O Índice Bovespa, também conhecido por Ibovespa e utilizado nas corretoras pelo código IBOV, é o indicador mais importante para mensurar o desempenho das as ações do mercado financeiro Brasileiro.

 

 Esse índice é uma carteira teórica de ações que contém os ativos que movimentam os maiores volumes de negociação, algo em torno de 80% do total diário. 

O Ibovespa é um índice que já tem mais de 50 anos, tendo sido criado em meados de 1967 e computado a partir de 2 de janeiro de 1968.

Ele foi criado pelo departamento da Bolsa de Valores de São Paulo (que atualmente é a B3) como o primeiro índice desta bolsa. Apesar disso, na época, a grande concentração de negociação de ativos no Brasil se dava em outra Bolsa de Valores, a do Rio de Janeiro, e essa bolsa já tinha um índice, o IBV (Índice da Bolsa de Valores).

A metodologia do IBV foi tomada como base para a criação do Ibovespa. O conceito do índice também era relativamente simples. A ideia era criar uma carteira que, na data-base, tivesse um valor de mercado de 100 cruzeiros novos e o Ibovespa iniciaria valendo 100 pontos.

A valorização do índice acompanharia então a variação dessas ações que compõe o índice, cada uma na sua proporção. Houve um aperfeiçoamento e refinamento na maneira como o índice é calculado e como uma ação entra no índice, mas o conceito se mantém praticamente o mesmo até hoje.

Na época do primeiro pregão, o Ibovespa era composto por essas 17 ações: Aços Villares, Alpargatas, Antarctica, Banespa, Banco Itaú, Mappin, Cimento Itaú, Docas de Santos, Duratex, Indústrias Villares, Lojas Americanas, Brinquedos Estrela, Companhia Melhoramentos, Moinho Santista, Companhia Paulista de Força e Luz, Souza Cruz e Vale do Rio Doce.

Dessas empresas, apenas duas fizeram parte do Ibovespa durante todo o seu histórico: a Vale (que sucedeu a Vale do Rio Doce) e a Ambev (que aparecia na época como Antarctica). O Itaú e as Lojas Americanas ainda fazem parte hoje em dia, mas estiveram fora durante uma época do índice. Outras empresas como a Alpargatas, Duratex e CPFL Energia existem até hoje como empresas negociadas na B3, mas não fazem mais parte do índice.

 

O Que Significam os Pontos do Ibovespa?

A carteira teórica do Ibovespa é baseada na liquidez dos ativos expostos em bolsa. Para acompanhar o seu desempenho, a B3 (bolsa de valores brasileira) desenvolveu uma pontuação.

Cada ponto equivale a 1 real. Em outras palavras, se ele estivesse em 100 mil pontos, representaria um portfólio com valor de R$ 100 mil, ou seja, é o preço exato da carteira teórica das ações mais líquidas da B3.

Então, quando a pontuação do Ibovespa sobe, isso quer dizer que, na média, as ações que a compõem se valorizaram. Se ela cair, significa que boa parte dos papéis fecharam o dia no vermelho.

Apesar da quantidade de pontos ser importante para entender o patamar de valorização da Bolsa e a quebra dos 100.000 pontos ter sido um marco histórico, o mais importante na análise do Ibovespa não é a pontuação em si, mas sim a variação dessa pontuação em um período de tempo.

Isso significa que ao falar que o Ibovespa caiu ou subiu 1% você está dizendo na verdade que na média, as empresas que compõem o Ibovespa, cada uma na sua proporção, tiveram esse mesmo comportamento. É por isso que o Ibovespa serve como um indicador e referência para o desempenho das ações e de fundos de renda variável.

 

Como o Índice Ibovespa é Calculado? 

O cálculo do Ibovespa é feito a partir do peso que a ação tem na carteira teórica e o valor de sua cotação no dia. 

É preciso multiplicar o peso da ação pela cotação para encontrar a contribuição daquele ativos, em pontos, para a formação do índice. 

Ao realizar essa operação com todas as ações da carteira, você vai encontrar o número de pontos do Ibovespa.

Vale destacar que as cotações das ações são acompanhadas a todo momento e o cálculo é feito automaticamente a partir dos novos valores. Por isso, o Ibovespa oscila o tempo todo durante o funcionamento do mercado. 

 

Como uma empresa entra no Ibovespa?

