eficientes em processamento e gasto energético do que as FPGAs e as GPUs, que logo trataram de sair de cena.

 

As Asics conseguiram aperfeiçoar a mineração de Bitcoin de forma extaordinária.

 


Em 2013, o Bitcoin começaria um dos maiores ciclos de valorização de toda sua história. Começou o ano cotado a US$ 12 e terminou 2013 cotado em US$ 933, com uma valorização de 6987%. Essa corrida de preço atraiu muitos interessados, entre eles a Bitmain, a maior produtora de ASICs do mundo.

preço do Bitcoin em 2013
Preço do Bitcoin em 2013. Fonte: TradingView.

 

A industrialização da mineração

A Bitmain criou os melhores ASICs do mercado, sob o ponto de vista de gasto energético. A partir de 2013, principalmente depois do estouro da bolha no preço, o mercado de mineração se tornou ainda mais competitivo. As ASICs tomaram conta e surgiram as primeiras fazendas de mineração.

Disparada do Hashrate no ano de 2013, após introdução das Asics.

 

Alguns mineradores passaram a projetar plantas industriais para colocar em prática a mineração de Bitcoin. As máquinas precisam de espaço e principalmente refrigeração, pois esquentam muito. Sem uma refrigeração adequada, as ASICs poderiam explodir e causar um grande prejuízo para o produtor.

Com isso, a corrida não passou a ser mais para obter as melhores máquinas do mercado. Afinal, de nada vale ter o computador mais potente se você gasta muito mais do que arrecada com energia e refrigeração.

Agora a questão está na eficiência energética. Por isso, a mineração está saindo da China e indo para países que têm: energia barata e clima frio. Hoje, países como Sibéria, Canadá, Estados Unidos, Noruega e Islândia estão despontando com os locais favoritos dos mineradores.

O objetivo é simples: reduzir custos com energia elétrica e colocar a máquina para rodar pelo maior tempo possível. Com isso, o mercado se tornou extremamente competitivo na busca da eficiência.

O que assusta os mineradores de criptomoedas?

A competição sempre deixa qualquer um preocupado. E isso não é diferente no caso dos mineradores. O Bitcoin é limitado a 21 milhões de unidades, com uma quantia temporariamente fixa a ser emitida no bloco.

Para piorar, essa quantia diminui pela metade a cada 4 anos. Ou seja: menos Bitcoin para receber e maior competição assustam mineradores.

Esse grau de competitividade pode ser visto pela métrica Hashrate, que mede o poder computacional da rede. Quanto maior o Hashrate, maior o número de máquinas ligadas competindo para ganhar Bitcoins a cada 10 minutos. Por outro lado, quanto menor o Hash, menor será a competição.

Em suma, aumento de grau de competição com menor recompensa para os participantes é um dos maiores temores dos mineradores. É muito difícil competir em um mercado extremamente sofisticado e eficiente, de forma que apenas os melhores conseguem se manter em atividade.

A Teoria dos Jogos e a Mineração de Bitcoin

O mercado de mineração é uma representação perfeita da Teoria dos Jogos. Onde cada participante do mercado compete visando seu próprio interesse. A melhor maneira de explicar isso é através do famoso Dilema do Prisioneiro.

Suponha que você e seu comparsa tenham sido presos em um caso de corrupção. A polícia colocou ambos em celas separadas e propôs um acordo de delação premiada. Se você o delatar, ficará preso por 1 ano, caso seu amigo não o entregue.

Se ambos ficarem quietos, pegam 2 anos. Caso você não confesse e seu amigo te entregue, você ficará preso 10 anos, enquanto ele ficará preso por apenas 1 ano. Veja a dinâmica abaixo:

dilema do prisioneiro
                 O Dilema do Prisioneiro


Agora fica o dilema: entregar ou não? Se vocês forem melhores amigos de infância, provavelmente poderiam confiar um no outro para ficarem quietos, o que seria o melhor resultado para todo mundo.

