Blockchain (24)

Novo Bitcoin ??? Grupo de Elite Acadêmica uni forças para construir Sistemas de Pagamentos Descentralizados.

30 Julho 2019 by 13729 Comment Blockchain 9192 Views

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Unit-e é um trabalho em andamento de uma organização sem fins lucrativos que se chama Research de Tecnologias Distribuídas (DTR), que lançou oficialmente no mesmo dia em que anunciou o trabalho sobre a criptomoeda. Segundo a Bloomberg , o grupo inclui professores do MIT, Stanford, Berkeley e outras quatro universidades americanas.

Por que Unit-e?

Preocupações sobre as limitações de escalabilidade na criptomoeda parecem estar direcionando os esforços atuais da DTR, que visam abordar “os desafios técnicos não resolvidos da escalabilidade de blockchain”, de acordo com o comunicado de imprensa.

Nesse contexto, escalabilidade significa a capacidade de um blockchain de registrar transações de criptomoeda rapidamente à medida que o tamanho do blockchain ou o número de usuários de criptomoeda aumenta.

A escalabilidade é vista como uma das principais perguntas não respondidas para criptomoedas como bitcoin, que atualmente gerencia uma taxa máxima de apenas sete transações por segundo. O Ethereum é um pouco melhor, com até 30 transações por segundo, mas ainda assim é uma magnitude menor que a taxa de transferência que seria necessária para tornar a criptomoeda utilizável para pagamentos diários. (Para o contexto, a Visa diz que sua rede de pagamentos pode suportar cerca de 24.000 transações por segundo.)

O DTR antecipa que a Unidade-e seja capaz de suportar cerca de 10.000 transações por segundo. Até agora, o grupo divulgou poucas informações explicando como a Unidade-e fará isso, mas o comunicado de imprensa menciona pesquisas em duas áreas relevantes. O primeiro é o modelo de consenso de blockchain, que determina como uma rede de computadores em um blockchain concorda com qual informação gravar no blockchain. Os modelos de consenso usados ​​por Bitcoin e Ethereum são parte da razão pela qual esses blockchains não podem suportar altas taxas de transações em escala; presumivelmente, os pesquisadores de DTR esperam construir um modelo de consenso melhor para a Unit-e.

DTR também disse que seus pesquisadores estão trabalhando em técnicas de fragmentação de blockchain. O sharding permite que os nós em um blockchain armazenem apenas parte dos dados que existem em um blockchain. A fragmentação eficiente é outra maneira de aumentar a velocidade e a escalabilidade das transações.

 

Quão diferente é a Unidade-e?

Conseguir uma melhor escalabilidade através de novos modelos de consenso ou outras técnicas não é de forma alguma uma ideia nova. Vários outros projetos de blockchain ou criptomoedas, como EOS e Nano, já estão funcionando há algum tempo em direção à mesma meta de escalabilidade dos pesquisadores da Unit-e.

Unidade-e se destaca como o trabalho de acadêmicos, em vez de desenvolvedores do setor privado ou investidores - embora não esteja claro se os professores envolvidos no trabalho estão construindo Unidade-e puramente para fins de pesquisa ou pode ter um empreendimento comercial em mente.

Por enquanto, teremos que esperar pelo próximo livro da DTR, “Sistemas de Pagamentos Descentralizados: Princípios e Design”, para aprender mais sobre os detalhes técnicos por trás da Unit-e. E não veremos a Unidade-e em ação até pelo menos o Quarto Trimestre de 2019, quando a DTR espera levar a rede ao vivo.

 

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Presidente do Banco Central do Brasil diz que blockchain vai ‘inovar o mundo financeiro’

27 Março 2019 by 41 Comment Blockchain 414 Views

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O novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, parece estar vivendo um caso de amor com a tecnologia Blockchain. Pela terceira vez em menos de dois meses, ele a citou em discurso público.

 

A última delas foi em Brasília, nesta quarta-feira (27), em um discurso durante uma conferência promovida pelo Banco Central do Brasil e a Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central chamada LIFT (Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas).

 

“Acredito que duas tecnologias, principalmente, vão inovar no mundo financeiro. O blockchain, na parte de rede e de registro, e o uso da nuvem, para armazenar informações dos usuários. Os bancos estão virando empresas de informação”, disse Campos Filho.

 

Em seguida, afirmou que a inovação têm o papel fundamental de democratizar e desburocratizar o acesso ao mercado e à informação, de reduzir custos operacionais com a digitalização e de desmonetizar, que é reduzir custos do negócio.

Reiterou interesse em blockchain

 

No final de fevereiro, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) a o nome de Roberto Campos Neto para presidir o Banco Central no lugar de Ilan Goldfajn, atual presidente da instituição. Na ocasião, ele falou da tecnologia pela segunda vez.

 

A primeira foi no início do mesmo mês. Campos Neto contou na Câmara que tinha estudado e se dedicado intensamente ao desenho de como será o sistema financeiro do futuro — ele disse que participou de estudos sobre blockchain e ativos digitais.

 

Quando falava ao plenário em relação a medidas de inovação e eficiência para deixar o Brasil bem posicionado quanto às novas tecnologias, o futuro presidente reiterou seu interesse na tecnologia blockchain.

 

Ele falou que Blockchain, Inteligência Artifical (IA), identidade digital, pagamentos instantâneos, open banking, dentre outras inovações, estão alterando completamente os modelos de negócios e os serviços financeiros, segundo publicação do O Globo.

 

Família Banco Central

 

Formado em economia, com especialização em finanças, pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Campos Neto tem 49 anos.

 

Entre 1996 e 1999, ele trabalhou no Banco Bozano Simonsen, onde ocupou os cargos de operador de Derivativos de Juros e Câmbio, operador de Dívida Externa, operador da área de Bolsa de Valores e executivo da Área de Renda Fixa Internacional. De 2000 a 2003, trabalhou como chefe da área de Renda Fixa Internacional no Santander Brasil.

 

Conforme lembrou a Agência Brasil, o avô do futuro presidente do BC, o economista Roberto Campos, comandou o Ministério do Planejamento no governo Castelo Branco, de 1964 a 1967. Nesse período, ele foi um dos idealizadores e presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de agosto de 1958 a julho de 1959.

 

O Lift

 

O LiftDay é um evento no qual serão expostas inovações em tecnologia da informação ligadas ao Sistema Financeiro Nacional. Faz parte do projeto grandes empresas como o Instituto Fenasbac, Microsoft, IBM, AWS e Oracle.

 

No evento, os participantes da edição 2018 expõe as soluções trabalhadas no Laboratório. Entre as temáticas desenvolvidas estão pagamentos, cibersegurança e crédito.

 

Representantes do Banco Central, Fenasbac, Instituto Fenasbac e da academia discutirão o papel da inovação de forma mais ampla, tratando de temas como tendências, regulação e ecossistema de inovação no Brasil.

 

 

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O Blockchain pode aposentar os cartórios?

08 Março 2019 by 1 Comment Blockchain 305 Views

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Bitcoin não foi a primeira tentativa de dinheiro virtual. Como podemos imaginar, dinheiro é um assunto muito importante para não serem desenvolvidas pesquisas para desenvolver melhores meios de pagamento ou reservas de valor. Experimentos como o DigiCash e BitGold são famosas tentativas anteriores que não foram tão bem-sucedidas quanto a atual safra de criptomoedas.

A história do Bitcoin passa por diversas inovações anteriores que possibilitaram a implementação da solução de Satoshi Nakamoto. Dentre essas técnicas, normalmente enfatizamos as questões criptográficas, porém há um outro conjunto de soluções que tornaram as blockchains relativamente úteis: as organizacionais.

Uma questão extremamente relevante é relacionada ao discurso, já cliché, de que blockchains poderiam substituir cartórios. Essa frase vem da ideia de que blockchains registram de maneira confiável o que quer que insiram nelas. O sistema contábil atual busca, de outra maneira, reduzir erros.

No incrível texto de Ian Grigg, em 2005 já se discutia como o sistema contábil evoluiu e como algum dinheiro digital seria um passo natural nessa evolução. Atualmente, toda entrada e saída em um livro contábil se refletem, idealmente, em saídas e entradas em outro livro de outro player.

Esse sistema, criado no século XV, foi fundamental para a evolução da confiança entre empresas e governos, porém possui problemas de escalabilidade quando as empresas crescem excessivamente e a rede de companhias fica mais complexa. As blockchains resolvem isso, publicizando de maneira razoavelmente segura a entrada, a saída e (partes dos) livros de cada participante. Haveria, portanto, como evitar fraudes e falhas de maneira algorítmica pela simples evolução organizacional que as blockchains representam.

Onde há a possibilidade de dados públicos – evidentemente não é desejável para todas firmas que suas transações sejam públicas – as blockchains teriam utilidade se forem de fato seguras. Contudo, há atualmente muitos questionamentos vindo da academia e práticos a respeito da segurança e descentralização do Bitcoin e demais criptomoedas.

Com as recentes demonstrações de poder de mineradores e desenvolvedores – fork do Ethereum cancelado unilateralmente, mining war entre BCH e BSV, estratégia de desenvolvimento da Tron, entre inúmeras outras – temos que talvez tenha se tornado vazio falar de descentralização. Ainda acho que essa questão é insuficiente e mostra falta de rigor conceitual a respeito de blockchains públicas, porém deve ser respondida por times de desenvolvimento ou pesquisadores favoráveis às blockchains.

Da minha parte, acredito que não há um conceito fechado de descentralização, mas também isso não implica em negar o potencial das criptomoedas.

Prossigo, a descentralização é multidimensional: mineração é um mercado quantitativo; desenvolvimento é uma organização que provê de maneira monopolística algum bem para uma concorrência. O primeiro pode ser acompanhado via métricas tradicionais de poder de mercado em indústrias, o segundo é bem mais sutil, mas pode importar ferramentas de governança corporativa.

Em todo o caso, ambos os escopos estão subscritos a um mercado que a abandonaria a inovação se ela não for útil, ou seja, a descentralização, se for útil, será defendida nas duas frentes. Resta saber se é útil. A questão organizacional é, dessa forma, parte central do que uma criptomoeda é.

As blockchains incorporam a evolução de questões contábeis, com segurança relativamente alta. Há também outras aplicações como meio de pagamento, reserva de valor e muitas outras sendo desenvolvidas. Se for útil descentralização em todos os níveis para isso, a tendência é que times mais conservadores e com poder distribuído sejam recompensados.

Por agora, há uma forte incerteza, mas definitivamente não há como negar que as blockchains são frutos de uma inovação institucional que parecem estar passando por um momento difícil, mas que em dez anos fomentaram uma grande comunidade de investidores e desenvolvedores altamente capacitados.

Não há motivos para rejeitar o que está acontecendo, em particular os projetos mais sérios e com identidade clara, em particular o Bitcoin. Creio de, da perspectiva organizacional, haja poucas barreiras a exercícios de poder de core developers. Nisso, as discussões sobre organização jurídica de criptomoedas por Vlad Zamfir, core developer da Ethereum, são importantes (apesar de eu acreditar que ele está fundamentalmente errado em muitas questões que levanta; isso, no entanto, é papel para o próximo texto).

Por Jamil Civitarese/Investing.com

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Plataforma de Inteligência Artificial em Blockchain lança versão beta de marketplace descentralizado

28 Fevereiro 2019 by 1 Comment Blockchain 338 Views

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Plataforma SingularityNET lança marketplace AI Beta descentralizado depois de US$36 mi em ICO

A plataforma de inteligência artificial (AI) em blockchain SingularityNET lançou oficialmente sua versão beta do marketiplace descentralizado baseado em Ethereum nesta quinta, 28 de fevereiro, segundo press release obtido pelo Cointelegraph.

Ben Goertzel, CEO e cientista chefe da SingularityNET, diz no press release que a versão pré-beta foi exaustivamente testada pela comunidade e voluntários antes do lançamento.

A empresa de AI, que está trabalhando no renomado robô Sophia desenvolvido pela empresa baseada em Hong KongHanson Robotics, completou uma ICO em 2017, levantando mais de US$ 150 milhões em pedidos de investidores. A ICO teria coletado US$ 36 milhões do total, o limite de cobertura.

Depois da oferta de tokens da AGI, a empresa teria firmado parceria com mais de 20 empresas e instituições, incluindo a UNESCO e o governo de Malta, segundo o comunicado.

A empresa de AI pretende criar um marketplace em blockchain em que os indivíduos, pequenos negócios e agências de governo possam comprar algoritmos que já foram usados inclusive pelos trabalhadores de Silicon Valley players, ressalta a nota. Os serviços disponíveis no marketplace irá incluir reconhecimento de imagem e emoção, detecção de objetos e reconhecimento de fala, entre outros.