O Ibovespa tem uma metodologia própria e é rebalanceado a cada quatro meses, ou seja, uma empresa pode entrar ou sair do índice somente nesses rebalanceamentos.

A ideia do Ibovespa é ser uma carteira que representa o desempenho do mercado como um todo, por isso, para entrar no Ibovespa a ação precisa, basicamente, ter um volume alto de negociação.

Apesar do valor de mercado da empresa ter uma relação direta com a participação dela no índice, é importante destacar que fazer parte do Ibovespa não necessariamente quer dizer que a empresa vale mais ou tenha mais valor, apenas que existe um número alto de negociações daquela ação específica.

Além disso, existem algumas regras adicionais.
Nenhuma empresa, mesmo que tenha diferentes classes de ações (como ordinárias e preferenciais) pode representar mais de 20% do índice. Ações que valem menos de R$1,00 também não são inclusas no índice. Existem ainda outras regras e parâmetros que embasam a composição do índice e eles podem ser lidos no site da B3.

 

Quais Ações Compõem o Ibovespa?

Esta tabela considera as variações na participação de cada um dos papéis na composição total do índice, apuradas para a abertura do dia.

 

Código  Ação Tipo Qtde. Teórica Part. (%)
ABEV3 AMBEV S/A ON 4.348.260.598 3,445
AZUL4 AZUL PN N2 317.417.183 0,769
B3SA3 B3 ON NM 2.047.569.597 5,356
BBAS3 BRASIL ON ERJ NM 1.418.466.803 3,622
BBDC3 BRADESCO ON ED N1 1.091.983.694 1,624
BBDC4 BRADESCO PN ED N1 3.873.597.664 6,445
BBSE3 BBSEGURIDADE ON NM 671.601.167 1,166
BPAC11 BTGP BANCO UNT N2 195.774.290 0,721
BRAP4 BRADESPAR PN N1 222.108.601 0,404
BRDT3 PETROBRAS BR ON NM 728.125.000 1,036
BRFS3 BRF SA ON NM 811.416.229 1,196
BRKM5 BRASKEM PNA N1 264.632.416 0,388
BRML3 BR MALLS PAR ON NM 840.495.419 0,748
BTOW3 B2W DIGITAL ON NM 194.586.014 0,659
CCRO3 CCR SA ON NM 1.115.695.556 0,993
CIEL3 CIELO ON NM 1.118.386.806 0,417
CMIG4 CEMIG PN N1 969.723.092 0,737
COGN3 COGNA ON ON NM 1.730.762.424 0,952
CRFB3 CARREFOUR BR ON NM 384.888.219 0,434
CSAN3 COSAN ON NM 153.417.832 0,612
CSNA3 SID NACIONAL ON 642.387.288 0,391
CVCB3 CVC BRASIL ON NM 145.151.224 0,204
CYRE3 CYRELA REALT ON NM 263.583.096 0,428
ECOR3 ECORODOVIAS ON NM 171.079.276 0,147
EGIE3 ENGIE BRASIL ON NM 254.813.401 0,66
ELET3 ELETROBRAS ON N1 324.865.142 0,611
ELET6 ELETROBRAS PNB N1 225.964.766 0,441
EMBR3 EMBRAER ON NM 735.918.554 0,681
ENBR3 ENERGIAS BR ON NM 295.402.225 0,329
EQTL3 EQUATORIAL ON NM 1.010.186.085 1,358
FLRY3 FLEURY ON ED NM 303.938.218 0,493
GGBR4 GERDAU PN ED N1 1.029.880.805 0,948
GNDI3 INTERMEDICA ON NM 458.380.483 1,579
GOAU4 GERDAU MET PN ED N1 662.644.908 0,286
GOLL4 GOL PN N2 134.613.917 0,188
HAPV3 HAPVIDA ON NM 217.060.254 0,653
HGTX3 CIA HERING ON NM 126.302.831 0,155
HYPE3 HYPERA ON NM 407.518.048 0,762
IGTA3 IGUATEMI ON ED NM 86.913.923 0,236
IRBR3 IRBBRASIL RE ON NM 931.245.594 1,687
ITSA4 ITAUSA PN EDJ N1 4.494.029.326 2,937
ITUB4 ITAUUNIBANCO PN EDJ N1 4.738.562.684 8,259
JBSS3 JBS ON NM 1.620.646.499 2,005
KLBN11 KLABIN S/A UNT N2 637.772.642 0,669
LAME4 LOJAS AMERIC PN N1 696.121.215 1,009
LREN3 LOJAS RENNER ON NM 781.384.541 2,27
MGLU3 MAGAZ LUIZA ON NM 661.834.080 1,822
MRFG3 MARFRIG ON NM 423.143.092 0,278
MRVE3 MRV ON NM 289.811.954 0,308
MULT3 MULTIPLAN ON N2 270.279.854 0,45
NTCO3 GRUPO NATURA ON NM 348.939.652 0,865
PCAR3 P.ACUCAR-CBD ON NM 156.504.298 0,699
PETR3 PETROBRAS ON N2 2.731.490.625 4,041
PETR4 PETROBRAS PN N2 4.520.185.835 6,242
QUAL3 QUALICORP ON NM 280.735.698 0,524
RADL3 RAIADROGASIL ON NM 213.553.757 1,395
RAIL3 RUMO S.A. ON NM 1.053.753.059 1,213
RENT3 LOCALIZA ON NM 560.843.706 1,514
SANB11 SANTANDER BR UNT 362.227.661 0,787
SBSP3 SABESP ON NM 339.982.576 1,088
SMLS3 SMILES ON NM 58.842.428 0,105
SULA11 SUL AMERICA UNT N2 278.742.752 0,821
SUZB3 SUZANO S.A. ON NM 725.859.318 1,509
TAEE11 TAESA UNT N2 218.568.274 0,357
TIMP3 TIM PART S/A ON NM 807.711.660 0,71
TOTS3 TOTVS ON NM 134.465.885 0,52
UGPA3 ULTRAPAR ON ED NM 1.085.159.631 1,128
USIM5 USIMINAS PNA N1 513.781.576 0,229
VALE3 VALE ON NM 3.158.277.584 7,626
VIVT4 TELEF BRASIL PN EJ 415.131.868 1,205
VVAR3 VIAVAREJO ON NM 1.148.258.639 0,864
WEGE3 WEG ON ED NM 740.696.136 1,742
YDUQ3 YDUQS PART ON NM 299.667.897 0,848
Quantidade Teórica Total     65.693.725.044 100
Redutor     17.600.698,29  