Mas como são apenas colegas de crime, não confiam um no outro. Pior, você ficará com medo de ser delatado e resolve delatar. No fim, se ambos confessarem o crime, pegarão 3 anos de prisão, o que seria um resultado pior, mas menos pior do que ficar preso 10 anos.

A mineração funciona de forma semelhante a Teoria dos Jogos. Quando a lucratividade da mineração está baixa ou negativa, ganha quem tiver mais caixa para segurar o período. Os mineradores ineficientes são expulsos do mercado e o Hashrate despenca, exatamente como aconteceu no ano de 2018.

 

hashrate bitcoin
Hashrate do Bitcoin. Fonte: Blockchain.com

 

Nesse caso, os mineradores ficam segurando uma operação não lucrativa com a expectativa de que seus concorrentes deixem o mercado. Caso essa competição se estenda por muito tempo, todos os mineradores poderiam quebrar, o que causaria uma grande queda de poder computacional da rede.

Nesses cenários de quebra, mineradores poderiam vender suas máquinas e seus Bitcoins em peso para mitigar os custos. Isso levaria a uma grande queda no preço. No entanto, essa hipótese não é um consenso.

Uma pesquisa do brasileiro Felipe Sant’anna mostra que os mineradores não influenciam tanto no preço do Bitcoin, porque o mercado já está altamente sofisticado e os mineradores não representam um grande peso no volume de negociação.

 

 

Não ao desperdício energético

O mercado se tornou tão competitivo, que desperdício de energia não é mais tolerável. Qualquer lugar que tenha energia sobrando, haverá algum minerador instalando alguma fazenda de mineração.

Em alguns casos, a mineração pode fazer uma forte sinergia com atividades que dependam do calor. Mineradores podem se reunir com produtores de outras atividades para rachar o custo energético e oferecer calor para quem precisa gastar com aquecedor, por exemplo.

No Canadá, alguns mineradores estão utilizando suas fazendas em conjunto com uma criação de peixes e plantas de outras culturas. Isso mostra que o mercado se adapta e cria novas soluções. O Bitcoin não desperdiça energia, ele otimiza o seu uso.

Qual é o futuro da mineração?

O halving e a limitação do Bitcoin são dois fatores que vão impactar bastante a mineração nos próximos anos. Lá por 2040, apenas um resíduo de Bitcoins restará para ser minerado, de forma que apenas os mais eficientes se manterão de pé. Mas, citando uma das minhas frases favoritas: “Nenhum rei governa para sempre”.

Ciclos de mercado no Bitcoin estão acontecendo, mineradores quebram e novos entram no jogo. As regras estão definidas, o jogo continua e entra quem quer. De certa forma, o Bitcoin é Antifrágil, ele estará lá, pessoas estarão dispostas a minerá-lo porque ele é raro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Novo corte de juros, POUPANÇA e RENDA FIXA renderão ainda MENOS ! ! !

06 Fevereiro 2020 by 0 Comment Bitcoin 35 Views

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O Banco Central reduziu a taxa básica de juros, a Selic, de 4,50% para 4,25% ao ano, no 17º corte em pouco mais de três anos.

Como essa taxa é a principal referência dos investimentos de renda fixa que acompanham o CDI, caso da poupança e dos fundos DI, os ganhos dessas aplicações, que já estão perdendo da inflação, vão piorar.
Segundo gestores de recursos, a poupança e os fundos DI devem ser vistos cada vez mais como reservas de valor em vez de aplicações cujo objetivo maior seja o lucro. Quem quiser ganho acima da inflação vai ter que correr mais risco.

 

Poupança nova perde da inflação

Conforme a regra da nova poupança, para as contas abertas a partir de 2012, o rendimento será dado pelo equivalente a 70% da Selic. Ou seja, com a Selic agora em 4,25% ao ano, a nova poupança vai render apenas 2,98% para o dinheiro que ficar lá por 12 meses. Esse ganho do aplicador é sem cobrança de imposto.