A SingularityNET acredita que a AI está crescendo rapidamente e provavelmente irá contribuir com mais de US$ 15 na economia globai até 2030. Goertzel também disse que a economia em AI irá se expandir e os negócios irão precisar de novas soluções tecnológicas nos próximos anos:

“Enquanto a economia em AI amadurece e se expande, a demanda por uma infraestrutura democrática e descentralizada de AI torna-se cada vez mais clara, assim como a necessidade de negócios no espectro de ferramentas de AI com maior variedade de focos e capacidade de generalização.”

Como o Cointelegraph noticiou anteriormente, o governo de Malta colaborou com a SingularityNET em novembro de 2018 para um projeto piloto para "explorar testes de cidadania para robôs no processo de  elaboração de um novo regulamento para a AI".

Outra notícia relacionada ao tema, a operadora de apps de mensagens e gigante da internet na Coréia do Sul Kakao Corp recentemente anunciou que seguirá investindo em blockchain e AI apesar dos gastos significantes relacionados a novos negócios.

Outra iniciativa relacionada à inteligência artificial, Fetch.AI, fechou recentemente a venda de um FET token na plataforma Launchpad da Binance, ganhando US$ 6 milhões de dólares com a venda de 69 milhões de tokens em 22 segundos.

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Carne Bovina ganha rastreabilidade digital com uso de blockchain

21 Fevereiro 2019 by 0 Comment Blockchain 288 Views

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A tecnologia blockchain é a base de uma solução de rastreabilidade da carne bovina, desenvolvida pelo CPqD em parceria com a Safe Trace.

Empresa mineira especializada em rastreamento na cadeia produtiva de alimentos. Uma primeira versão, como produto mínimo viável (MVP) dessa solução, já está integrada ao sistema da Safe Trace, para avaliação junto a pecuaristas, frigoríficos, centros de distribuição e grandes redes varejistas.

“O objetivo é assegurar a procedência e a qualidade do produto, com transparência para todos os elos da cadeia produtiva da carne bovina”, afirma José Reynaldo Formigoni, gestor de Soluções Blockchain do CPqD. Para isso, o sistema desenvolvido cria uma identidade digital baseada em blockchain para cada boi a ser rastreado.

É por essa identidade que as informações sobre o animal, bem como sobre formação de lotes de produção, movimentações, dados sanitários, de qualidade e transformação em produtos, são trocadas entre os diversos atores dessa cadeia – o que envolve desde a fase de produção na fazenda, o processamento na indústria (quando ocorre a identificação de cada uma das partes do boi) até a disponibilidade da carne no varejo. Com isso, cria-se uma trilha de auditoria, confiável e segura, da procedência do animal.


“Se for detectada uma doença no gado de uma fazenda ou região, por exemplo, fica mais fácil rastrear as peças de todos os bois que possam ter sido contaminados, o que torna a localização mais eficiente e reduz as perdas decorrentes do recall da carne”, explica Formigoni. Ele acrescenta que a integração de tecnologias blockchain a esse sistema dará transparência e confiabilidade (com garantia de imutabilidade) dos dados para todos os atores que fazem parte da cadeia produtiva da carne.

Vasco Picchi, diretor de Novos Negócios da Safe Trace, destaca ainda que a nova solução permite contemplar também outras características importantes para os consumidores, como a conformidade socioambiental das propriedades, o bem-estar do animal, avaliações de qualidade e todo o caminho percorrido pelo produto. “Dessa forma, é possível garantir maior transparência e confiabilidade a todas as informações que levam à escolha e valorização do produto”, afirma Picchi.

Nesse projeto, o CPqD foi responsável pela criação da rede blockchain e dos contratos inteligentes, bem como pelo desenvolvimento da camada de serviços – que inclui as APIs de integração com sistemas de terceiros (que fazem parte da rede). A ferramenta utilizada no desenvolvimento foi a plataforma Hyperledger Fabric, mantida pela iniciativa global The Linux Foundation.

* Com informações do CPqD

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Qual foi a primeira vez em que você ouviu a palavra bitcoin ou blockchain?

12 Fevereiro 2019 by 0 Comment Blockchain 264 Views

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Provavelmente, já se passaram alguns anos.

Mesmo assim, ainda são poucas as pessoas que realmente sabem explicar o que é o blockchain.
Afinal, o que deu errado?
Por que isso ainda não virou algo corriqueiro nas empresas e no dia a dia dos consumidores?
Para os defensores dessa tecnologia, é preciso entender que, no blockchain e no bitcoin, ainda estamos dando os primeiros passos. Para avançar, ainda é preciso criar novos modelos de negócios com base nessas ferramentas.

Apesar de o preço do bitcoin estampar manchetes frequentemente, “do ponto de vista tecnológico, a onda nem começou”, afirma Courtnay Guimarães, sócio da Idea Partners, em evento realizado nesta terça-fera (05/02) promovido pela consultoria em parceria com Cubo e Redpoint. As várias bolhas financeiras pelas quais o mercado passou nos últimos 14 meses, diz, foram um “processo um pouco traumático”, mas que não inviabiliza futuros desenvolvimentos.

 

“O blockchain e o bitcoin ainda estão no vale da morte”, afirma, fazendo alusão ao hype cycle, criado pela Gartner.

 

Esse é o ponto em que a tecnologia já passou pela fase do gatilho da inovação, pelas expectativas infladas e agora está na etapa da "desilusão" – antes de um novo crescimento, mais moderado, que pode levar à adoção mais generalizada de uma tecnologia. “Por enquanto, eles ainda têm apenas uma finalidade em si mesmas, esta é a crise que estamos vivendo”, diz.

O desafio, nesse momento, é criar novas redes de negócios, com ecossistemas e agentes se unindo de uma forma que não se uniam antes. “Isso tem a ver com quebra de barreira. Você pensa na Uber, por exemplo, e ninguém sabe dizer se é uma empresa de transporte, de tecnologia, de frota, de táxi”, afirma Guimarães.

“Hoje, não existe blockchain, existem mil outras coisas que a gente chama de blockchain”, diz Guimarães. “Na prática, todo mundo quer investir nisso para criar um unicórnio, todo mundo quer entender como sair do modelo de negócio de hoje para o modelo de negócio que nunca ninguém viu”, explica. Mas quem conseguir fazer isso, defende o consultor, não vai criar um unicórnio, “vai criar uma outra figura mitológica, um centauro, que é uma empresa de US$ 1 trilhão”.

Juliana Assad, sócia-fundadora da CoinWise, vê com naturalidade o momento em que a tecnologia se encontra. “O mercado hoje é um pouco diferente do que o que a gente idealiza, a adoção mais generalizada requer medidas regulatórias, de segurança e de prevenção de fraudes, mas essa tecnologia abre uma nova era financeira, e vai nos impactar mais cedo ou mais tarde.” “A internet precisa de uma moeda global, opensouece, transparente, auditável”, diz.

Felipe Sant'Ana, sócio e gestor do portfólio da Paradigma Capital, sugere outra visão e diz que: 

"o bitcoin não é um dinheiro para a internet, mas uma internet para o dinheiro”.

Ele explica que a tecnologia das criptomoedas permite criar “uma internet para todas as formas de dinheiro". "Podemos começar a pensar uma infraestrutura que é pública para a circulação de valor de qualquer forma, seja em dólares, reais, bitcoins ou qualquer outra moeda.”

Anderson Thees, cofundador da Redpoint, diz que o fundo de venture capital olha o universo de criptomoedas e blockchain com curiosidade, como uma plataforma para criar novos modelos de negócios. “Vemos isso também como um possível disruptor do nosso modelo de negócio. A tecnologia já atacou o setor de educação, por exemplo. Por que não poderia atacar o setor em que estamos?”, questiona. Thees anunciou o primeiro investimento da Redpoint em uma startup que usa criptoativos, a Ribon. A startup é uma plataforma de doações, voltada para o público millennial. Ao assistir a anúncios no aplicativo, o usuário ganham tokens – ribons -, que podem ser doados. A plataforma hoje tem mais de 16 mil usuários ativos.

E após tanta volatilidade em 2018, o que esperar do mercado de criptomoedas em 2019? Para Fernando Ulrich, analista-chefe da XDEX, mais um ano de “ressaca” após o grande boom de 2017. Isso não quer dizer, afirma ele, que o bitcoin ou as criptomoedas estão fadadas ao fim. “Para mim, o bitcoin traz algo mais do que necessário, que é a concorrência no âmbito monetário. Para o futuro, minha aposta é o bitcoin, mas isso não significa que eu ache que as outras criptomoedas não devam existir”, afirma ele.

ICOs
O ano de 2017 foi o ano em que os ICOs (ofertas iniciais de moedas, na sigla em inglês) estouraram. Foi naquele ano em que mais startups conseguiram se financiar através desse instrumento, que permite reunir investimentos de forma descentralizada. Em um ICO, uma startup cria um token (uma criptomoeda) que tem uma finalidade específica dentro da plataforma criada pela startup. Com a venda desses tokens, a empresa consegue fundos para expandir seus negócios.

“Em 2018, contudo, o mercado percebeu que a maioria das startups que fez esse tipo de captação não foi para frente. Era apenas um sonho, sem nenhuma regra de governança, não havia segurança de que o plano apresentado seria executado”, diz Evandro Camilo, sócio da CY²Law & Compliance. “Toda a área relacionada a blockchain sofreu um grande baque por conta de modelos de negócio que não tinham responsabilidade”, afirma.

A partir dessa dificuldade, surgiu no mercado uma nova modalidade de captação, que criou uma forma de emitir um valor mobiliário. As ofertas de security token (STO, na sigla em inglês) vendem títulos representados por um token – diferente dos ICOs, que vendem moedas. Segundo Evandro Camilo, foi uma forma encontrada pelo mercado para dar mais segurança a esses instrumentos.

 

Esse é só o inicio da 4º Revolução Industrial.

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Blockchain

03 Fevereiro 2019 by 0 Comment Blockchain 318 Views

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O tão badalado DLT tem potencial para promover a disrupção da TI de maneiras só comparáveis à chegada da Internet

Blockchain, que começou a emergir como uma opção tecnológica do mundo real em 2016 e 2017, está preparada para mudar a TI da mesma forma que o software de código aberto fez há um quarto de século. E da mesma forma que o Linux levou mais de uma década para se tornar um marco no desenvolvimento de aplicativos modernos, o Blockchain provavelmente levará anos para se tornar uma maneira mais eficiente e econômica de compartilhar informações e dados entre redes de negócios abertas e privadas.

Baseado em uma topologia distribuída, peer-to-peer (P2P), o Blockchain ou a tecnologia ledger distribuída (DLT) permite que os dados sejam armazenados globalmente em milhares de servidores -  e que qualquer pessoa na rede possa ver as entradas de todos em tempo real. Isso dificulta que um usuário controle ou manipule a rede.

No entanto, em incidentes altamente divulgados ao longo dos último cinco anos, blockchains foram hackeados, geralmente por meio de um aplicativo de criptografia. Blocos de menor tamanho com menos nós (ou computadores) também foram suscetíveis a fraudes, com possíveis ladrões ganhando controle da maioria dos nós.

Para as empresas, no entanto, o Blockchain mantém a promessa de transparência transacional - a capacidade de criar redes de comunicação seguras e em tempo real com parceiros em todo o mundo para suportar tudo, desde cadeias de suprimentos até redes de pagamento, negócios imobiliários e compartilhamento de dados de saúde.

O hype recente em torno desta tecnologia relativamente nova é real porque o DLT, em essência, representa um novo paradigma de como a informação é compartilhada; vendedores de tecnologia e empresas, não surpreendentemente, correram para aprender como poderiam usar a tecnologia de contabilidade distribuída (DLT) para economizar tempo e custos administrativos. Várias empresas já lançaram, ou planejam lançar, programas piloto e projetos reais em vários setores - desde tecnologia financeira (FinTech) e assistência médica a pagamentos móveis e remessa global.

Portanto, embora o Blockchain não substitua os bancos de dados relacionais corporativos tradicionais, ele abre novas portas para o movimento e o armazenamento de dados transacionais dentro e fora das empresas globais.

Impulsionada principalmente por investimentos em tecnologia financeira (nas fintechs), o Blockchain tem visto um rápido aumento na adoção para desenvolvimento de aplicativos e testes piloto em vários setores e gerará mais de US $ 10,6 bilhões em receita até 2023, de acordo com um relatório da ABI Research. Espera-se que a maior parte desse valor de receita venha de vendas e serviços de software.