 

Os pontos do Ibovespa são um número índice que representam o valor em reais para compor uma carteira representativa do comportamento do mercado de ações brasileiro.

 

Fundos de índices

B3 também trabalha com uma modalidade que vem chamando cada vez mais a atenção dos investidores: os fundos de índices. Também conhecido pela sigla ETF (de Exchange Traded Funds), ele funciona como um fundo de investimento que pode ser comprado ou vendido como uma ação. Cada cota de ETF reflete a performance de um determinado índice de referência de um setor da economia.
Quando se aplica em um ETF, o investidor passa a deter uma parcela de todas as ações que compõem o índice de referência, sem ter de comprar separadamente os papéis de cada empresa.
Por mais que a carteira de referência do índice seja alterada, o investidor não precisa se preocupar já que o fundo será rebalanceado pelo gestor. Como o investimento é diversificado, não está direcionado para uma única empresa e dilui o risco para o investidor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado em Educação


BRASIL AINDA ESTÁ AMADURECENDO, QUANDO COMPARADO AO MERCADO DE ATIVOS AMERICANO. 

 

Iniciamos fazendo um comparativo entre a quantidade de empresas listada na bolsa de cada país.

No Brasil chegamos perto de 400 empresas listadas enquanto nos EUA são 13.5 x maior a quantidade de empresas, chegando a 5400 empresas

Segundo uma publicação feita pelo site de noticias infoMoney em 2013 "No Brasil, 0,3% das pessoas estão na cadeia, enquanto 0,29% investem na bolsa."

 No primeiro semestre deste ano o Brasil chega a 1 milhão de investidores pessoas físicas, após anos fazendo propaganda e incentivos, até mesmos liberando FGTS para compra de ações da petrobras, com 20% em cima do preço das ações da estatal.

Mesmo com a crescente demanda e insentivo do governo esses numeros não chegam a 0.5% da população do país, sendo que nos EUA esses valores ultrapassam 65% da população alcançando quase a população total do Brasil ou seja, mais de 214 Milhoes de investidores. 

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e Capitais (Anbima), lançou dados que demonstram a distância do brasileiro e o ambiente econômico. Logo, o órgão informou que 44% do país não possui sequer interesse na área.