Como a inflação projetada para este ano é de 3,40%, a realidade é que o poupador deve acabar perdendo dinheiro. Uma aplicação de R$ 1.000, por exemplo, vai render R$ 29,80 em um ano. Se a inflação confirmar as expectativas, vai corroer R$ 34 desse investimento. Ou seja, no saldo final, o aplicador perdeu R$ 4,20 em 12 meses.

 

Para quem tem a poupança antiga, a regra de rendimento é diferente: o ganho é de 6,17% ao ano. Ou seja, mais que a inflação prevista para 2020. O problema é que essas contas não podem receber novas aplicações —apenas saques são permitidos.

 

Fundos de renda fixa

Cuidado com as taxas Fundos de renda fixa que acompanham o CDI também vão sofrer com a queda da Selic. Nesse caso, destacam profissionais de mercado, o investidor deve ficar ainda mais atento a custos que a poupança não tem —a incidência de Imposto de Renda e a taxa de administração cobrada pelos bancos.


A alíquota do imposto varia conforme o tempo que o dinheiro fica aplicado.
Começa em 22,50% sobre o ganho para aplicações de até seis meses, depois é de 20% para o prazo de até um ano, recuando para 17,50%, até dois anos, e para 15%, se o investidor esperar mais de dois anos para sacar o dinheiro.

Em uma simulação feita pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), os fundos de DI só batem o rendimento da poupança nova se a taxa de administração cobrada for inferior a 1%.

Por exemplo: 

Um fundo com taxa de administração de 0,50% ao ano numa aplicação de R$ 1.000, o rendimento acumulado em 12 meses seria de R$ 32,90 —ganho de 3,29% ao ano, já descontado o imposto para esse período de aplicação.


Em um fundo com taxa de administração de 1% ao ano, o investidor teria acumulado um rendimento de R$ 30,40 (3,04% ao ano).


E para uma taxa de administração de 1,50%, o rendimento seria de apenas R$ 28 (2,80% ao ano). Ou seja, com os juros nesse patamar, a taxa de administração passa a ser fundamental na escolha do investidor.

 

CDB vale se pagar 85% do CDI

Outra opção para o investidor que busca um rendimento fixo, de baixo risco e com liquidez é o CBD, título oferecido por bancos. Mas o diretor executivo da Anefac, Miguel José Roberto de Oliveira, destaca que é preciso que o papel pague ao menos 85% do CDI para atingir o mesmo ganho obtido pela poupança nova, já que essas aplicações pagam igualmente IR de acordo com o prazo de resgate da aplicação.

 

Juros continuarão baixos

Economistas dizem que os juros devem continuar baixos por mais tempo porque essa é uma das armas que o governo tem para estimular a economia. Selic baixa significa menor custo do dinheiro para o empresário investir, e prestações  mais em conta para o consumidor comprar bens e serviços. Para o economista-chefe da administradora de recursos Vinland Capital, Aurélio Bicalho, os indicadores do setor industrial ainda estão fracos, e os números do varejo foram influenciados por eventos isolados no ano passado, como a liberação de parcelas do FGTS e as promoções da Black Friday.

 

"Alguns dados mostraram ritmo de crescimento mais lento que o esperado no quarto trimestre. A produção industrial decepcionou em novembro e dezembro, vindo mais mais lenta que o esperado",
afirmou o economista.

Segundo ele, as expectativas de inflação mostram que pessoas e empresas acreditam que os preços devem seguir comportados. Assim, existe espaço para que o Banco Central possa manter os juros baixos por mais tempo, até 2021 pelo menos, antes de reiniciar um movimento de alta da Selic.

 

Bolsa, fundos de ações, multimercados e imobiliários

Por isso, dizem gestores de recursos, as aplicações que poderão bater a inflação com alguma folga serão mesmo aquelas que representam algum risco para o investidor — ou seja, ativos que podem subir ou cair de valor, mas que, no longo prazo, representam um potencial de retorno mais consistente.