Espera-se também que a adoção do Blockchain seja estável, já que as mudanças estão ganhando impulso, de acordo com Karim Lakhani, pesquisador do Crowd Innovation Lab e do NASA Tournament Lab no Harvard Institute for Quantitative Social Science. "Conceitualmente, Blockchain é como o TCP/IP aplicado ao mundo dos negócios e das transações", disse Lakhani. "Nos anos 70 e 80, ninguém acreditava que o TCP/IP pudesse ser tão robusto e escalável como era. Agora, sabemos que o TCP/IP nos permite toda essa funcionalidade moderna que tomamos como garantida na web. "O Blockchain tem o mesmo potencial", explica.

 

 

Martha Bennett, analista da Forrester Research, afirma que qualquer projeto Blockchain ou "DLT" é uma iniciativa estratégica de longo prazo, e a decepção será inevitável se os esperados milagres não se concretizarem.

 

"Não é realista esperar um modelo de custo sólido ou uma declaração de benefícios definitiva porque é simplesmente cedo demais para isso", disse Bennett. "Para reunir evidências reais, precisamos ter um número de implantações totalmente operacionais e em execução por pelo menos dois anos. E simplesmente ainda não chegamos lá."

 

O que é o Blockchain e como funciona?

Em primeiro lugar, o Blockchain é um livro eletrônico público construído em torno de um sistema P2P que pode ser compartilhado abertamente entre usuários diferentes para criar um registro imutável de transações, com um selo de tempo e vinculado ao anterior. Toda vez que um conjunto de transações é adicionado, esses dados se tornam outro bloco na cadeia (daí o nome).

O Blockchain só pode ser atualizado por consenso entre os participantes do sistema, e uma vez que novos dados são inseridos, nunca podem ser apagados. É uma tecnologia que grava uma vez e agrega muitas, tornando-a um registro verificável e auditável de cada transação.

Embora tenha um grande potencial, o desenvolvimento da tecnologia ainda está na sua infância. CIOs e seus colegas de trabalho devem esperar retrocessos na implantação da tecnologia, incluindo a possibilidade real de erros sérios no software usado no topo do Blockchain. E como algumas empresas já descobriram, não é a solução ideal para muitos problemas técnicos.

Organizações de padronização do Blockchain, universidades e start-ups propuseram novos protocolos e métodos de consenso para espalhar a carga de trabalho computacional e de armazenamento de dados para permitir maior throughput transacional e escalabilidade geral - um problema persistente para o Blockchain. E o Hyperledger Project, da Linux Foundation, criou ferramentas modulares para criar redes de colaboração Blockchain.

Enquanto alguns grupos da indústria estão trabalhando para padronizar as versões do software Blockchain, há também centenas de startups trabalhando em suas próprias versões da tecnologia de contabilidade distribuída.

 

 

Por que tanto barulho em torno do Blockchain? Em uma palavra, bitcoin - a criptomoeda loucamente sensacionalista que permite transcrições de pagamento através de uma rede aberta usando criptografia e sem expor as identidades de proprietários de bitcoins individuais. O bitcoin popularizou o Blockchain. Outras formas de criptomoeda ou dinheiro virtual, como o Ether (baseado na plataforma blockchain Ethereum), também ganharam força significativa e abriram novos espaços para trocas monetárias transfronteiriças.  (O Ethereum foi introduzido em 2013 pelo desenvolvedor Vitalik Buterin, que tinha 19 anos na época.)

O termo bitcoin foi cunhado em 2008 quando Satoshi Nakamoto (provavelmente um pseudônimo de um ou mais desenvolvedores) escreveu um artigo sobre uma "versão peer-to-peer de dinheiro eletrônico que permitiria que pagamentos online fossem enviados diretamente de uma parte a outro sem a necessidade de passar por uma instituição financeira. "

Por mais de um ano, no entanto, o Bitcoin esteve em uma montanha-russa, com seu valor caindo de um pico de quase US $ 20 mil para um pouco mais de US $ 3,5 mil, principalmente devido ao fato de não ter valor intrínseco; seu valor é baseado apenas na alta demanda e na oferta limitada. Ao contrário das moedas fiduciárias ou ações, não há instituição ou governo apoiando o valor do bitcoin.

Isso pode mudar para criptomoedas algum dia.

Os governos já fizem estudos para a criação de moedas estáveis, ou criptomoedas, apoiadas por um ativo estável, como uma moeda fiduciária de ouro. Da mesma forma o Blockchain também está sendo usado para digitalizar outros ativos, como carros, imóveis e até mesmo obras de arte.

 

Blockchain públicos versus privados

Como uma rede peer-to-peer, combinada com um servidor de marcação de tempo distribuído, os ledgers públicos de blockchain podem ser gerenciados de forma autônoma para trocar informações entre as partes. Não há necessidade de um administrador. Com efeito, os usuários do Blockchain são o administrador.

 Uma segunda forma de Blockchain, conhecida como Blockchain privado ou permissionado, permite que as empresas criem e administrem centralmente suas próprias redes transacionais que podem ser usadas inter ou intra-empresa com parceiros.

Além disso, as redes Blockchain podem ser usadas para "contratos inteligentes" ou scripts para automação de negócios que são executados quando certas condições contratuais são atendidas. Por exemplo, depois que um lote ruim de alface fez com que os clientes adoecessem com a e-coli, o Walmart e a IBM criaram uma cadeia de fornecimento baseada em Blockchain para rastrear produtos do campo até a mesa. O Walmart pediu a seus fornecedores de produtos que enviem seus dados para o banco de dados Blockchain até setembro de 2019. Uma vez no Blockchain, a produção pode ser rastreada automaticamente através de contratos inteligentes de ponto a ponto, removendo a intervenção humana e o erro.

A De Beers, que controla cerca de 35% da produção de diamantes do mundo, também lançou uma cadeia de suprimentos baseada em Blockchain para rastrear a autenticidade de diamantes e ajudar a garantir que eles não estejam vindo de regiões devastadas pela guerra, onde os mineradores são explorados.

Os contratos inteligentes também podem ser usados para aprovar a transferência de ativos, como imóveis. Uma vez que as condições sejam atendidas entre compradores, vendedores e suas instituições financeiras, as vendas de propriedades podem ser confirmadas no DLT. Por exemplo, a ShelterZoom, sediada em Nova York, está lançando um app imobiliário que permite que agentes imobiliários e clientes vejam todas as ofertas e aceitações em tempo real. Ele também permitirá o acesso online a títulos de propriedade, hipotecas, documentos legais e de inspeção residencial através do livro-caixa criptografado baseado em Ethereum.

 

Quão seguro o Blockchain é?

Embora nenhum sistema seja "inalcançável", a topologia simples do Blockchain é a mais segura hoje, de acordo com Alex Tapscott, CEO e fundador da Northwest Passage Ventures, uma empresa de capital de risco que investe em empresas de tecnologia Blockchain.

 

"Para mover qualquer coisa de valor sobre qualquer tipo de Blockchain, a rede [de nós] deve primeiro concordar que essa transação é válida, o que significa que nenhuma entidade pode entrar e dizer de uma forma ou outra se uma transação aconteceu ou não", explica  Tapscott. "Para hackear, você não teria que hackear apenas um sistema como em um banco ..., você teria que hackear todos os computadores naquela rede. Não é algo impossível de ser feito, mas éBsignificativamente melhor do que qualquer coisa que tenhamos hoje", disse ele.

Os recursos de computação necessários para a maioria dos sistemas blockchain são enormes, disse Tapscott, devido ao número de computadores envolvidos. Por exemplo, o Blockchain do bitcoin aproveita entre 10 e 100 vezes o poder de computação de todas as fazendas de serviço do Google juntas.

Mas mesmo uma escala maior nem sempre pode impedir hacks.

Um recente “ataque de 51%” na troca de tokens do Ethereum Classic mostrou porque o Blockchain não é impermeável. Um ataque de 51% refere-se a um mau ator que obtém o controle da maioria das CPUs em um pool de mineração de criptomoeda. Tais ataques são geralmente limitados a blockchains menores com menos nós porque eles são mais suscetíveis a uma única pessoa que toma o controle baseado em um mecanismo de consenso de Prova de Trabalho (PoW).

Mesmo que as redes Blockchain sejam seguras, os aplicativos executados sobre eles podem não ser tão seguros, de acordo com Bruce Schneier, um criptógrafo e especialista em segurança.

 

"Não é assim que esse tipo de coisa será quebrada. Ela será quebrada por causa de alguma insegurança no software", disse Schneier.

 

Os avanços da Blockchain dependem de escalabilidade

Um dos principais problemas enfrentados pelo blockchain envolve a escalabilidade ou a capacidade de concluir transações quase em tempo real, como a compensação de pagamentos por meio de cartões de crédito.

A escalabilidade já foi identificada como um problema com criptomoedas como bitcoin e Ether. Se um livro distribuído for capaz de obter adoção por empresas de tecnologia financeira (FinTechs) e competir com redes de pagamento centenas de vezes mais rápido, ele deve encontrar uma maneira de aumentar a escalabilidade e a taxa de transferência e resolver os problemas de latência.

 

O "sharding"

O sharding é um dos vários métodos populares que estão sendo explorados pelos desenvolvedores para aumentar o throughput transacional. Em termos simples, o particionamento é uma forma de distribuir a carga de trabalho computacional e de armazenamento em uma rede P2P, de modo que cada nó não seja responsável pelo processamento da carga transacional de toda a rede. Em vez disso, cada nó apenas mantém informações relacionadas à sua partição ou shard.

As informações contidas em um fragmento ainda podem ser compartilhadas entre outros nós, o que mantém o ledger descentralizado e teoricamente seguro, porque todos ainda podem ver todas as entradas; mas simplesmente não processam e armazenam todas as informações, como saldos de conta e código de contrato, por exemplo.

Nos sistema Blockchain de hoje, cada computador ou nó de autenticação registra todos os dados no ledger eletrônico e faz parte do processo de consenso. Em blockchains grandes, como o do bitcoin, a maioria dos nós participantes deve autenticar novas transações e registrar essas informações para serem adicionadas ao ledger. Isso torna a conclusão de cada transação lenta e árdua.

Por causa disso, o bitcoin, que é baseado em um PoW, pode processar apenas 3,3 a 7 transações por segundo - e uma única transação pode levar 10 minutos para ser finalizada.

O Ethereum, por sua vez, só é capaz de processar de 12 a 30 transações por segundo. Em comparação, a VisaNet da Visa processa, em média, 1.700 transações por segundo.

No ano passado, a fundação por trás do  Ethereum começou a explorar formas  de aumentar o desempenho após o ledger blockchain e a criptomoeda atingirem mais de um milhão de transações por dia.

Dois ajustes foram propostos. Um deles era um mecanismo de "camada 2" - processando transações da cadeia em um banco de dados padrão e registrando apenas entradas permanentes no livro de registros; a outra solução, fragmentada, permite que muitas outras transações sejam processadas em paralelo ao mesmo tempo.

As organizações e startups de padrões Blockchain também estão explorando mecanismos de consenso mais recentes para criar um DLT mais eficiente e menos intensivo em computação.

 

Quais indústrias usam Blockchain?

Mesmo que esses avanços estejam sendo explorados, as indústrias estão aumentando os pilotos e as implementações de Blockchain. Os blockchains estão sendo usados ​​em uma ampla variedade verticais. (Já foi apresentado até mesmo como uma  forma de trocar créditos de carbono.)

No transporte marítimo, por exemplo, um conhecimento de embarque de cargas tem sido tradicionalmente baseado em papel, o que requer múltiplas assinaturas de inspetores e receptores antes que as mercadorias possam ser entregues. Mesmo quando o sistema é eletrônico, ainda é necessário que várias partes assinem embarques de carga, criando um longo processo administrativo.

A Maersk está pilotando um sistema de rastreamento de carga baseado em Blockchain com 94 participantes parceiros, incluindo mais de 20 operadores de portos e terminais. A tecnologia de contrato inteligente pode rastrear a temperatura dos containers usando a tecnologia IoT e informar quando eles saem dos portos e chegam aos destinos.

Cada participante da cadeia de fornecimento de remessa pode visualizar o progresso das mercadorias através do ledger Blockchain, entendendo onde um container está, durante o seu deslocamento. Eles também podem ver o status dos documentos alfandegários ou visualizar os conhecimentos de embarque e outros dados em tempo real. E, como é um registro imutável, ninguém pode modificar, excluir ou até mesmo anexar qualquer um dos blocos sem o consenso de outras pessoas na rede.

Enquanto isso, a Mastercard, no final de 2017, também lançou  sua própria rede Blockchain  para permitir que bancos e comerciantes parceiros façam pagamentos internacionais com maior rapidez e segurança. O serviço Blockchain da Mastercard pode ser usado para limpar transações de cartão de crédito e eliminar tarefas de administração usando regras de contrato inteligentes, acelerando assim a liquidação da transação.

