O Brasil bateu um novo recorde dia 10 de abril quando as exchanges brasileiras negociaram mais de 100 mil bitcoins em 24 horas. Em paralelo, novos dados do país informam que sua atividade econômica em fevereiro caiu para o menor patamar dos últimos nove meses.

 

A batalha entre o Brasil e a Argentina pela supremacia do mercado de Bitcoins na América Latina alcançou uma nova dimensão. O Cointrader Monitor, uma ferramenta de monitoramento que analisa os movimentos de preços do Bitcoin no Brasil, anunciou que as exchanges de criptomoedas brasileiras negociaram mais de 100.000 BTC em 10 de abril de 2019.

 

Esse aumento no volume de Bitcoins negociados coincide com os recentes aumentos nos valores do Bitcoin, ultrapassando o preço de R$ 20 mil. Como resultado, em 10 de abril, o valor total negociado foi superior a R$ 2 bilhões, (1 USD = 3,9 BRL), como mostra o post da Cointrader Monitor.

 

Apesar dos muitos obstáculos que tentam sufocar o desenvolvimento do mercado de criptomoedas no país, a realidade econômica do Brasil dita o contrário.

 

Segundo a Reuters, em fevereiro de 2019, a atividade econômica do país foi a menor nos últimos nove meses, a agência complementou:

 

“O IBC-BR, índice de atividade econômica do banco central, um dos principais indicadores do Produto Interno Bruto (PIB), caiu 0,73% em fevereiro ante janeiro. Isso seguiu uma queda revisada de 0,31% em janeiro, uma contração menor do que a relatada pela primeira vez.”

 

Assim, muitos apontam para os males econômicos do país como uma das razões para o surgimento de seu mercado de criptomoedas, como afirmou o portal The Rio Times:

 

“Uma queda na economia é provavelmente a razão para o aumento das criptomoedas no Brasil.”

 

Reguladores e bancos tradicionais vêm tentando interromper as trocas de Bitcoins no Brasil. Por exemplo, várias das exchanges de Bitcoin do Brasil, como a Bitcoin Market, tiveram suas contas bancárias fechadas porque juízes determinaram que os bancos tradicionais podem encerrar as contas de exchanges de criptomoedas sem nenhuma consequência legal.

 

Mais recentemente, o banco Santander bloqueou arbitrariamente a conta de umas das maiores exchanges do país, a Mercado Bitcoin. Depois de uma batalha judicial, um juiz negou o recurso do banco para manter bloqueada a conta bancária da exchange.

 

 

Fonte: Cointelegraph

Publicado em Bitcoin

 

A agência internacional de classificação de risco Weiss Cryptocurrency Ratings publicou na última quinta-feira (03) sua previsão para o mercado de criptomoedas e apontou o Bitcoin e a Ripple como os projetos que terão mais sucesso em 2019. A empresa também classificou o ano de 2018 como um “desastre” e o de 2017 como “o grande ano”.

 

De acordo com as previsões, 2019 será o ano de maior adoção ao bitcoin como reserva de valor, estabelecendo firmemente o status de ‘ouro digital’, um conceito atribuído à criptomoeda por muitos da comunidade.

 

Prenúncio de nova ‘alta histórica’

O relatório sugeriu que o preço do BTC — avaliado em R$ 15.100,00 (US$ 4.070.00) na publicação desta matéria, segundo o IPB — poderia atingir uma nova máxima histórica em 2019.

Essa previsão vem do ciclo natural da criptomoeda ao longo do tempo, quando encerrava-se uma fase de queda seguida pela ATH (sigla em inglês para ‘alta histórica’).

Em dezembro do ano passado, a agência de risco já havia recomendado aquele período vivido pelo bitcoin como o melhor momento para comprar a criptomoeda.

 

Em um tuíte, a Weiss disse que o Bitcoin estaria chegando a níveis de preço muito baixos e que era uma das melhores oportunidades de compra do ano, afirmando:

“Como reserva de valor, o Bitcoin veio para ficar.”

 

2019 seria o ano da virada da Ripple

A Weiss também prevê um ano significativo para o XRP, token da Ripple, especialmente em sua busca de conquistar o ecossistema global de pagamentos.

Ao identificar seu progresso, a agência disse que a Ripple tem o potencial de competir com a SWIFT, instituição líder no mercado que cria e padroniza canais de comunicação entre centenas de bancos para realização de transações financeiras internacionais.