 Como foi a Bolsa, que em 2019 subiu 32% de acordo com a medida do Ibovespa, embora em alguns momentos do ano o indicador tenha recuado. Esse movimento já vem ocorrendo, conforme mostram dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais). Os fundos multimercados e de ações tiveram, em 2019, uma captação líquida de R$ 153 bilhões, enquanto os fundos de renda fixa perderam R$ 69,3 bilhões em saques.

"Com juros baixos, a parte da carteira que busca ganho real deve abrir mão de liquidez, esticando os prazos da aplicação. O investidor vai ter que olhar ativos com mais volatilidade, seja por ter um vencimento mais longo ou que tenha mesmo uma percepção de risco maior",
disse o responsável pela área de Produtos do Ourinvest, Fernando Fridman.

Segundo ele, além de ações, outras opções que podem se beneficiar do ambiente de juros baixos e retomada da economia são os fundos imobiliários.

 

 

 

 

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Bolsas, Ouro e Bitcoin SOBEM com esperança na vacina contra CORONAVÍRUS

06 Fevereiro 2020 by 0 Comment Bitcoin 15 Views

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CORONAVÍRUS INTERROMPE 4 MESES DE ALTA NA BOLSA, FAZENDO INDICE ATINGIR 113.760 NO FECHAMENTO DE ONTEM, POREM OTIMISMO VOLTA AO MERCADO

Janeiro termina com as bolsas caindo e fevereiro começa com o investidor na defensiva, à espera da volta do feriado de Ano Novo Lunar e da evolução do surto de coronavírus na China, que se espalha rapidamente por mais países e força governos e companhias a fechar fronteiras ou reduzir a circulação de bens e pessoas. Em Nova Iorque, rumores de que um caso suspeito de coronavírus teria sido confirmado aceleraram as quedas. Assim, o investidor em ações aperta o botão de venda antes do fim de semana e tenta ficar o menos exposto possível ao risco, diante da incerteza quanto à rapidez de difusão do vírus com entidades públicas e privadas voltando às atividades depois da parada de final de ano no país asiático. “No curto prazo, a principal incerteza que enfrentamos é o ritmo em que o surto pode ser contido”, disse Irene Feng, economista do Credit Suisse.

Tanto o índice referência da Bolsa de Valores de São Paulo, quanto os índices Dow Jones e S&P500, em Nova Iorque, acumularam queda mensal pela primeira vez em meses. No caso do Ibovespa, o medo venceu o otimismo e o índice encerrou a sequência de quatro meses seguidos de altas mais forte desde o começo de 2007. A bolsa brasileira perdeu de todas as aplicações no mês: do dólar, do CDI, da poupança, e especialmente do ouro, porto seguro nos momentos de turbulência. Na semana que vem, teremos decisão de juros no Brasil, com as apostas tendendo para um último corte do ciclo, o início da temporada de balanços do quarto trimestre no país e PMIs nas maiores economias do planeta. Há muito que planejar, assim, “se prepare, porque o fim de semana será longo”, diz o membro experiente do TC e trader Rafael Ferri.

Além de Bradesco, a temporada de balanços da semana terá ainda Porto Seguro na segunda-feira, Banco Inter e BR Properties na quarta, Banco ABC Brasil, Klabin e Lojas Renner na quinta e Alpargatas na sexta-feira. No mercado de dólar futuro, a moeda americana atingiu a cotação máxima de R$4,296, fechando em R$4,288, o maior nível desde setembro de 2018, em alta de 0,93%. As projeções de juros futuros também subiram, e o contato para janeiro de 2021 terminou o dia projetando 4,375% ao ano, alta de 1,5 ponto base, e o contrato para janeiro de 2022, 5,00%, alta de 3 pontos base.