“De maneira geral, as pessoas não estão preocupadas com a rentabilidade. Elas querem apenas guardar o dinheiro de forma segura. E poder contar com ele quando precisarem”, disse Ana Claudia Leoni, superintendente de Educação da Anbima.

O que há de errado?

Por consequência, é necessário refletir por que os brasileiros não participam do mercado acionário. Bem, na opinião do economista e consultor da Compliance Comunicação, Clodoir Vieira, o Brasil percorreu longos anos com juros altos. O que, obviamente, provoca grande abismo.

“Isso desanimou o investidor, pois ele não precisava se preocupar em tomar risco. Afinal, ele podia conseguir a mesma rentabilidade de forma segura”, destacou.

Entretanto, para ele, o acionista buscou a bolsa durante o momento em que a Taxa Selic encontrava-se em 7,25%. E assim, na pretensão de participar dos Fundos de investimentos Imobiliários (FII).

 

Brasileiros investem em Criptomoedas

 

 

O número de brasileiros que investem em criptomoedas superou, em duas vezes, a quantidade de investidores cadastrados na bolsa brasileira B3 (antiga BM&FBovespa), de acordo com informações divulgadas recentemente pelo O Estado de S.Paulo. Segundo as corretoras de criptomoedas do país, já são 1,4 milhão de pessoas investindo nas moedas digitais – como o Bitcoin – no país.

A quantidade de investidores que decidiu realizar aportes em criptomoedas no Brasil, segundo a reportagem, é mais que o dobro do número de CPFs cadastrados na B3 – cerca de 642 mil no mês de janeiro, de acordo com dados da própria bolsa. O número de investidores em criptomoedas também se aproxima do total de investidores do programa Tesouro Direto, que se mantém no patamar dos 1,8 milhões de pessoas.

Expansão e volatilidade

A alta volatilidade das moedas digitais parece não ter afugentado os investidores. Segundo o jornal, o volume movimentado pelas criptomoedas no Brasil em 2017 foi de R$ 8,2 bilhões.

Não é possível prever, no entanto, se a procura pelas criptomoedas será tão intensa também em 2018 – principalmente por conta da intensa volatilidade no preço de moedas como o Bitcoin. Em dezembro de 2017 a moeda digital mais famosa do mundo chegou próximo ao patamar dos US$ 20 mil, mas recuou para baixo de US$ 6,5 mil no início do mês passado.

O mesmo ocorreu com outras criptomoedas, como a LiteCoin e o Ethereum, que têm se recuperado nas últimas semanas após um forte tombo no início de fevereiro. Apesar da brusca queda no valor das moedas, o interesse dos investidores em relação às criptomoedas parece se manter – ao menos por enquanto.

Acessibilidade

Um dos principais fatores que podem ajudar a explicar a grande quantidade de investidores de criptomoedas no Brasil é a acessibilidade do investimento, já que é possível adquirir apenas uma fração das moedas digitais, em aportes de apenas dois dígitos.

Esta facilidade permitiu que curiosos ou entusiastas com pouco dinheiro para investir nas moedas digitais realizassem suas aplicações apostando em uma valorização das criptomoedas – como aquela vista no final do ano passado.

Perfil dos investidores em criptomoedas

De acordo com dados das corretoras de moedas digitais, o grupo de investidores do Bitcoin no Brasil é formado – em sua maioria – por homens solteiros, que estão em uma faixa de idade entre 25 e 35 anos. Curiosamente, este é o perfil de um dos principais grupos de investidores da bolsa brasileira.

 

Fontes de pesquisa: 
https://guiadoinvestidor.com.br/brasil-so-tem-400-empresas-listadas-na-bolsa-contra-5-400-nos-eua/
http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-08/pesquisa-mostra-que-58-dos-brasileiros-nao-tem-investimentos
https://andrebona.com.br/numero-de-brasileiros-que-investem-em-criptomoedas-chega-a-14-milhao/

 

 

 

Publicado em Educação

 

No começo do mês de Janeiro publicamos uma noticia aqui em nosso portal intitulada: O que acha de de negociar ações do portifolio da Nasdaq com criptomoedas? O mercado de ações e o mercado de criptomoedas estão cada vez mais próximos, e esta é a tendência.  