 

Blockchain e os pagamentos móveis

Antes de lançar uma bolsa eletrônica baseada em Blockchain,  a fornecedora de câmbio estrangeira KlickEx  era limitada em escala pela sua própria  infraestrutura. O serviço atende cerca de 1 milhão de usuários por dia em oito países, ou cerca de 80% dos domicílios em sua região do Pacífico.

Hoje, a KlickEx lida com cerca de 90% a 95% de todos os pagamentos eletrônicos para a região que são de US $ 200 ou menos. Quando não sobrecarregado, o antigo sistema de troca era capaz de liquidar pagamentos entre 90 e 200 segundos. Mas um problema comum de processamento geralmente atrasava o processo: os pagamentos recebidos superavam os pagamentos emitidos, forçando-a a usar o processamento em lote. O que fazia com que os pagamentos entrassem nas filas, criando atrasos que podiam levar dias.

Um novo sistema de pagamento baseado criado pela KlickEx baseado em Blockchain pode processar pagamentos transnacionais em segundos.

O provedor do sistema de pagamentos da Polinésia fez uma parceria com a IBM para criar  uma rede de pagamento de código aberto  como uma nova bolsa internacional baseada em um Blockchain. A nova rede usa a Blockchain Platform, da IBM,  para permitir a troca eletrônica de 12 moedas diferentes nas ilhas do Pacífico, bem como na Austrália, Nova Zelândia e Reino Unido.

 

"Ao trazer a IBM para amadurecer a tecnologia, achamos que estamos empurrando algo como 8 milhões ... de capacidade de pagamentos por dia, o que está muito longe de onde começamos", disse o CEO da KlickEx, Robert Bell.

 

Blockchain para cuidados de saúde

O Blockchain também pode atuar como uma rede de colaboração, permitindo que as diversas partes do grupo troquem e adicionem informações, como o prontuário eletrônico do paciente, em tempo real. O Blockchain atua como uma ferramenta de verificação, garantindo que somente usuários autorizados - como um médico, provedor de seguros ou paciente - possam fazer alterações no ledger.

A interoperabilidade do Blockchain poderia sustentar a troca de dados, servindo como uma alternativa aos atuais  intercâmbios de informações sobre saúde  (HIEs); essencialmente, funcionaria como uma malha de rede para transmitir dados de pacientes de forma segura, quase em tempo real, para profissionais de saúde, farmácias, empresas de seguro saúde e pesquisadores clínicos, de acordo com a IDC .

Em 2017, a startup MintHealth lançou um registro de saúde pessoal portátil para dispositivos móveis com base em Blockchain. A MintHealth estará lançando a plataforma para planos de seguro de saúde comercial para ajudar pacientes com condições crônicas, como insuficiência cardíaca, diabetes e hipertensão, que representam mais de 90% dos custos com saúde hoje. Além disso, os pacientes em risco, mas ainda não sofrendo, de condições crônicas também se beneficiam ao ter acesso a seus registros médicos e ao controle de seus próprios dados de saúde, inserindo dados como sinais vitais ou níveis de glicose no sangue.

A start-up Hu-manity.co fez uma parceria com a IBM para desenvolver um livro eletrônico que fornece aos consumidores a chave criptográfica para conceder seus dados pessoais, permitindo até que os pacientes ou outros controlem a finalidade específica para a qual são usados, ao mesmo tempo permitindo que eles eventualmente lucre com isso.

O novo Global Consent Ledger começará com dados de assistência médica de residentes nos EUA e fornecerá uma trilha de dados digitais armazenados na Blockchain Platform, da IBM, que usa a especificação Hyperledger Fabric.

O IBM Watson Health e a Food and Drug Administration dos EUA  também estão explorando o uso de Blockchain  para troca segura de dados de pacientes, incluindo registros médicos eletrônicos sensíveis (EMRs), ensaios clínicos e dados selecionados de dispositivos móveis e wearables.

Em novembro, a Amazon anunciou um serviço de análise destinado a vasculhar dados não estruturados dentro dos EMRs para oferecer insights que os médicos podem usar para tratar melhor os pacientes. O novo  serviço de nuvem Comprehend Medical, da Amazon,  é um mecanismo de processamento de linguagem natural que permite ler anotações de médicos, prescrições de pacientes, transcrições de entrevistas em áudio e relatórios de patologia e radiologia - e usar algoritmos de Machine Learning para transmitir informações médicas relevantes a fornecedores de serviços de saúde.

Agora, no início de 2019, a SAP lançou um serviço de rastreamento da cadeia de fornecimento baseado em Blockchain que permitirá aos atacadistas de medicamentos autenticar as embalagens de medicamentos devolvidas pelos hospitais e farmácias.

Centro de Colaboração de Informação da SAP para Ciências da Vida será inicialmente usado para rastrear o retorno de medicamentos não utilizados aos atacadistas. Mas a SAP planeja expandir o uso da tecnologia para incluir uma gama mais ampla de processos da cadeia farmacêutica de suprimentos.

 

Carreiras em Blockchain estão decolando

À medida que mais empresas exploram os pilotos Blockchain, os empregos para os desenvolvedores Blockchain estão se tornando mais necessários. O desenvolvedor Blockchain está em primeiro lugar entre as cinco melhores carreiras emergentes, e as vagas de emprego para trabalhadores com essas habilidades mais do que dobraram neste ano. (O que diminuiu fori o interesse de muitos tecnólogos em trabalhar com bitcoin).

Em suma, a demanda por profissionais de Blockchain está crescendo rapidamente.

Em dezembro, o LinkedIn revelou suas cinco principais carreiras emergentes e, em conjunto com  outros dados recentes, descobriu que o desenvolvedor de Blockchain está no topo da lista.

As ofertas de emprego para quem pode desenvolver Blockchains cresceram 33 vezes no ano passado, de acordo com  o Relatório de Empregos Emergentes dos EUA de 2018 . Em segundo lugar estão  os engenheiros de Machine Learning .

 

 

Como as empresas devem se aproximar do Blockchain
Independentemente de quem desenvolveu qualquer nova tecnologia, as empresas devem sempre adotar uma abordagem pragmática ao adotá-la. Isso é verdadeiro também para o Blockchain.

 

 

 

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Gigante japonesa de TI Fujitsu conclui teste de projeto blockchain de compartilhamento de eletricidade

30 Janeiro 2019 by 0 Comment Blockchain 295 Views

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A empresa de TI japonesa Fujitsu testou com sucesso uma solução baseada em blockchain para resolver deficiências na gestão de excedentes de electricidade, confirmou a empresa em um comunicado de imprensa em 29 de janeiro.

 

A Fujitsu, que fez uma parceria com a empresa local de distribuição de energia ENERES, usou a blockchain para aumentar as taxas de sucesso do compartilhamento de energia, que é administrada por meio de um processo conhecido como Demand Response (DR).

 

Um acordo entre empresas de serviços públicos e consumidores, o DR visa antecipar períodos de pico de demanda, garantindo que a energia excedente esteja disponível para aqueles que dela necessitem.

 

A atual tecnologia embarcada faz do DR um mecanismo ineficiente, diz a Fujitsu, algo que a blockchain ajudou a melhorar.

 

“A Fujitsu criou agora um sistema no qual os consumidores de eletricidade podem trocar eficientemente entre si os excedentes de eletricidade que eles produziram através de sua própria geração de eletricidade ou economia dela”, diz o comunicado de imprensa, observando:

 

 "O resultado foi uma melhoria de aproximadamente 40% na taxa de sucesso do DR."

 

A empresa espera que uma melhor eficiência, por sua vez, inspire mais consumidores a se inscreverem no DR.

 

O movimento não é o primeiro empreendimento blockchain da Fujitsu, que lançou um esquema de fidelidade baseado na blockchain para o setor de varejo em junho do ano passado, seguido por planos de infraestrutura de liquidação para nove bancos japoneses em outubro.

 

Nesta semana, a Cointelegraph publicou uma reportsgem detalhada sobre o estado atual da integração da blockchain com a indústria de eletricidade.

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4º Revolução Industrial -  19 "Pré-visões" Blockchain para 2019

24 Janeiro 2019 by 2 Comment Blockchain 369 Views

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Uma visão sobre o ano de 2019  para blockchain e descentralização. 

 

Do motor a vapor aos chips de silício, a inovação impulsionou a sociedade.

Vimos três revoluções industriais transformando fazendas em fábricas, aço em arranha-céus e redes de computadores em um mundo conectado. Mas a cada revolução a riqueza recém-criada se consolidou com os poucos e menos.

Como Klaus Schwab, fundador do World Economic Forum, explica sobre o nosso estado capitalista: “Os maiores beneficiários da inovação tendem a ser os provedores de capital intelectual e físico - os inovadores, acionistas e investidores - o que explica a crescente lacuna de riqueza. entre aqueles dependentes do capital versus trabalho ”.

Pela primeira vez na história da humanidade, construímos uma tecnologia capaz de reverter essa centralização. Como blockchain digitaliza os ativos do mundo, automatiza os acordos do mundo e permite identidade digital auto-soberana para cada pessoa, lugar, entidade e máquina, todos nós teremos algo a ganhar.

À medida que a Internet transforma e mercantiliza como a sociedade se comunica, a blockchain transformará e mercantilizará como a sociedade concorda, confia e transaciona.

O surgimento da tecnologia blockchain ocorre enquanto desenvolvimentos transformadores similares em tecnologia, economia e geopolítica estão se alinhando para iniciar o que é conhecido como "A Quarta Revolução Industrial".

Aqui estão as 19 "pré-visões" para o que poderá acontecer:

1. A partir de 2019, a Quarta Revolução Industrial irá se mover exponencialmente mais rápido do que as revoluções anteriores.

Este ano, a Quarta Revolução Industrial se incendiará, à medida que as palavras-chave da inteligência artificial, da robótica, da internet-das-coisas, da computação quântica e da biotecnologia atuam das provas-de-conceitos à produção. Todas as tecnologias acima mencionadas serão implantadas em substratos blockchain. Essa revolução será marcada pela incorporação da tecnologia na vida cotidiana de formas invisíveis, mas poderosas, e pela desintermediação da troca.

Ciente disso, empresas do Wal-Mart à Fidelity lançarão sistemas de blockchain ao vivo, liberando uma enxurrada de efeitos de rede. Amazon , Facebook , VCs , fabricantes industriais , etc., já estão fazendo movimentos silenciosos. Essa revolução específica se moverá rapidamente, em uma porcentagem do tempo das revoluções anteriores. Mas desta vez, todo indivíduo participante, não apenas bilionários, deve ter uma participação no benefício. A descentralização será um desenvolvimento necessário para a Quarta Revolução Industrial.

2. O fim da febre dos tokens levará a tokens de maior qualidade

De 1996 a 2006, mais de 85% das empresas Dot.Com tiveram seu valor de mercado de US $ 0. Ainda assim, testemunhamos o nascimento da Internet e uma florescente economia digital que impulsiona o mercado global hoje.

Doze anos após o nascimento da Internet de produção em 1996, a Apple lançou seu primeiro aplicativo na App Store em julho de 2008. Assim para que possamos reconhecer o tempo que a Web 2.0 levou para alcançar a adoção principal (web 1.0 de 1996 / web 2.0 2006 a 2018). Os lançamentos de tokens e ICOs de 2018 foram experiências incríveis em captação de recursos e tokenomics, mas foram casos de uso antecipado.

Em 2019, testemunharemos uma nova sofisticação da economia de token, com lógica de negócios mais abrangente incorporada ao token, o que levará a uma maior funcionalidade. Casos de uso de blockchain e economias de token que operam além do caso de uso de pagamento primitivo de criptomoeda serão liberados e expandidos de formas que a sociedade ainda não pode imaginar.

Pense nos acordos de emprego que são pagos a cada minuto, um food stamp que proíbe programaticamente a compra de açúcar ou cafeína, um elétron simbólico que pode ser compartilhado entre os vizinhos de um painel solar ... atualmente, estamos apenas arranhando a superfície.

3. A volatilidade do mercado migrará os investidores para ativos digitais

Em tempos de incerteza aumentados, commodities escassas são frequentemente vistas como um porto seguro. É uma das razões pelas quais Ray Dalio, fundador da Bridgewater, estruturou seu famoso fundo “ All Weather ” para manter 7,5% de ouro e 7,5% de uma cesta de outras commodities para períodos de maior volatilidade e proteção contra riscos cíclicos em ações ou títulos. Entre aumentos nas taxas de juros do banco central, uma curva de rendimentos invertida , tweets do presidente dos EUA sobre uma guerra comercial com a China e temem que o ciclo de crescimento de uma década que se seguiu à Grande Recessão possa finalmente desacelerar, 2018 certamente era incerto. Em novembro de 18, 90% das 70 classes de ativos monitoradas pelo Deutsche Bank apresentaram retornos totais negativos para o ano, de acordo com o The Wall Street Journal.. Isso é comparado a apenas 1% das classes de ativos com retornos negativos em 2017. Globalmente, os índices do mercado de ações fecharam o ano com seu pior desempenho anual desde a crise financeira .