 

 

Os investidores renovaram o otimismo e mantiveram as bolsas em alta hoje, na esperança de que uma vacina para o coronavírus, que já matou quase 500 pessoas, com cerca de 25 mil contaminados, segundo dados da OMS, seja descoberta em breve. No Brasil, a cautela predominou no fim do dia, com os investidores reduzindo posições em bolsa e dólar, diante da expectativa com a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central, que reduziu os juros em 0,25 ponto percentual, para 4,25% ao ano, os menores da história, e indicou o fim do ciclo de cortes da Selic.

 

No exterior, depois do impulso com a injeção de mais de US$200 bilhões do Banco do Povo da China nos dois primeiros dias da semana, os mercados encontraram apoio nas notícias de que pesquisadores no Reino Unido estariam tendo progressos nas pesquisas sobre uma vacina, que poderá estar disponível no verão do Hemisfério Norte. Notícias positivas no campo econômico também ajudam a impulsionar as bolsas de valores, com os números de criação de empregos privados nos EUA atingindo 291 mil postos em janeiro, quase o dobro dos 154 mil previstos, segundo pesquisa da ADP, enquanto o setor de serviços cresceu no ritmo mais forte dos últimos seis meses, de acordo com o ISM.

 

A tendência de melhora da economia americana pode ser reforçada na sexta-feira, com os números de emprego e de renda oficiais, o payroll, de janeiro e garantir a continuidade do otimismo dos mercados. Com uma agenda econômica fraca na quinta, os investidores devem se concentrar na repercussão da decisão do Copom de interromper a queda dos juros nos atuais 4,25%, eliminando as esperanças de parte do mercado de um novo corte em março, e na expectativa com os dados de inflação oficial do IPCA de janeiro, na sexta-feira.

 

Fonte: https://tradersclub.com.br/

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CVM revela que brasileiros investiram R$ 450,7 bilhões em 2019, inclusive em Bitcoin e criptomoedas

01 Fevereiro 2020 by 0 Comment Bitcoin 21 Views

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A Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM) destacou, no Boletim de Mercado da CVM de 2020, publicado em 30 de janeiro que o valor total de captações no mercado de capitais alcançou a marca de R$ 450,7 bilhões, 62% maior que em 2018. O valor também engloba investimentos realizados em fundos, aprovados pela CVM, lastreados em criptomoedas como os da Hasdex e da BLP Assets.

 

Contudo, segundo a CVM, os investimentos em criptoativos não são os preferidos entre os investidores que optam por aplicações reguladas pela autarquia. Quem se destaca neste cenário é o mercado de dívida que continuou se destacando, com crescimento em todos os seus segmentos.

 

Essa indústria respondeu por cerca de 63% do total de captações no ano (R$ 286,6 bilhões), em especial as emissões de debêntures (R$ 185,8 bilhões) e FIDCs (R$ 36,3 bilhões), ambos renovando suas marcas históricas. Segundo a CVM, em 2019, as emissões de ações voltaram a crescer, após a queda observada em 2018, alcançando a marca de R$ 90,1 bilhões captados junto ao público investidor.

 

Já no caso no total de valores mobiliários sob a regulação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), incluindo os fundos de criptomoedas, encerrou o ano estimado em cerca de R$ 35 trilhões, crescimento de 85% em relação ao final do ano anterior. Ainda de acordo com o documento, o número de participantes regulados atingiu a marca de 54.458, representando alta de 6,8% em relação ao final do ano anterior.

 

“O maior colaborador para o crescimento do número de regulados foi o registro de novos agentes autônomos de investimento, totalizando 10.798 agentes registrados, aumento de 38,8% em relação ao final de 2018. Vale destacar ainda o número de plataformas de crowdfunding, 26 registradas até 2019, ante as 14 autorizadas em 2018”, destacou Bruno Luna, chefe da Assessoria de Análise Econômica e de Gestão de Riscos da CVM.

 

 

Em 2018, a indústria de FII atingiu o número de 200 mil investidores, sendo destaque à época. Em 2019, o total de investidores desse segmento se aproxima de 600 mil investidores, conforme último Boletim publicado pela B3, além de ter obtido marca história em captações, respondendo por R$ 42,1 bilhões das emissões no período.