 

O mesmo grupo empresarial que rege uma das maiores plataformas finaceiras INTERNACIONAIS anunciou essa semana que irá lançar uma plataforma Abra a empresa irá disponibilizar investimentos em ações e ETFs, usando bitcoin. 

O melhor de tudo e isso devemos a tecnologia que as criptomoedas trazem inerente a elas, é TAXA de $0, Mínimo para inicia um investimento $5, ira iniciar em 155 países. (Segundo informações contidas no site: https://www.abra.com)  

 

O aplicativo conta com 30 diferentes tipos de investimentos em criptoativos, todos eles poderão ser comprados usando fiat (dólar ou real) , atualmente é possível comprar com cartão de crédito e transferência bancária (apenas disponível para as Filipinas e Estados Unidos).

A carteira de bitcoins é não custodial, ou seja, você sempre tem o controle dos seus criptoativos. Segundo entrevista dada a Forbes, o CEO afirmou que será possível comprar diversos assets com moeda corrente ou criptomoedas.

A versão do aplicativo contendo ações da Apple, Facebook, ETFs e commodities ainda não está disponível para o público em geral. Todos aqueles que se cadastrarem para o acesso antecipado, ganharão taxa 0 no trade de ações e ETFs em 2019.

Atualmente as ações e outros arquivos do mercado tradicional não são baseados no blockchain. Então como a Abra adicionará essas opções à sua plataforma?

As opções de investimentos são “contratos criptocolaterizados”. O CEO da Abra, Barhydt, explicou para a Forbes que:

“Se você usa o Abra agora para segurar euros, ou monero ou zcash no aplicativo , o que você está realmente recebendo é o que chamamos de contrato ‘criptocolaterizados’. Basicamente, ele pega bitcoin e o atribui ao valor de qualquer ativo para o qual você quer exposição.

Seja o euro, o monero, o zcash – ou com este novo anúncio da Apple, não faz diferença. Ou seja, se você comprar US $ 1.000 da Apple e estiver usando bitcoin para realmente fazer o contrato, se o preço da Apple subir, você acaba com mais bitcoin, se o preço da Apple cair você acaba com menos bitcoin. “

Isso significa que a Abra não compra as ações em nome do usuário, facilitando os processos legais, a verdade é que eles apenas provém a liquidez para a compra e venda dos ativos, por meio de hedging e outras ações.

O processo de compra e venda dos criptoativos também é diferenciado, eles utilizam contratos inteligentes disponíveis na rede do bitcoin. Dessa forma o cliente mantém o controle das criptomoedas.

A interface parece extremamente simples até para os usuários mais novatos.

No final os usuários precisarão confiar no sistema proprietário que faz todas essas negociações praticamente automaticamente. Apesar disso a empresa tem um histórico positivo e no ano passado movimentou mais de 1 bilhão de dólares, sem contar o historico de anos com a Western Union.



Acreditamos que futuramente todo o mercado financeiro será "TOKENIZADO" (todas as bolsas de valores) e estará com implementação da tecnologia blockchain.

 

 

 

 

Publicado em Bitcoin

O bitcoin e outros importantes preços de moedas digitais caíram nesta quinta-feira na Ásia depois de negociar com leve alta mais cedo no dia seguinte à notícia de que Bielorrússia vai permitir que os investidores usem criptomoedas para comprar ativos reais, incluindo ações e ouro.

 

bitcoin caía 0,06% para US$ 3.591,5 em 4h25.

 

ethereum subia 0,3%, para US$ 120,86, o XRP caía 0,4%, para US$ 0,32400, e Litecoin também foi negociado 0,4% mais baixo, para US$ 30,891.

 

A Bielorrússia lançou uma plataforma na qual os investidores possam comprar ações, ouro e outros ativos tradicionais com criptomoedas, de acordo com um relatório da Reuters.

 

 

"Esta é a primeira plataforma no mundo onde os investidores de cripto poderão diversificar seus investimentos em ativos reais", disse o proprietário da VP Capital, Viktor Prokopenya, à Reuters em uma entrevista. A VP Capital participou no lançamento desta plataforma.

 

Para fazer isso, os comerciantes da antiga república soviética usam criptomoedas para comprar fichas que rastreiam o valor dos ativos reais, tanto no país quanto no exterior. Atualmente, existem 150 tipos de tokens que correspondem a instrumentos financeiros tradicionais, como ouro, petróleo, metais e até ações da Apple Inc (NASDAQ:AAPL).