Durante esse ciclo de aperto, no qual muitos temem uma recessão iminente nos EUA , espero que o interesse aumente em commodities de criptografia digitalmente escassas. Uma visão contrária poderia ser que, em um estado RISK-OFF global, os investidores também poderiam retirar seus ativos digitais devido à sua volatilidade.

4. O conselho de carreira do seu pai não se aplica mais

“Na Era da Informação, um 'trabalho' será uma tarefa a ser desempenhada, não uma posição para 'ter'”, escreveu James Dale Davidson em The Sovereign Individual em 1997.

Como essa realidade se aproxima cada vez mais rapidamente, blockchain será um veículo primário de transição. A besteira de "economia compartilhada" de Uber, Airbnb, et. Al dá um vislumbre do que o futuro poderia sustentar, mas esses intermediários extraem a maior parte da receita para fornecer camadas finas de identidade, reputação, pagamento e coordenadas de GPS.

A próxima geração de aplicativos fornecerá uma experiência de usuário semelhante, mas descentralizará a equidade. O valor fluirá dos intermediários para as contrapartes de uma transação. A primeira onda já está no Ethereum. As 18+ salas de redação da Civil estão dando as últimas notícias diariamente, ao mesmo tempo em que são pioneiras no jornalismo sustentável, o que revela modelos de receita das mãos dos anunciantes. Mais de 1.000 artistas publicaram suas músicas na Ujo , reduzindo sua dependência de gravadoras e plataformas de streaming. A Gitcoin , uma plataforma para monetizar a criação de software de código aberto, incorporou 17.416 desenvolvedores e facilitou 2.690 transações completas para 763 codificadores exclusivos desde seu lançamento em novembro de 2017. Bounties.NetworkO piloto do 'Bounties for the Ocean' viu indivíduos e equipes de todo o mundo incentivados a pegar lixo e criar comunidades com criptomoedas. O Blockchain irá impactar diretamente o 'futuro do trabalho' - não apenas quais trabalhos estão disponíveis, mas como o valor será trocado através de uma força de trabalho descentralizada, peer-to-peer.

5. O rebanho institucional chega, lenta mas seguramente

Todos os aspectos dos mercados de capitais institucionais estarão disponíveis para ativos digitais nativos de blockchain até o final de 2019. Isso inclui custódia de negociação, seguros, trocas registradas, liquidação em tempo real de USD-crypto e veículos de investimento adequados. Este é um processo lento. Essas instituições não ganham um centavo, então as mudanças são metódicas, e não as expectativas de gratificação instantânea da comunidade de criptografia.

Alguns destaques:

  • Após a entrega de várias soluções de custódia de empresas específicas do blockchain, participantes tradicionais como Fidelity Digital Assets , Nomura, Northern Trust e outros estabelecerão uma infraestrutura para os fundos, investindo em muitas classes e instrumentos de ativos.
  • As seguradoras começaram a fornecer cobertura a fundos e como um reforço de crédito para custodiantes específicos do blockchain via Lloyd's of London . Os valores de cobertura aumentarão e poderemos ver produtos ligados a seguros até o final do ano.
  • Há ainda a necessidade de um mercado fortemente regulado, que será preenchido com plataformas de correspondência OTC. O ErisX , lançado pelo gênio derivado Don Wilson, da DRW, completará ainda mais uma troca de ativos digitais institucionais no segundo trimestre.
  • Existem várias empresas que estão se expandindo de contratos futuros liquidados em dinheiro para um contrato entregue fisicamente. Com melhores soluções de custódia, esses contratos chegarão ao mercado. Uma delas é a ICE, matriz da Bolsa de Valores de Nova York, que planeja negociar seus primeiros contratos futuros de ativos digitais entregues fisicamente em coordenação com a Bakkt , sua bolsa de ativos digitais, este mês. Assuma mais trocas para seguir com os contratos ETH e BTC. Esses contratos de derivativos fornecerão curvas de preços futuras que são necessárias para a gênese e a evolução dos fundos negociados em bolsa de ativos digitais.
  • Uma tremenda quantidade de moedas estáticas chegou ao mercado, mas algumas trazem risco regulatório para as instituições. Uma solução em que o decreto ainda pode ser rastreado por reguladores bancários para garantir que a LBC seja essencial para que as instituições participem. Vários tokens digitais do USD chegarão ao mercado. Um que já ganhou tração substancial com mais de 65 contrapartes é True Digital Holdings e Signature Bank , uma solução de FX para bancos de médio porte para evitar as taxas de intermediários cobradas pelos maiores bancos de revendedores primários.
  • Os dias de HODLing e chamando de que uma estratégia de investimento acabou. Há pessoas mais inteligentes (e algoritmos) comprando suas calhas e vendendo seus picos. À medida que a infraestrutura institucional se torna mais profissional, o mesmo acontece com o calibre dos veículos de investimento. Empresas como a DARMA Capital exploram essas oportunidades combinando a expertise do blockchain com o gerenciamento profissional do risco de mercado e os muitos riscos dos ativos digitais. A gestão adequada de riscos irá estabelecer as bases para que mais instituições possam participar desta classe de ativos.

6. Não é um killer dApp, mas um ecossistema matador, fará com que o 'efeito Lego' se 'empilhe'

Graças ao trabalho árduo dos BUIDLers - desenvolvedores, gerentes de produto, profissionais de segurança e empreendedores - juntamente com o amadurecimento de componentes e padrões essenciais, o cenário de desenvolvimento agora está repleto de elementos que podem ser compostos em uma poderosa aplicação descentralizada de uma maneira anteriormente impossível. Esses elementos incluem navegadores, tokens, carteiras, protocolos de troca e trocas, feeds de dados, mercados, protocolos de IoT, registros, serviços de nome, contratos legalmente e automaticamente executáveis, todos funcionando interoperacionalmente nos bastidores de uma experiência do usuário. Nós veremos essa sinergia se manifestar em uma série de inovadores dApps em 2019.

Além disso, em 2019, começaremos a ver projetos díspares começando a se encaixar, criando pilhas totalmente integradas para setores verticais da indústria construídos na Ethereum. Take FinTech: As soluções de salvaguarda de ativos digitais oferecidas pela Trustology , soluções de pagamento fiat em tempo real da Adhara e sistemas de relatórios financeiros da Balanc3 , poderiam criar uma pilha integrada, iniciando o caminho para a interoperabilidade entre plataformas blockchain e redes de negócios. Nas verticais de FinTech, música e assistência médica, os “Legos” começarão a “empilhar” no lugar.

7. A evolução do ConsenSys 2.0 continuará a impressionar as pessoas

No início, o ConsenSys 1.0 estava criando software sem ferramentas de desenvolvedor, em uma plataforma que ainda não havia sido lançada, em um ecossistema que ainda não existia. Então nós construímos isso. Nos últimos 4 anos, treinamos centenas de milhares de engenheiros, esclarecemos milhões para o poder da descentralização e nossa infraestrutura distribuída lida com bilhões de solicitações por dia.

Recentemente, Joe Lubin escreveu para toda a empresa 1.100 pessoas uma carta sobre nossa evolução, do ConsenSys 1.0 ao ConsenSys 2.0. Acredito que sua metáfora é excelente: “A visão caprichosa é que, no ConsenSys 1.0, construímos um laboratório instrumentado para demonstrar que a lua existia, usando várias demonstrações, matemática e argumentos filosóficos criativos. Agora, precisamos de um foguete poderoso e aerodinâmico para nos levar até lá, já que a prova real, em última análise, está no pouso. Mesmo diante de enormes reviravoltas ao longo dos anos, nosso ecossistema retém sua visão para frente e para cima, para a lua ”.

O ConsenSys 2.0 sinaliza a próxima fase do Web3. Estamos levando tudo o que aprendemos, as ferramentas e a infraestrutura que construímos, a comunidade global que convergimos e o enfoque a laser para alcançar resultados. Isso corresponderá a desenvolvimentos semelhantes nos ecossistemas Ethereum e blockchain maiores e, até o final de 2019, um mundo habilitado para Web3 estará ao alcance.

8. Blockchain vai inflamar uma explosão de eficiência na banca global

As finanças globais operam com muito menos eficiência do que a maioria das pessoas imaginaria. Ainda há uma enorme trilha de papel, e as ferramentas digitais que existem oferecem uma experiência de usuário ruim e desconexa.

Implementações de blockchain de produção como komgo , construídas pela ConsenSys e em execução no Kaleido , estão se desenvolvendo rapidamente para adicionar uma experiência de usuário perfeita. No ano passado, a Komgo conectou 19 stakeholders  - incluindo ABN AMRO, BNP Paribas, Citi, Grupo Crédit Agricole, Gunvor, ING, Koch Supply & Trading, Macquarie, Mercuria, Banco MUFG, Natixis, Rabobank, Shell, SGS e Société Génerale. rede coordenada de financiamento ao comércio.

A DrumG está dando passos no sentido de fornecer um fluxo de trabalho completo e operacional de sua rede Titanium para dados de consenso OTCpara seu parceiro âncora Credit Suisse, construído no Enterprise Ethereum e executado no Microsoft Azure.

Este ano, os bancos e instituições aumentarão a adoção do blockchain em grande escala, à medida que diminuem a latência de liquidação, aprimoram o gerenciamento de dados, desobstruem fluxos de trabalho dependentes de papel, otimizam o processo KYC e eliminam erros humanos. As redes Blockchain darão um enorme salto para reduzir o risco e a fraude de contraparte, permitindo que as empresas gerenciem proativamente os riscos, em vez de apenas reagirem de forma reativa aos riscos.

9. Blockchain UX / UI é o link ausente

Embora tanto desenvolvimento no ecossistema Ethereum em 2018 tenha sido focado em elementos sob o capô, é em primeiro lugar através da experiência do usuário que o público se conecta com o dApps. Com algumas exceções notáveis, o design em blockchain ficou para trás das aspirações elevadas de seu protocolo.

Não mais.

Seguindo a liderança da Rimble  - uma caixa de ferramentas open source de elementos compatíveis com blockchain - os padrões de design para aplicativos descentralizados serão levantados em 2019. Com melhor design e integração mais perfeita disponível, a próxima geração de dApps será toda sobre a experiência do usuário ou será deixado para trás. O dApps irá alcançar o Coinbase - que proporcionou a primeira experiência não horrível do usuário no blockchain - e o blockchain UX amadurecerá rapidamente em 2019.

10. A prova de localização da espuma começará a desafiar o GPS

O Sistema de Posicionamento Global - ou GPS - é um utilitário dado como garantido pela maioria, apesar de ser onipresente em tudo, desde o Google Maps até operações militares. Uma ferramenta de vigilância centralizada de propriedade do governo dos Estados Unidos, o aparelho de GPS é repleto de problemas, muitos dos quais blockchain provou para ser solucionável. As tecnologias de prova de localização, peer-to-peer, privadas, descentralizadas, resistentes à censura e consensuais, como a FOAM, apresentam um desafioimpressionante ao padrão GPS. Já vive na Ethereum, o protocolo Proof of Location da FOAM está usando uma rede peer-to-peer e token staking para criar um mapa ao vivo do mundo que pode ser aproveitado para rastrear qualquer coisa, desde itens ao longo de uma cadeia de suprimentos até veículos autônomos.

11. Regulamentação em todo o mundo começará a recuperar

A tecnologia Blockchain não alcança todo o seu potencial até que possamos sistematicamente impedir fraudes e proteger consumidores e investidores na criptosfera - os mesmos problemas sobre os quais os reguladores e formuladores de políticas estão focados. O Brooklyn Project é uma comunidade de 1.500 advogados, reguladores e participantes da indústria que colaboram ativamente em documentos com curadoria da comunidade, como o “ Consumer Token Framework ”, e assumiram a liderança na interface com órgãos governamentais nos EUA e na Europa.

O envolvimento do Brooklyn Project com órgãos reguladores como a Securities and Exchange Commission levou a uma série de encorajadores desenvolvimentos e reconhecimentos nos EUA, enquanto países de todo o mundo estão reconhecendo que criptos ativos como pagamento geral e tokens de utilidade do consumidor não são necessariamente ”Ou“ instrumentos financeiros ”. A aprovação da HB70 em Wyoming é o sinal de abertura para a ação no Congresso estadual, e os legisladores estão trabalhando rapidamente para avançar na legislação que fornece uma base sólida para a indústria blockchain prosperar. 2019 verá um movimento significativo em relação à lei blockchain e cryptocurrency.