 

“2019 foi um ano de quebra de marcas para o mercado de capitais, fortemente influenciado pela queda da taxa Selic, que, hoje, está em sua mínima histórica. A manutenção desse cenário tende a atrair o público investidor, permitindo o mercado privado competir em condições mais favoráveis e reduzindo o custo do financiamento corporativo. O crescimento recorde observado nas captações via emissão de títulos de dívida e o aumento no número de investidores é um efeito direto disso”, complementou Bruno Luna.

 

O chefe da ASA/CVM também ressalta que a revisão da regulamentação de ofertas públicas, tema da Agenda Regulatória CVM 2020, está alinhada a esse novo cenário de crescimento.

 

“Essa revisão, que buscará simplificar as regras para captação de recursos, fortalecerá o ambiente de distribuições públicas. Além disso, a reforma das normas aplicadas aos FIDCs e o aprimoramento dos mecanismos de participação dos investidores por meio do voto a distância, temas também da nossa Agenda Regulatória de 2020, serão igualmente vetores desse novo cenário”, concluiu Bruno.

 

Como noticiou o Cointelegraph, no Brasil os fundos regulados pela CVM que estão autorizados a investir em Bitcoin e Criptomoedas são os da Hashdex (Hashdex Digital Assets Discovery; Hashdex Digital Assets Explorer e o Hashdex Digital Assets Voyager - somente este último 100% cripto) e os da BLP Assets (BLP Crypto Assets FIM, BLP Criptoativos FIM e Genesis Block Fund Ltd)

 

Fonte:  Cointelegraph.com

 

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Halving e o espiral da Morte do Bitcoin ! ! !

24 Janeiro 2020 by 0 Comment Bitcoin 30 Views

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A falta de entendimento pode estar dificultando o aumento do Bitcoin para entre US $ 50.000 e US $ 100.000.

 

O Bitcoin passará pelo seu terceiro evento pela metade até o momento em maio deste ano. O fornecimento do novo BTC liberado para os mineradores com cada bloco reduzirá pela metade para 6,25 BTC.

O impacto do evento tem sido fonte de muitos debates no setor. 

De acordo com o analista de ativos de criptografia Plano B (@ 100 trilhões de BTC), o mercado de Bitcoin dá gravidade indevida a certos riscos. Para o plano B , esse é o caso do próximo evento pela metade.

O analista pediu recentemente aos seguidores no Twitter opiniões sobre o corte no fornecimento de Bitcoin. Pouco mais da metade (53,8%) dos 7.734 participantes da pesquisa disse que não haveria uma chamada "espiral da morte" após a metade. No entanto, o Plano B está mais preocupado com aqueles que não têm certeza do impacto da metade sobre os mineiros.

 

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Alguns observadores da indústria acreditam que a redução pela metade tornará proibitivamente caro minerar Bitcoin. Com as mineradoras efetivamente recebendo um corte de 50% em maio deste ano, teme-se que elas precisem despejar moedas no mercado, reduzindo o preço e tornando a mineração ainda menos lucrativa.

Para o Plano B, o fato de muitos dos participantes da pesquisa parecerem inseguros sobre a existência de uma capitulação massiva de mineração após a metade, fornece evidências de que o mercado ainda é fraco na avaliação de riscos.

Como o analista explica em um post recente do Medium , o mercado especificamente valoriza muito as possíveis armadilhas do Bitcoin. Uma delas é uma espiral da morte da mineração após a metade.

 

Esses riscos equivocados estão atrapalhando os ganhos do BTC?

Para o Plano B, esse evento representa um risco "efetivamente zero" para o Bitcoin. Para eles, aqueles que respondem de uma maneira que indica que percebem um risco de uma espiral da morte ou não têm certeza fazem parte da resistência entre os preços atuais do Bitcoin e aqueles previstos pelo modelo de estoque-fluxo muito citado pelo valor do Bitcoin.