 

Espera-se que a plataforma emita 10.000 tokens.

 

Para demonstrar seu apoio, o governo da Bielorrússia não cobrará impostos sobre tais transações até 2023. Mais cedo, aprovou uma lei sobre criptomoedas, esperando poder ajudar as empresas bielorrussas a atrair capital estrangeiro.

 

A Bielorrússia é outra pequena nação que anunciou que apoiaria o uso de criptomoedas nesta semana. Dizem que as Ilhas Marshall estão liderando o desenvolvimento de uma criptomoeda nacional.

 

A Venezuela também emitiu uma moeda Petro com lastro de petróleo no ano passado, na esperança de tirar o país da hiperinflação.

 

No entanto, o Japão, a Dinamarca e a Bulgária anunciaram intenções de regular o comércio de criptografia com mais rigor nesta semana, em linha com o compromisso anunciado pelos líderes do grupo G20 de nações em sua cúpula em Buenos Aires no mês passado.

 

Em outras notícias, as gigantes petrolíferas a Chevron (NYSE:CVX) e a Total anunciaram que se juntaram à plataforma baseada em blockchain Vakt. Os apoiadores das cripto esperam que a popularização da tecnologia blockchain leve a uma aceitação mais ampla e ao uso de criptomoedas.

Publicado em Altcoins

 

Nasdaq: Mercado em baixa não impedirá nossos contratos futuros Bitcoin

A Nasdaq mesmo com mercado em queda, não volta atrás e vai continuar com os planos de lançar os contratos futuros de Bitcoin. Dizem fontes de dentro da organização.

Os cripto-entusiastas acordaram na manhã de terça com uma notícia boa, fontes ligadas a Nasdaq afirmam que a empresa está trabalhando para atender os requisitos do principal regulador de swaps dos EUA, a Commodity Futures Trading Commission (CFTC), antes de lançar os contratos.

mercado em dezembro do ano passado, levando a primeira criptomoeda atingir seu recorde de preço quase US $ 20.000 no auge do mercado global de criptomoedas.

Nasdaq

As negociações de contratos futuros de Bitcoin chamaram a atenção do mercado no final de 2017, quando a CME Group Inc. e a Cboe Global Markets Inc.usaram um processo de autocertificação acelerado para disponibilizar seus contratos ao mercado em dezembro do ano passado, levando a primeira criptomoeda atingir seu recorde de preço quase US $ 20.000 no auge do mercado global de criptomoedas.

 

 

Mesmo com o lançamento de contratos futuros o mercado de criptomoedas não sustentou sua alta e agora está operando em tendência de baixa, as grandes esperanças de que os futuros do Bitcoin trariam uma nova onda de investimento institucional nas criptomoedas não se sustentarame o ano de 2018 foi marcado por grandes crashs no mercado, com o preço do Bitcoin caindo de cerca de US $ 20.000 para menos de US $ 4.000.

A Nasdaq no ano passado foi uma das primeiras empresas de Wall street a se interessar pelas criptomoedas, fontes relataram na época que a empresa disponibilizaria a negociação de criptomoedas para seus clientes já no primeiro trimestre de 2019.

Em janeiro, a CEO da Nasdaq, Adena Friedman, disse que a bolsa estava avaliando como diferenciar seus contratos dos que já são oferecidos pelos concorrentes. Os futuros da Nasdaq serão baseados no preço do Bitcoin em várias bolsas spot, que será disponibilizado pela VanEck Associates Corp., disse a fonte. O CME usa preços de quatro mercados, enquanto que na Cboe é apenas um.

Separadamente, VanEck tem tentado obter a aprovação da Securities and Exchange Commission para um fundo negociado em bolsa baseado em criptomoedas, a famosa ETF. Recentemente a comissária da SEC, Hester Peirce declarou que é a aprovação da ETF é “definitivamente possível”.

A Nasdaq não é a única grande empresa de Wall street de olho no Bitcoin. A Intercontinental Exchange Inc., dona da Bolsa de Valores de Nova York, disse na semana passada que lançará sua própria plataforma de negociação de criptomoedas, a Bakkt, em 24 de janeiro, disponibilizando no mercado seus próprios contratos.

Os funcionários da Nasdaq se recusaram a comentar a notícia. Um representante externo da VanEck e uma porta-voz da CFTC não responderam a pedidos de comentários.