[A agência reforça a tese de que a Ripple não vê o Bitcoin como concorrente, segundo palavras de Cory Johnson, estrategista-chefe de mercado da empresa, em novembro do ano passado]

A Ripple passou a maior parte do ano de 2018 fechando parcerias e ampliando sua rede de aplicativos relacionados ao setor bancário, onde está o foco do seu projeto.

Para a Weiss, há até uma possibilidade do XRP chegar ao topo em termos de valor de mercado por um breve período de tempo. O que poderia ocasionar isso, segundo a agência, seria um aumento considerável do uso do criptoativo como um token de utilidade.

Lembrando que, não por isso, mas por outros fatores, o XRP tomou o lugar do ETH por um tempo em meados de novembro de 2018. A última vez que o XRP havia superado o ETH foi em 21 de setembro do mesmo ano, porém durou menos de um dia.

 

 

Tempos ruins para Bitcoin Cash e Litecoin

No que diz respeito ao restante do mercado, a Weiss prevê que algumas criptomoedas devem alcançar uma boa posição no mercado enquanto outras, gradualmente, irão desaparecer.

Criptomoedas ‘semelhantes’ ao bitcoin, como Bitcoin Cash e Litecoin, a agência diz que estão destinadas a falhar devido à ausência de inovações.

 

 

Internet 3.0 pode alavancar alguns projetos

Em decorrência dos esforços de uma mudança de paradigma na tecnologia da Internet (a chamada ‘Internet 3.0’) por meio de projetos da EOS e Cardano, o top 10 do mercado pode sofrer alterações, segundo o relatório. Novas criptomoedas, como a Holochain, podem ser promissoras.

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Nasdaq: Mercado em baixa não impedirá nossos contratos futuros Bitcoin

A Nasdaq mesmo com mercado em queda, não volta atrás e vai continuar com os planos de lançar os contratos futuros de Bitcoin. Dizem fontes de dentro da organização.

Os cripto-entusiastas acordaram na manhã de terça com uma notícia boa, fontes ligadas a Nasdaq afirmam que a empresa está trabalhando para atender os requisitos do principal regulador de swaps dos EUA, a Commodity Futures Trading Commission (CFTC), antes de lançar os contratos.

mercado em dezembro do ano passado, levando a primeira criptomoeda atingir seu recorde de preço quase US $ 20.000 no auge do mercado global de criptomoedas.

Nasdaq

As negociações de contratos futuros de Bitcoin chamaram a atenção do mercado no final de 2017, quando a CME Group Inc. e a Cboe Global Markets Inc.usaram um processo de autocertificação acelerado para disponibilizar seus contratos ao mercado em dezembro do ano passado, levando a primeira criptomoeda atingir seu recorde de preço quase US $ 20.000 no auge do mercado global de criptomoedas.

 

 

Mesmo com o lançamento de contratos futuros o mercado de criptomoedas não sustentou sua alta e agora está operando em tendência de baixa, as grandes esperanças de que os futuros do Bitcoin trariam uma nova onda de investimento institucional nas criptomoedas não se sustentarame o ano de 2018 foi marcado por grandes crashs no mercado, com o preço do Bitcoin caindo de cerca de US $ 20.000 para menos de US $ 4.000.

A Nasdaq no ano passado foi uma das primeiras empresas de Wall street a se interessar pelas criptomoedas, fontes relataram na época que a empresa disponibilizaria a negociação de criptomoedas para seus clientes já no primeiro trimestre de 2019.

Em janeiro, a CEO da Nasdaq, Adena Friedman, disse que a bolsa estava avaliando como diferenciar seus contratos dos que já são oferecidos pelos concorrentes. Os futuros da Nasdaq serão baseados no preço do Bitcoin em várias bolsas spot, que será disponibilizado pela VanEck Associates Corp., disse a fonte. O CME usa preços de quatro mercados, enquanto que na Cboe é apenas um.

Separadamente, VanEck tem tentado obter a aprovação da Securities and Exchange Commission para um fundo negociado em bolsa baseado em criptomoedas, a famosa ETF. Recentemente a comissária da SEC, Hester Peirce declarou que é a aprovação da ETF é “definitivamente possível”.

A Nasdaq não é a única grande empresa de Wall street de olho no Bitcoin. A Intercontinental Exchange Inc., dona da Bolsa de Valores de Nova York, disse na semana passada que lançará sua própria plataforma de negociação de criptomoedas, a Bakkt, em 24 de janeiro, disponibilizando no mercado seus próprios contratos.

Os funcionários da Nasdaq se recusaram a comentar a notícia. Um representante externo da VanEck e uma porta-voz da CFTC não responderam a pedidos de comentários.

 

 

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