12. As finanças descentralizadas já estão trabalhando na Ethereum, e veremos um aumento de 10x nos usuários em 2019

  • Em vez de um empréstimo de taxa de juros de dois dígitos notório de fundos de hedge que não entendem que a garantia da criptografia é tão boa quanto qualquer outra classe de ativos, ela é capaz de obter empréstimos tão baixos quanto 0,5% ao ano na Maker DAO hoje.
  • O Market Protocol criou a capacidade de negociar QUALQUER relacionamento derivado usando o Ethereum, como o preço das ações da Apple, do petróleo ou do S & P 500.
  • O DX Exchange utiliza o protocolo FIX (Financial Information Exchange) da Nasdaq, que permite aos usuários trocar ações simbólicas em grandes empresas globais, incluindo Amazon, Baidu, Apple, Facebook, Google, Intel, Netflix, Nvidia e Tesla.
  • Projetos que vão desde Coven Network a Token Foundry estão abrindo portas anteriormente acessíveis apenas a empresas de capital de risco, e o desenvolvimento adicional de títulos simbólicos irá ampliar a porta de entrada para investidores cotidianos em todo o mundo para construir valor e riqueza. A Blockchain continuará a derrubar barreiras para a entrada tanto no emprego quanto no investimento.

13. Blockchain vai obrigar impacto social substantivo, em boas maneiras e ruim

Em 2019, blockchain será invocado em momentos de grande mudança e crise nos confins longínquos do globo. Desenvolvimento com blockchain e iniciativas de bem social como o Project i2i , que fez parceria com o Union Bank para promover inclusão financeira em partes rurais das Filipinas, ou a Radiant Earth Foundation , que construiu um POC em Kaleido para fornecer conjuntos de dados transparentes, verificáveis ​​e abertos para colaboração de agências de ONGs em regiões de crise, vai liderar a acusação.

A utilização de blockchain e criptomoeda pelos governos e seus adversários em momentos de agitação socioeconômica também aumentará. Isso já se tornou evidente em lugares como Venezuela e Camarões, e embora não seja bonito na maioria dos casos, muitos países em desenvolvimento experimentarão ativos digitais para combater a hiperinflação. À medida que isso se desenvolve, é importante lembrar que compartilhamos o imperativo de garantir que a tecnologia blockchain e as moedas digitais sejam usadas como uma força de descentralização e não o contrário, e precisamos nos mobilizar para garantir que seu impacto social seja positivo.

14. Blockchain rastreamento vai de bom ter, a necessidade de ter

Compradores vigilantes vão exigir transparência em relação à origem de alimentos, roupas e produtos. Hoje, o processo da cadeia de suprimentos é opaco e muitas vezes lento: em 2018, a Food and Drug Administration dos EUA registrou dezenas de recalls de alimentos potencialmente contaminados com Salmonella, Listeria, E. Coli e até mesmo partículas de vidro. Os fabricantes de varejo e as marcas de moda de luxo usam o trabalho forçadopara produzir as camisetas e jeans que todos compram, e muitas vezes se envolvem em práticas prejudiciais ao meio ambiente .

Como DeBeers produtor de diamantes - atestados de origem de um produto e distribuição Blockchain-rastreado plataforma Tracr ou de Lane Crawford Luxarity  - vão se tornar padrão da indústria para marcas de varejo. Plataformas como a Viant estão na vanguarda dessa tecnologia e permitem que os consumidores saibam exatamente o que estão comprando. Mesmo gigantes do varejo, como o Walmart , deram grandes passos no sentido de reforçar as cadeias de suprimento com rastreamento e rastreamento baseados em blockchain.

15. Armazenamento em nuvem irá descentralizar para combater o aumento de hacks e censura

Muitos se lembrarão de 2018 como um ano de violações de dados, com incidentes como o desastre do Cambridge Analytica do Facebook , o vazamento de informações de 500 milhões de hóspedes da Marriott e a divulgação de crédito da Equifax no valor de US $ 400 milhões . As pessoas estão prestando atenção às questões relativas ao armazenamento do servidor central de suas informações pessoais, e com razão. O armazenamento descentralizado, conforme evidenciado por projetos como o Interplanetary File System , Filecoin, Storj e Maidsafe, apresenta a melhor maneira possível de evitar as armadilhas de silos de dados centralizados sem sacrificar valores cada vez mais importantes como privacidade do usuário, acesso à informação e segurança.

Mais hacks de servidores centralizados estão a caminho. À medida que esse problema se transforma em uma epidemia com consequências muito reais para as pessoas comuns, os usuários e as empresas buscarão respostas para soluções de blockchain e armazenamento distribuído. À medida que projetos como o IPFS amadurecem, o armazenamento em nuvem descentralizado se tornará uma espinha dorsal da experiência do Web3.

16. Os tokens não fungíveis serão criativos

A ascensão da Internet criou resultados díspares para os artistas. A mídia social capacitou artistas para se comunicarem e promoverem diretamente aos seguidores facilmente. No entanto, a capacidade de copiar trabalhos musicais, impressos ou digitais de artistas impede sua capacidade de ganhar a vida. Com a Ethereum e os contratos inteligentes, agora é possível emitir tokens digitais únicos, comprovadamente escassos, para vender e controlar facilmente a propriedade de obras de arte de edição limitada e raras.

A SuperRare cria um sistema de royalties do tipo que um artista só sonhava anteriormente: não há comissão sobre vendas primárias e uma comissão de 3% sobre vendas secundárias. O artista também recebe uma comissão de 10% de vendas secundárias, fornecendo receita passiva de uma obra de arte, se continuar a negociar no mercado secundário.

Imagine criar uma obra de arte e, toda vez que ela for vendida de uma pessoa para outra, você recebe automaticamente uma comissão de 10%, para sempre. Esse é o poder dos contratos inteligentes serem incorporados em um ativo de token.

17. Conforme o Web3 toma forma, os usuários receberão de volta a identidade do Facebook e do Google

Graças a tecnologias como o uPort , o Metamask e o Opera, os consumidores terão maior controle de suas próprias identidades digitais - um aspecto central do que chamamos de Web 3.0. Veja como a nova Web funcionará: em vez de fazer login em um aplicativo como o Google Chrome, Safari ou Facebook, os consumidores farão login em um navegador pessoal, criptograficamente autenticado, de sua propriedade. O “Tim Browser”, “Anne Browser”, ou “Sue Browser”, será um software de código aberto, auditado por participantes da rede e ativado por algum tipo de confirmação biométrica, seja uma impressão digital ou uma varredura da íris. A identidade auto-soberana será incorporada aos nossos navegadores. Os usuários terão o equivalente a um passaporte digital, capaz de construir reputações na Web3 e interagir com economias sem sacrificar a privacidade, o valor ou a segurança.

18. A crescente instabilidade geopolítica aumentará a necessidade de infraestrutura descentralizada

As crescentes tensões políticas em todo o mundo - desde tumultos em Paris até conflitos no Brexit, eleições tumultuadas no Brasil e o próprio fechamento do governo dos EUA - continuarão criando instabilidade e incerteza. Como a confiança na segurança dos poderes soberanos continua a ser questionada, uma tecnologia que não depende da força dos estados-nação ou dos seus inconstantes líderes se tornará mais atraente. Hoje, as pessoas em todo o mundo enfrentam grandes barreiras institucionalizadas e sistêmicas à liberdade por meio da censura, da exclusão do sistema financeiro e da falta de oportunidades econômicas. Mais de 1,7 bilhão de adultos permanecem sem banco. Cerca de 50% da população mundial vive sob um regime autoritário. Em 2019, as tecnologias descentralizadas capturam mentes em todo o mundo, não como uma maneira especulativa de enriquecer rapidamente, mas como uma solução para todas as pessoas, independentemente da cidadania, para realizar transações, expressar idéias e prosperar.

19. Soprando bolhas: Web 3.0 será construído com IMPAKT

Para usar uma analogia simples, 2019 nos anos blockchain, é apenas o equivalente a 1995, se a produção da Internet começou em 1996. Ainda estamos muito, muito cedo. Como com muitas evoluções tecnológicas, bolhas podem se formar. É importante notar os diferentes tipos de bolhas: alguns - como o crash da habitação de 2008 - deixam para trás dívidas e desperdícios, enquanto outros - como a bolha dot.com - estabeleceram infraestruturas fundacionais e organizações chave cristalizadas, que floresceram. Na esteira da exuberância irracional dos mercados de criptografia em 2017 e da subsequente retração em 2018, a infraestrutura necessária para a Web 3.0 - IMPAKT - se materializou e será a espinha dorsal da próxima onda de desenvolvimento e sucesso.

IMPAKT :

  • O Infura fornece infraestrutura de blockchain escalável com mais de 10 bilhões de solicitações por dia, 2,5 petabytes de dados transferidos por mês e mais de 50.000 desenvolvedores e dApps Served.
  • A extensão do navegador Ethereum Metamask ganhou mais de 1 milhão de downloads, conectando muitos usuários à web descentralizada pela primeira vez.
  • A PegaSys está tornando o Ethereum for enterprise uma realidade e lançou um cliente baseado em Java, open source e corporativo pronto para suportar e dimensionar a mainnet Ethereum.
  • A Alethio está iluminando a rede Ethereum com análises de dados em tempo real, entregues lindamente.
  • A parceria da Kaleido com a Amazon Web Services abriu um mercado mundial para o blockchain-as-a-service.
  • A doce suíte de ferramentas para desenvolvedores da Truffle foi baixada mais de 1 milhão de vezes… a maior do mundo para o espaço de criação de contrato inteligente.

Ainda é o melhor dos tempos e o pior dos tempos , mas começamos em 2019 com uma florescente comunidade global de BUIDLers dedicados, uma infraestrutura robusta para o desenvolvimento e um caminho rápido para o sucesso e a adoção. O mundo está ligado ao que blockchain pode fazer, mas ainda estamos apenas começando. As redes descentralizadas conectarão os pontos da Quarta Revolução Industrial, e 2019 será lembrado como o início dessa nova era.

 

 

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Quarta Revolução Industrial -  19 Previsões Blockchain para os próximos anos ! ! !

24 Janeiro 2019 by 0 Comment Blockchain 46 Views

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ConsenSys, oferece sua visão sobre o que os próximos anos reservam para blockchain, Ethereum e descentralização. 

 

Do motor a vapor aos chips de silício, a inovação impulsionou a sociedade.

Vimos três revoluções industriais transformando fazendas em fábricas, aço em arranha-céus e redes de computadores em um mundo conectado. Mas a cada revolução a riqueza recém-criada se consolidou com os poucos e menos.

Como Klaus Schwab, fundador do World Economic Forum, explica sobre o nosso estado capitalista: “Os maiores beneficiários da inovação tendem a ser os provedores de capital intelectual e físico - os inovadores, acionistas e investidores - o que explica a crescente lacuna de riqueza. entre aqueles dependentes do capital versus trabalho ”.

Pela primeira vez na história da humanidade, construímos uma tecnologia capaz de reverter essa centralização. Como blockchain digitaliza os ativos do mundo, automatiza os acordos do mundo e permite identidade digital auto-soberana para cada pessoa, lugar, entidade e máquina, todos nós teremos algo a ganhar.

À medida que a Internet transforma e mercantiliza como a sociedade se comunica, a blockchain transformará e mercantilizará como a sociedade concorda, confia e transaciona.

O surgimento da tecnologia blockchain ocorre enquanto desenvolvimentos transformadores similares em tecnologia, economia e geopolítica estão se alinhando para iniciar o que é conhecido como "A Quarta Revolução Industrial".

Aqui estão 19 previsões para o que acontece a seguir:

 

1. A partir de 2019, a Quarta Revolução Industrial irá se mover exponencialmente mais rápido do que as revoluções anteriores.

Este ano, a Quarta Revolução Industrial se incendiará, à medida que as palavras-chave da inteligência artificial, da robótica, da internet-das-coisas, da computação quântica e da biotecnologia atuam das provas-de-conceitos à produção. Todas as tecnologias acima mencionadas serão implantadas em substratos blockchain. Essa revolução será marcada pela incorporação da tecnologia na vida cotidiana de formas invisíveis, mas poderosas, e pela desintermediação da troca.