O Plano B foi o autor de "Modelando o Valor do Bitcoin com Escassez" no ano passado. No artigo, o analista defende que a relação entre o tamanho das reservas existentes de um ativo (estoque) e a quantidade de produtores desse ativo pode criar a cada ano (fluxo).

O Bitcoin, como o ouro, exibe uma alta relação estoque / fluxo. Os investidores acumulam os dois ativos. No artigo, o Plano B defende que o fluxo de estoque do Bitcoin se ajusta à força a cada quatro anos como resultado de cortes pela metade. A diminuição repentina do fluxo sem alteração real do estoque cria uma proporção mais alta ou um ativo mais acumulável.

O plano B usa dados de preços anteriores das duas primeiras partes para fazer projeções sobre o preço do Bitcoin daqui para frente. Com base nisso, o analista acredita que o preço do BTC chegará a US $ 55.000 em algum momento entre a metade de três e quatro. No entanto, conforme o tweet acima, o Plano B acredita que a falta de entendimento da metade está impedindo a decolagem do preço nessa direção agora.

Fonte: https://www.newsbtc.com/2020/01/23/mining-death-spiral-100000-bitcoin/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Principal sinal de ALTA de preço do Bitcoin que precedeu um raly para US $ 14.000 prestes a acontecer novamente ! ! !

20 Janeiro 2020 by 94 Comment Bitcoin 222 Views

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Enquanto o Bitcoin (BTC) tem lutado, experimentando dois mergulhos de 7% e 3%, respectivamente, o gráfico semanal da criptomoeda está à beira de imprimir um sinal de alta. O sinal em questão foi visto pela última vez antes do aumento de 288% do BTC de US $ 3.000 para US $ 14.000 em alguns meses.

 

A Trader CryptoParadyme observou que, com o último fechamento do preço do Bitcoin, no domingo, o indicador MACD (Moving Average Convergence Divergence) semanal que segue a tendência está prestes a imprimir um crossover de alta, com a linha MACD apenas fugindo do cruzamento acima da linha de sinal.

 

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Então, por que isso é relevante? Bem, como apontado no gráfico abaixo do NewBTC, a última vez que esse sinal técnico foi visto foi em fevereiro de 2019, apenas alguns meses antes de uma enorme explosão de preços que trouxe o BTC das profundezas dos US $ 3.000 para US $ 14.000 em daqui a alguns meses.

 

 

Além disso, cruzamentos de alta anteriores no MACD semanal levaram a reversões macro como a observada no início do ano passado. Obviamente, existem falsificações do indicador, mas há outros sinais que sugerem que a vantagem é iminente.

 

Não é apenas a formação do cruzamento MACD que analisa o Bitcoin.

Por relatórios anteriores da NewsBTC , Dave the Wave , um operador de criptomoeda que no meio do ano passado chamou que o Bitcoin iria cair para os US $ 6.000 quando os preços estavam bem acima de US $ 10.000, argumentou recentemente que o BTC está a caminho de atingir US $ 11.500.

 

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Apoiando essa previsão, Dave procurou uma confluência de fatores:

  1. O Bitcoin quebrou recentemente acima de um canal descendente que restringiu a ação dos preços por mais de seis meses, marcando uma grande vitória para os touros.
  2. A subida do BTC para US $ 11.500 satisfaria um padrão de gráfico histórico.
  3. Divergência Média de Convergência Média Móvel  (MACD) semanal  está começando a subir mais uma vez, o que foi um sinal visto em 2015/2016 quando o BTC passou de um mercado em baixa para um touro.

Sem mencionar, como apontado pelo analista de criptomoeda Thies, de acordo com o par de negociação Total2 do TradingView (todos os ativos digitais sem Bitcoin),
"apenas na semana passada, mostrou o maior volume de compras para os mercados de altcoin já registrados".

 

TOTAL2 on Tradingview.com shows the Total MarketCap of the crypto markets - BTC.