 

 

Publicado em Altcoins

O projeto de criptografia CHC  da Intercontinental Exchange (ICE)  celebrou a véspera de Ano Novo com o anúncio de uma rodada de ações no valor de US $ 182,5 milhões de uma enorme quantidade de investidores institucionais notáveis. 

A ICE, operadora de várias bolsas globais, incluindo a Bolsa de Valores de Nova York, estabeleceu a BAKKT para construir uma plataforma de negociação que permite que consumidores e instituições comprem, vendam, armazenem e gastem ativos digitais.

Esta é a primeira rodada de financiamento institucional da Bakkt, não foi uma venda simbólica. Participaram da rodada: Horizons Ventures, da Microsoft braço de capital de risco (M12), Pantera Capital, Naspers Fintech parceira da (PayU), protocolos de empreendimentos, Boston Consulting Group, CMT Digital, Seven Eagle, Galaxy Digital, parceiros Goldfinch e outras.

Bakkt está atualmente buscando aprovação regulatória para lançar um contrato de Bitcoin de um dia entregue fisicamente junto com o armazenamento físico. A startup inicialmente planejada para um lançamento em novembro de 2018, mas confirmou que um relatório anterior da CoinDesk estava atrasando o lançamento para o “início de 2019” enquanto aguarda a permissão da Commodity Futures Trading Commission. 
Junto com o financiamento, o blog de notícias de criptografia The Block Crypto também relata que Bakkt contratou BALAJI DEVARASETTY, ex-vice-presidente da Vantiv, como chefe de tecnologia.

O projeto de criptografia da ICE foi anunciado pela primeira vez em agosto e é liderado pelo diretor executivo KELLY LOEFFLER, diretor de comunicação e marketing de longa data da ICE. 

Bakkt  assinou rapidamente parcerias com a Microsoft, que fornece a infra-instrutora em nuvem para o serviço, e a Starbucks, para desenvolver “aplicativos práticos, confiáveis ​​e regulados para os consumidores converterem seus ativos digitais em dólares para uso na  Starbucks” A vice-presidente de pagamentos da Starbucks, MARIA SMITH, disse em um comunicado na época.

Muitas startups fracassaram em 2018, apesar dos valores recorde de capital de risco investido na indústria. Isso ocorreu como resultado de ofertas iniciais de moeda falidas, uma incapacidade de escalar após períodos de rápido crescimento e a queda do preço do Bitcoin . Ainda assim, os investidores de capital de risco permaneceram otimistas em relação à tecnologia Bitcoin e blockchain em 2018, canalizando um total de US $ 2,2 bilhões em projetos de criptografia baseados nos EUA - um aumento de quase 4 vezes em relação ao ano 2017. Em todo o mundo, o investimento atingiu um total de US $ 4,6 bilhões - um aumento de mais de 4 vezes em relação ao ano 2017, segundo a PitchBook.

“Notavelmente, 2018 foi o ano mais ativo para a criptografia em sua breve história de dez anos”, escreveu LOEFFLER. “Isso foi evidenciado pelo aumento do investimento em tecnologia de contabilidade distribuída e ativos digitais, bem como pelas métricas de rede blockchain, como valor de transação de bitcoin diário e endereços ativos. No entanto, esses marcos tendem a ser ofuscados pelo foco mais estreito no preço do bitcoin, que tem sido visto por alguns, como um proxy para o potencial da tecnologia. ”

Hoje, o preço do Bitcoin está em torno de US $ 3.700, um ano depois de uma corrida histórica ter valorizado o criptomoeda em cerca de US $ 20.000 . O acidente levou muitos a descartar o Bitcoin e sua tecnologia subjacente, enquanto outros continuaram comprometidos com a tecnologia e seu potencial para a completa quebra financeira. Um projeto como o Bakkt, criado internamente em uma instituição financeira respeitada com o apoio de negócios notáveis, é uma aposta lógica para investidores privados tradicionais e crípticos.

"O caminho para o desenvolvimento de novos mercados raramente é linear: o progresso tende a modular entre inovação, demissão, reinvenção e, finalmente, aceitação", acrescentou LOEFFLER. “Cada etapa, seja parte da descoberta ou da adversidade, fortalece o produto. Vinte anos atrás, era controverso sugerir que commodities ou títulos poderia se negociar eletronicamente em uma tela, e muitos passos eram necessários para que essa evolução se desenvolvesse ”.

 

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