Ciente disso, empresas do Wal-Mart à Fidelity lançarão sistemas de blockchain ao vivo, liberando uma enxurrada de efeitos de rede. Amazon , Facebook , VCs , fabricantes industriais , etc., já estão fazendo movimentos silenciosos. Essa revolução específica se moverá rapidamente, em uma porcentagem do tempo das revoluções anteriores. Mas desta vez, todo indivíduo participante, não apenas bilionários, deve ter uma participação no benefício. A descentralização será um desenvolvimento necessário para a Quarta Revolução Industrial.

 

2. O fim da febre dos tokens levará a tokens de maior qualidade

De 1996 a 2006, mais de 85% das empresas Dot.Com tiveram seu valor de mercado de US $ 0. Ainda assim, testemunhamos o nascimento da Internet e uma florescente economia digital que impulsiona o mercado global hoje.

Doze anos após o nascimento da Internet de produção em 1996, a Apple lançou seu primeiro aplicativo na App Store em julho de 2008:

Mostramos essa ilustração para que possamos reconhecer o tempo que a Web 2.0 levou para alcançar a adoção principal. Os lançamentos de tokens e ICOs de 2018 foram experiências incríveis em captação de recursos e tokenomics, mas foram casos de uso antecipado.

Em 2019, testemunharemos uma nova sofisticação da economia de token, com lógica de negócios mais abrangente incorporada ao token, o que levará a uma maior funcionalidade. Casos de uso de blockchain e economias de token que operam além do caso de uso de pagamento primitivo de criptomoeda serão liberados e expandidos de formas que a sociedade ainda não pode imaginar.

Pense nos acordos de emprego que são pagos a cada minuto, um food stamp que proíbe programaticamente a compra de açúcar ou cafeína, um elétron simbólico que pode ser compartilhado entre os vizinhos de um painel solar ... atualmente, estamos apenas arranhando a superfície.

 

3. A volatilidade do mercado legado migrará os investidores para ativos digitais

Em tempos de incerteza aumentados, commodities escassas são frequentemente vistas como um porto seguro. É uma das razões pelas quais Ray Dalio, fundador da Bridgewater, estruturou seu famoso fundo “ All Weather ” para manter 7,5% de ouro e 7,5% de uma cesta de outras commodities para períodos de maior volatilidade e proteção contra riscos cíclicos em ações ou títulos. Entre aumentos nas taxas de juros do banco central, uma curva de rendimentos invertida , tweets do presidente dos EUA sobre uma guerra comercial com a China e temem que o ciclo de crescimento de uma década que se seguiu à Grande Recessão possa finalmente desacelerar, 2018 certamente era incerto. Em novembro de 18, 90% das 70 classes de ativos monitoradas pelo Deutsche Bank apresentaram retornos totais negativos para o ano, de acordo com o The Wall Street Journal.. Isso é comparado a apenas 1% das classes de ativos com retornos negativos em 2017. Globalmente, os índices do mercado de ações fecharam o ano com seu pior desempenho anual desde a crise financeira .

Durante esse ciclo de aperto, no qual muitos temem uma recessão iminente nos EUA , espero que o interesse aumente em commodities de criptografia digitalmente escassas. Uma visão contrária poderia ser que, em um estado RISK-OFF global, os investidores também poderiam retirar seus ativos digitais devido à sua volatilidade.

 

4. O conselho de carreira do seu pai não se aplica mais

“Na Era da Informação, um 'trabalho' será uma tarefa a ser desempenhada, não uma posição para 'ter'”, escreveu James Dale Davidson em The Sovereign Individual em 1997. Como essa realidade se aproxima cada vez mais rapidamente, blockchain será um veículo primário de transição. A besteira de "economia compartilhada" de Uber, Airbnb, et. Al dá um vislumbre do que o futuro poderia sustentar, mas esses intermediários extraem a maior parte da receita para fornecer camadas finas de identidade, reputação, pagamento e coordenadas de GPS.

A próxima geração de aplicativos fornecerá uma experiência de usuário semelhante, mas descentralizará a equidade. O valor fluirá dos intermediários para as contrapartes de uma transação. A primeira onda já está no Ethereum. As 18+ salas de redação da Civil estão dando as últimas notícias diariamente, ao mesmo tempo em que são pioneiras no jornalismo sustentável, o que revela modelos de receita das mãos dos anunciantes. Mais de 1.000 artistas publicaram suas músicas na Ujo , reduzindo sua dependência de gravadoras e plataformas de streaming. A Gitcoin , uma plataforma para monetizar a criação de software de código aberto, incorporou 17.416 desenvolvedores e facilitou 2.690 transações completas para 763 codificadores exclusivos desde seu lançamento em novembro de 2017. Bounties.NetworkO piloto do 'Bounties for the Ocean' viu indivíduos e equipes de todo o mundo incentivados a pegar lixo e criar comunidades com criptomoedas. O Blockchain irá impactar diretamente o 'futuro do trabalho' - não apenas quais trabalhos estão disponíveis, mas como o valor será trocado através de uma força de trabalho descentralizada, peer-to-peer.

 

5. O rebanho institucional chega, lenta mas seguramente

Todos os aspectos dos mercados de capitais institucionais estarão disponíveis para ativos digitais nativos de blockchain até o final de 2019. Isso inclui custódia de negociação, seguros, trocas registradas, liquidação em tempo real de USD-crypto e veículos de investimento adequados. Este é um processo lento. Essas instituições não ganham um centavo, então as mudanças são metódicas, e não as expectativas de gratificação instantânea da comunidade de criptografia.

 

Alguns destaques:

  • Após a entrega de várias soluções de custódia de empresas específicas do blockchain, participantes tradicionais como Fidelity Digital Assets , Nomura, Northern Trust e outros estabelecerão uma infraestrutura para os fundos, investindo em muitas classes e instrumentos de ativos.
  • As seguradoras começaram a fornecer cobertura a fundos e como um reforço de crédito para custodiantes específicos do blockchain via Lloyd's of London . Os valores de cobertura aumentarão e poderemos ver produtos ligados a seguros até o final do ano.
  • Há ainda a necessidade de um mercado fortemente regulado, que será preenchido com plataformas de correspondência OTC. O ErisX , lançado pelo gênio derivado Don Wilson, da DRW, completará ainda mais uma troca de ativos digitais institucionais no segundo trimestre.
  • Existem várias empresas que estão se expandindo de contratos futuros liquidados em dinheiro para um contrato entregue fisicamente. Com melhores soluções de custódia, esses contratos chegarão ao mercado. Uma delas é a ICE, matriz da Bolsa de Valores de Nova York, que planeja negociar seus primeiros contratos futuros de ativos digitais entregues fisicamente em coordenação com a Bakkt , sua bolsa de ativos digitais, este mês. Assuma mais trocas para seguir com os contratos ETH e BTC. Esses contratos de derivativos fornecerão curvas de preços futuras que são necessárias para a gênese e a evolução dos fundos negociados em bolsa de ativos digitais.
  • Uma tremenda quantidade de moedas estáticas chegou ao mercado, mas algumas trazem risco regulatório para as instituições. Uma solução em que o decreto ainda pode ser rastreado por reguladores bancários para garantir que a LBC seja essencial para que as instituições participem. Vários tokens digitais do USD chegarão ao mercado. Um que já ganhou tração substancial com mais de 65 contrapartes é True Digital Holdings e Signature Bank , uma solução de FX para bancos de médio porte para evitar as taxas de intermediários cobradas pelos maiores bancos de revendedores primários.
  • Os dias de HODLing e chamando de que uma estratégia de investimento acabou. Há pessoas mais inteligentes (e algoritmos) comprando suas calhas e vendendo seus picos. À medida que a infraestrutura institucional se torna mais profissional, o mesmo acontece com o calibre dos veículos de investimento. Empresas como a DARMA Capital exploram essas oportunidades combinando a expertise do blockchain com o gerenciamento profissional do risco de mercado e os muitos riscos dos ativos digitais. A gestão adequada de riscos irá estabelecer as bases para que mais instituições possam participar desta classe de ativos.

 

6. Não é um killer dApp, mas um ecossistema matador, fará com que o 'efeito Lego' se 'empilhe'

Graças ao trabalho árduo dos BUIDLers - desenvolvedores, gerentes de produto, profissionais de segurança e empreendedores - juntamente com o amadurecimento de componentes e padrões essenciais, o cenário de desenvolvimento agora está repleto de elementos que podem ser compostos em uma poderosa aplicação descentralizada de uma maneira anteriormente impossível. Esses elementos incluem navegadores, tokens, carteiras, protocolos de troca e trocas, feeds de dados, mercados, protocolos de IoT, registros, serviços de nome, contratos legalmente e automaticamente executáveis, todos funcionando interoperacionalmente nos bastidores de uma experiência do usuário. Nós veremos essa sinergia se manifestar em uma série de inovadores dApps em 2019.

Além disso, em 2019, começaremos a ver projetos díspares começando a se encaixar, criando pilhas totalmente integradas para setores verticais da indústria construídos na Ethereum. Take FinTech: As soluções de salvaguarda de ativos digitais oferecidas pela Trustology , soluções de pagamento fiat em tempo real da Adhara e sistemas de relatórios financeiros da Balanc3 , poderiam criar uma pilha integrada, iniciando o caminho para a interoperabilidade entre plataformas blockchain e redes de negócios. Nas verticais de FinTech, música e assistência médica, os “Legos” começarão a “empilhar” no lugar.

 

7. A evolução do ConsenSys 2.0 continuará a impressionar as pessoas

No início, o ConsenSys 1.0 estava criando software sem ferramentas de desenvolvedor, em uma plataforma que ainda não havia sido lançada, em um ecossistema que ainda não existia. Então nós construímos isso. Nos últimos 4 anos, treinamos centenas de milhares de engenheiros, esclarecemos milhões para o poder da descentralização e nossa infraestrutura distribuída lida com bilhões de solicitações por dia.

Recentemente, Joe Lubin escreveu para toda a empresa 1.100 pessoas uma carta sobre nossa evolução, do ConsenSys 1.0 ao ConsenSys 2.0. Acredito que sua metáfora é excelente: “A visão caprichosa é que, no ConsenSys 1.0, construímos um laboratório instrumentado para demonstrar que a lua existia, usando várias demonstrações, matemática e argumentos filosóficos criativos. Agora, precisamos de um foguete poderoso e aerodinâmico para nos levar até lá, já que a prova real, em última análise, está no pouso. Mesmo diante de enormes reviravoltas ao longo dos anos, nosso ecossistema retém sua visão para frente e para cima, para a lua ”.

O ConsenSys 2.0 sinaliza a próxima fase do Web3. Estamos levando tudo o que aprendemos, as ferramentas e a infraestrutura que construímos, a comunidade global que convergimos e o enfoque a laser para alcançar resultados. Isso corresponderá a desenvolvimentos semelhantes nos ecossistemas Ethereum e blockchain maiores e, até o final de 2019, um mundo habilitado para Web3 estará ao alcance.

 

8. Blockchain vai inflamar uma explosão de eficiência na banca global

As finanças globais operam com muito menos eficiência do que a maioria das pessoas imaginaria. Ainda há uma enorme trilha de papel, e as ferramentas digitais que existem oferecem uma experiência de usuário ruim e desconexa.

Implementações de blockchain de produção como komgo , construídas pela ConsenSys e em execução no Kaleido , estão se desenvolvendo rapidamente para adicionar uma experiência de usuário perfeita. No ano passado, a Komgo conectou 19 stakeholders  - incluindo ABN AMRO, BNP Paribas, Citi, Grupo Crédit Agricole, Gunvor, ING, Koch Supply & Trading, Macquarie, Mercuria, Banco MUFG, Natixis, Rabobank, Shell, SGS e Société Génerale. rede coordenada de financiamento ao comércio.

A DrumG está dando passos no sentido de fornecer um fluxo de trabalho completo e operacional de sua rede Titanium para dados de consenso OTCpara seu parceiro âncora Credit Suisse, construído no Enterprise Ethereum e executado no Microsoft Azure.

Este ano, os bancos e instituições aumentarão a adoção do blockchain em grande escala, à medida que diminuem a latência de liquidação, aprimoram o gerenciamento de dados, desobstruem fluxos de trabalho dependentes de papel, otimizam o processo KYC e eliminam erros humanos. As redes Blockchain darão um enorme salto para reduzir o risco e a fraude de contraparte, permitindo que as empresas gerenciem proativamente os riscos, em vez de apenas reagirem de forma reativa aos riscos.

 

9. Blockchain UX / UI é o link ausente

Embora tanto desenvolvimento no ecossistema Ethereum em 2018 tenha sido focado em elementos sob o capô, é em primeiro lugar através da experiência do usuário que o público se conecta com o dApps. Com algumas exceções notáveis, o design em blockchain ficou para trás das aspirações elevadas de seu protocolo.