 

Enquanto alguns dizem que esses dados mascaram a realidade em parte, não há dúvida de que houve muita pressão de compra nos mercados de criptomoedas na semana passada, daí a explosão absoluta no preço do  Ethereum Classic ,  a visão do Bitcoin Satoshi e muitos , muitos outros.

 

 

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Bitcoin corrige ou rompe os $9.000 ? ? ?

16 Janeiro 2020 by 0 Comment Bitcoin 13 Views

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Bitcoin acaba de rejeitar US $ 8.900 em uma estrutura superior de curto prazo: traders temem que a tendência de baixa ainda não tenha terminado

O preço do bitcoin subiu para US $ 8.916 nas principais trocas de criptomoedas como BitMEX e Binance em 15 de janeiro. Desde então, o BTC caiu três por cento em uma formação superior típica de curto prazo.

Prazos mais baixos indicam uma estrutura superior dupla, o que normalmente sugere que o ativo tentou quebrar acima de um nível de resistência chave duas vezes em um curto período de tempo e falhou.

US $ 8.900 atuam como um forte nível de resistência desde o final de outubro. O BTC violou esse nível pela primeira vez desde meados de novembro de 2019.

 

O que vem a seguir para o bitcoin a curto prazo?

Em 21 de dezembro de 2019, o preço do bitcoin caiu para US $ 6.410 nas plataformas de negociação de margem à vista e em larga escala . Marcou um fundo de curto prazo, imprimiu um padrão inverso clássico de cabeça e ombros e subiu 39% em um mês.

Após uma recuperação de quase 40%, é necessário um recuo. Após uma subida abrupta da noite para o dia, é recomendável que um ativo seja corrigido, pois fortalece a tendência macro do ativo.

Embora uma retração tenha sido antecipada após um aumento tão grande em apenas algumas semanas, alguns traders estão considerando a possibilidade de a tendência de baixa ainda não ter terminado.

 

preço bitcoin

 

Um importante negociante de criptomoeda escreveu :

“Se você está lutando para definir a estrutura básica do mercado, mude para um gráfico de linhas e dê uma olhada no semanário. Veja muitos gráficos voando tentando ilustrar que o BTC quebrou sua estrutura de mercado em baixa. Não tem.

De certa forma, a recente quebra de bitcoin acima de US $ 8.900 ecoa a tendência que o mercado viu na última semana de outubro, quando o preço do bitcoin subiu para US $ 10.600.

Em 2 dias, o preço do bitcoin aumentou 43%, de US $ 7.400 para US $ 10.600, e passou a cair 40% nos dois meses seguintes.

Temores de uma correção mais profunda no curto prazo estão surgindo devido à magnitude e à velocidade do rali.

A mudança para US $ 8.900 era esperada nos últimos dois meses, mas seu grande rali da noite para o dia e a recuperação explosiva do mercado de altcoin abalaram muitos traders.

As altcoins estão deixando o BTC vulnerável?

Como disse o investidor bilionário Mike Novogratz, era difícil para investidores que estão envolvidos no mercado há muito tempo ver as altcoins subirem da mesma maneira que nas últimas 72 horas.

 Criptomoedas como Bitcoin Cash, Ethereum, Bitcoin SV, EOS e Litecoin aumentaram em qualquer lugar entre 20 a 140% em um período de 12 horas.

Após um aumento tão grande a curto prazo, geralmente ocorre uma correção. A magnitude do rali do mercado de altcoin poderia deixar o BTC vulnerável a uma correção maior do que o previsto.

À medida que a avaliação do mercado de criptomoedas subia quase US $ 40 bilhões em cerca de cinco dias, começaram a surgir grandes pedidos de vendas nas principais bolsas.

Ainda não se sabe se a rejeição do BTC em US $ 8.900 é apenas uma retração saudável apenas para testar novamente US $ 9.000 e níveis acima dele mais uma vez ou se é uma continuação de sua tendência de baixa.

Há um interesse significativo no mercado de negociação de margens, com o interesse aberto quase dobrando em uma semana e isso significa que um grande movimento é iminente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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