Não mais.

Seguindo a liderança da Rimble  - uma caixa de ferramentas open source de elementos compatíveis com blockchain - os padrões de design para aplicativos descentralizados serão levantados em 2019. Com melhor design e integração mais perfeita disponível, a próxima geração de dApps será toda sobre a experiência do usuário ou será deixado para trás. O dApps irá alcançar o Coinbase - que proporcionou a primeira experiência não horrível do usuário no blockchain - e o blockchain UX amadurecerá rapidamente em 2019.

 

10. A prova de localização da espuma começará a desafiar o GPS

O Sistema de Posicionamento Global - ou GPS - é um utilitário dado como garantido pela maioria, apesar de ser onipresente em tudo, desde o Google Maps até operações militares. Uma ferramenta de vigilância centralizada de propriedade do governo dos Estados Unidos, o aparelho de GPS é repleto de problemas, muitos dos quais blockchain provou para ser solucionável. As tecnologias de prova de localização, peer-to-peer, privadas, descentralizadas, resistentes à censura e consensuais, como a FOAM, apresentam um desafioimpressionante ao padrão GPS. Já vive na Ethereum, o protocolo Proof of Location da FOAM está usando uma rede peer-to-peer e token staking para criar um mapa ao vivo do mundo que pode ser aproveitado para rastrear qualquer coisa, desde itens ao longo de uma cadeia de suprimentos até veículos autônomos.

 

11. Regulamentação em todo o mundo começará a recuperar

A tecnologia Blockchain não alcança todo o seu potencial até que possamos sistematicamente impedir fraudes e proteger consumidores e investidores na criptosfera - os mesmos problemas sobre os quais os reguladores e formuladores de políticas estão focados. O Brooklyn Project é uma comunidade de 1.500 advogados, reguladores e participantes da indústria que colaboram ativamente em documentos com curadoria da comunidade, como o “ Consumer Token Framework ”, e assumiram a liderança na interface com órgãos governamentais nos EUA e na Europa.

O envolvimento do Brooklyn Project com órgãos reguladores como a Securities and Exchange Commission levou a uma série de encorajadores desenvolvimentos e reconhecimentos nos EUA, enquanto países de todo o mundo estão reconhecendo que criptos ativos como pagamento geral e tokens de utilidade do consumidor não são necessariamente ”Ou“ instrumentos financeiros ”. A aprovação da HB70 em Wyoming é o sinal de abertura para a ação no Congresso estadual, e os legisladores estão trabalhando rapidamente para avançar na legislação que fornece uma base sólida para a indústria blockchain prosperar. 2019 verá um movimento significativo em relação à lei blockchain e cryptocurrency.

 

12. As finanças descentralizadas já estão trabalhando na Ethereum, e veremos um aumento de 10x nos usuários em 2019

  • Em vez de um empréstimo de taxa de juros de dois dígitos notório de fundos de hedge que não entendem que a garantia da criptografia é tão boa quanto qualquer outra classe de ativos, ela é capaz de obter empréstimos tão baixos quanto 0,5% ao ano na Maker DAO hoje.
  • O Market Protocol criou a capacidade de negociar QUALQUER relacionamento derivado usando o Ethereum, como o preço das ações da Apple, do petróleo ou do S & P 500.
  • O DX Exchange utiliza o protocolo FIX (Financial Information Exchange) da Nasdaq, que permite aos usuários trocar ações simbólicas em grandes empresas globais, incluindo Amazon, Baidu, Apple, Facebook, Google, Intel, Netflix, Nvidia e Tesla.
  • Projetos que vão desde Coven Network a Token Foundry estão abrindo portas anteriormente acessíveis apenas a empresas de capital de risco, e o desenvolvimento adicional de títulos simbólicos irá ampliar a porta de entrada para investidores cotidianos em todo o mundo para construir valor e riqueza. A Blockchain continuará a derrubar barreiras para a entrada tanto no emprego quanto no investimento.

 

13. Blockchain vai obrigar impacto social substantivo, em boas maneiras e ruim

Em 2019, blockchain será invocado em momentos de grande mudança e crise nos confins longínquos do globo. Desenvolvimento com blockchain e iniciativas de bem social como o Project i2i , que fez parceria com o Union Bank para promover inclusão financeira em partes rurais das Filipinas, ou a Radiant Earth Foundation , que construiu um POC em Kaleido para fornecer conjuntos de dados transparentes, verificáveis ​​e abertos para colaboração de agências de ONGs em regiões de crise, vai liderar a acusação.

A utilização de blockchain e criptomoeda pelos governos e seus adversários em momentos de agitação socioeconômica também aumentará. Isso já se tornou evidente em lugares como Venezuela e Camarões, e embora não seja bonito na maioria dos casos, muitos países em desenvolvimento experimentarão ativos digitais para combater a hiperinflação. À medida que isso se desenvolve, é importante lembrar que compartilhamos o imperativo de garantir que a tecnologia blockchain e as moedas digitais sejam usadas como uma força de descentralização e não o contrário, e precisamos nos mobilizar para garantir que seu impacto social seja positivo.

 

14. Blockchain rastreamento vai de bom ter, a necessidade de ter

Compradores vigilantes vão exigir transparência em relação à origem de alimentos, roupas e produtos. Hoje, o processo da cadeia de suprimentos é opaco e muitas vezes lento: em 2018, a Food and Drug Administration dos EUA registrou dezenas de recalls de alimentos potencialmente contaminados com Salmonella, Listeria, E. Coli e até mesmo partículas de vidro. Os fabricantes de varejo e as marcas de moda de luxo usam o trabalho forçadopara produzir as camisetas e jeans que todos compram, e muitas vezes se envolvem em práticas prejudiciais ao meio ambiente .

Como DeBeers produtor de diamantes - atestados de origem de um produto e distribuição Blockchain-rastreado plataforma Tracr ou de Lane Crawford Luxarity  - vão se tornar padrão da indústria para marcas de varejo. Plataformas como a Viant estão na vanguarda dessa tecnologia e permitem que os consumidores saibam exatamente o que estão comprando. Mesmo gigantes do varejo, como o Walmart , deram grandes passos no sentido de reforçar as cadeias de suprimento com rastreamento e rastreamento baseados em blockchain.

 

15. Armazenamento em nuvem irá descentralizar para combater o aumento de hacks e censura

Muitos se lembrarão de 2018 como um ano de violações de dados, com incidentes como o desastre do Cambridge Analytica do Facebook , o vazamento de informações de 500 milhões de hóspedes da Marriott e a divulgação de crédito da Equifax no valor de US $ 400 milhões . As pessoas estão prestando atenção às questões relativas ao armazenamento do servidor central de suas informações pessoais, e com razão. O armazenamento descentralizado, conforme evidenciado por projetos como o Interplanetary File System , Filecoin, Storj e Maidsafe, apresenta a melhor maneira possível de evitar as armadilhas de silos de dados centralizados sem sacrificar valores cada vez mais importantes como privacidade do usuário, acesso à informação e segurança.

Mais hacks de servidores centralizados estão a caminho. À medida que esse problema se transforma em uma epidemia com consequências muito reais para as pessoas comuns, os usuários e as empresas buscarão respostas para soluções de blockchain e armazenamento distribuído. À medida que projetos como o IPFS amadurecem, o armazenamento em nuvem descentralizado se tornará uma espinha dorsal da experiência do Web3.

 

16. Os tokens não fungíveis serão criativos

A ascensão da Internet criou resultados díspares para os artistas. A mídia social capacitou artistas para se comunicarem e promoverem diretamente aos seguidores facilmente. No entanto, a capacidade de copiar trabalhos musicais, impressos ou digitais de artistas impede sua capacidade de ganhar a vida. Com a Ethereum e os contratos inteligentes, agora é possível emitir tokens digitais únicos, comprovadamente escassos, para vender e controlar facilmente a propriedade de obras de arte de edição limitada e raras.

A SuperRare cria um sistema de royalties do tipo que um artista só sonhava anteriormente: não há comissão sobre vendas primárias e uma comissão de 3% sobre vendas secundárias. O artista também recebe uma comissão de 10% de vendas secundárias, fornecendo receita passiva de uma obra de arte, se continuar a negociar no mercado secundário.

Imagine criar uma obra de arte e, toda vez que ela for vendida de uma pessoa para outra, você recebe automaticamente uma comissão de 10%, para sempre. Esse é o poder dos contratos inteligentes serem incorporados em um ativo de token.

 

17. Conforme o Web3 toma forma, os usuários receberão de volta a identidade do Facebook e do Google

Graças a tecnologias como o uPort , o Metamask e o Opera, os consumidores terão maior controle de suas próprias identidades digitais - um aspecto central do que chamamos de Web 3.0. Veja como a nova Web funcionará: em vez de fazer login em um aplicativo como o Google Chrome, Safari ou Facebook, os consumidores farão login em um navegador pessoal, criptograficamente autenticado, de sua propriedade. O “Tim Browser”, “Anne Browser”, ou “Sue Browser”, será um software de código aberto, auditado por participantes da rede e ativado por algum tipo de confirmação biométrica, seja uma impressão digital ou uma varredura da íris. A identidade auto-soberana será incorporada aos nossos navegadores. Os usuários terão o equivalente a um passaporte digital, capaz de construir reputações na Web3 e interagir com economias sem sacrificar a privacidade, o valor ou a segurança.

 

18. A crescente instabilidade geopolítica aumentará a necessidade de infraestrutura descentralizada

As crescentes tensões políticas em todo o mundo - desde tumultos em Paris até conflitos no Brexit, eleições tumultuadas no Brasil e o próprio fechamento do governo dos EUA - continuarão criando instabilidade e incerteza. Como a confiança na segurança dos poderes soberanos continua a ser questionada, uma tecnologia que não depende da força dos estados-nação ou dos seus inconstantes líderes se tornará mais atraente. Hoje, as pessoas em todo o mundo enfrentam grandes barreiras institucionalizadas e sistêmicas à liberdade por meio da censura, da exclusão do sistema financeiro e da falta de oportunidades econômicas. Mais de 1,7 bilhão de adultos permanecem sem banco. Cerca de 50% da população mundial vive sob um regime autoritário. Em 2019, as tecnologias descentralizadas capturam mentes em todo o mundo, não como uma maneira especulativa de enriquecer rapidamente, mas como uma solução para todas as pessoas, independentemente da cidadania, para realizar transações, expressar idéias e prosperar.

 

19. Soprando bolhas: Web 3.0 será construído com IMPAKT

Para usar uma analogia simples, 2019 nos anos blockchain, é apenas o equivalente a 1995, se a produção da Internet começou em 1996. Ainda estamos muito, muito cedo. Como com muitas evoluções tecnológicas, bolhas podem se formar. É importante notar os diferentes tipos de bolhas: alguns - como o crash da habitação de 2008 - deixam para trás dívidas e desperdícios, enquanto outros - como a bolha dot.com - estabeleceram infraestruturas fundacionais e organizações chave cristalizadas, que floresceram. Na esteira da exuberância irracional dos mercados de criptografia em 2017 e da subsequente retração em 2018, a infraestrutura necessária para a Web 3.0 - IMPAKT - se materializou e será a espinha dorsal da próxima onda de desenvolvimento e sucesso.

 

IMPAKT :

  • O Infura fornece infraestrutura de blockchain escalável com mais de 10 bilhões de solicitações por dia, 2,5 petabytes de dados transferidos por mês e mais de 50.000 desenvolvedores e dApps Served.
  • A extensão do navegador Ethereum Metamask ganhou mais de 1 milhão de downloads, conectando muitos usuários à web descentralizada pela primeira vez.
  • A PegaSys está tornando o Ethereum for enterprise uma realidade e lançou um cliente baseado em Java, open source e corporativo pronto para suportar e dimensionar a mainnet Ethereum.
  • A Alethio está iluminando a rede Ethereum com análises de dados em tempo real, entregues lindamente.
  • A parceria da Kaleido com a Amazon Web Services abriu um mercado mundial para o blockchain-as-a-service.
  • A doce suíte de ferramentas para desenvolvedores da Truffle foi baixada mais de 1 milhão de vezes… a maior do mundo para o espaço de criação de contrato inteligente.

Ainda é o melhor dos tempos e o pior dos tempos , mas começamos em 2019 com uma florescente comunidade global de BUIDLers dedicados, uma infraestrutura robusta para o desenvolvimento e um caminho rápido para o sucesso e a adoção. O mundo está ligado ao que blockchain pode fazer, mas ainda estamos apenas começando. As redes descentralizadas conectarão os pontos da Quarta Revolução Industrial, e 2019 será lembrado como o início dessa nova era.

 

 

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