De ações e petróleo a impressão de dinheiro e os principais fundamentos do Bitcoin, os traders têm muito a considerar enquanto o terceiro halving se aproxima!

  • Para quem não sabe, enquanto este artigo é escrito, faltam 15 dias para o Halving!
  • Você pode acompanhar aqui: The Halvening
  • Algumas wallets, como a Coinomi, colocoram uma contagem regressiva para o evento dentro do app! ;)

 

É… se você está acompanhando o mercado, viu que o Bitcoin (BTC) consolidou ganhos próximos de US $ 8.000!

 

Depois de saltar 10% em 1 único dia na semana passada, o par BTC/ USD conseguiu manter seus ganhos no fim de semana.

Abaixo, o Cointelegraph considera os principais fatores que os comerciantes devem ficar de olho para evitar uma surpresa desagradável.

 

 

1 - Novos alarmes para as ações

 

As ações continuam subindo e o Bitcoin continua se movendo de acordo com o sentimento do mercado de ações.

 

Embora reduza sua correlação nas últimas semanas, o Bitcoin ainda permanece sensível a grandes mudanças em Wall Street.

Nesta semana, os preços continuam em alta, mas nem tudo é o que parece, alertam analistas.

 

"Quedas acentuadas na amplitude do mercado no passado muitas vezes sinalizaram grandes quedas no mercado"

Disse Bloomberg, estrategista do Goldman Sachs, em 27 de abril.

 

A amplitude reduzida pode durar longos períodos.

No entanto, os episódios anteriores sinalizaram retornos abaixo da média do mercado e eventuais reversões de momento.

 

Gráfico de 3 meses do Bitcoin versus S&P 500. Fonte: Skew

 

A advertência de que os atuais ganhos rápidos podem se transformar em perdas capitaliza as preocupações existentes sobre o paradoxo do status quo dos mercados.

Apesar de milhões de implosões de pequenas empresas e trilhões de dólares em impressão de dinheiro, as ações continuam melhorando.

 

2 - O preço do petróleo perde muito com o início das negociações

 

 

O petróleo está a todo vapor com a sua prolongada liquidação.

No pregão asiático da manhã de segunda-feira, o WTI caiu quase 10%, enquanto o Brent caiu 3,2%, para perto de US $ 20 por barril.

 

Parece que não há trégua para um mercado atingido por preços negativos sem precedentes na semana passada!

É improvável que a demanda se recupere por vários meses, enquanto as instalações de armazenamento praticamente acabaram.

 

Um esforço anterior dos países da OPEC+ para reduzir a produção não foi suficiente, disseram comentaristas.

No geral, o Bitcoin é menos impactado pelas questões de petróleo do que as de outros mercados.

 

 

3) A máquina de impressão de dinheiro continua girando

 

Os bancos centrais continuam a injetar mais dinheiro inútil na economia cada vez mais “neo-feudal”.

 

Na segunda-feira, foi a vez do Banco do Japão anunciar uma enxurrada de papéis, sinalizando que compraria títulos ilimitados para incentivar empréstimos.

 

Ainda há dúvidas sobre se a Reserva Federal dos Estados Unidos e o Banco Central Europeu seguirão o exemplo.

Isso porque o primeiro já inflou seu balanço patrimonial para um recorde de US $ 6,6 trilhões.

 

 

4) Os fundamentos do Bitcoin melhoram constantemente

 

Para os participantes da rede Bitcoin, enquanto isso, o cenário é cada vez mais e mais verificável e positiva.

 

A taxa de hash se recuperou bem desde que caiu após a queda nos preços de março, consolidando-se em cerca de 115 quintilhões de hashes por segundo (h / s).

De acordo com estimativas da Blockchain, isso é apenas 7 quintilhões de h / s abaixo dos máximos de todos os tempos, vistos no início do mês passado.

 

A dificuldade de mineração também está definida para um aumento saudável de 3,2% no próximo ajuste - em cerca de oito dias.

Isso segue um aumento maior de 8,5% relatado anteriormente pelo Cointelegraph.

A volatilidade implícita geral, monitorando o recurso Skew notes, agora também está quase de volta aos níveis do início de março.

 

 

5) Analista dissipa mitos sobre o Halving de maio

 

Agora, faltam apenas duas semanas para o terceiro Halving de Bitcoin - diminuindo recompensas pela metade.

Nesse ponto, a recompensa de bloco do Bitcoin cairá de 12,5 BTC para 6,25 BTC por bloco.

 

Isso reduz significativamente a receita do minerador, ao mesmo tempo em que aumenta a taxa de estoque / fluxo da criptomoeda.

Afinal, haverá menos "novos" Bitcoins criados em relação ao suprimento existente.

 

Alguns analistas ficaram preocupados com o fato de a queda na receita causar problemas para as mineradoras.

No entanto, o criador do modelo “stock-to-flow” do Bitcoin agora acredita no contrário:

"Os halvings de 2012 e 2016 mostram que a dificuldade NÃO se ajusta para baixo, mas continua subindo pela metade", diz um tweet do PlanB na sexta-feira.

 

“Os mineradores JÁ investiram em novos hw e estão preparados para uma receita de -50%!”

 

Fonte: Cointelegraph

Publicado em Bitcoin
Quarta, 12 Fevereiro 2020 14:46

Mineração, conheças a História ! ! !

 

Imagine ligar seu computador, abrir um programa e receber 50 Bitcoins a cada 10 minutos?

 

Essa era a realidade de muitas pessoas que chegaram no mercado de bitcoin ainda no começo. O Bitcoin era tratado apenas como um hobby ou um artigo colecionável na internet.

No entanto, a evolução da mineração de Bitcoin evoluiu de computadores domésticos para fábricas com escala industrial.

Hoje, não há mais espaço para aventureiros. O mercado ficou altamente eficiente e qualificado, onde apenas os melhores sobrevivem. Nesse mercado, reina o conceito econômico de Teoria dos Jogos, do brilhante matemático John Nash. Cada um visa seu interesse e age com base no que o outro irá fazer.

Será explicado ao longo do texto a evolução desse mercado, do conceito de eficiência e o conceito econômico da Teoria dos Jogos. 


Uma breve revisão sobre a mineração de Bitcoin

Minerar Bitcoin, de forma resumida, é emprestar seu computador para verificar a autenticidade de todas as transações na rede. Você emprega poder de processamento, gasta energia e recebe uma recompensa em Bitcoins como incentivo econômico.

As transações são organizadas em um conjunto, conhecido como bloco. A cada 10 minutos, um novo bloco é verificado por mineradores através de um processo de competição. Existe uma corrida para verificar esse bloco. Quem vence, ganha a recompensa em Bitcoins.

A mineração é a fundação de todo o sistema do Bitcoin. Sem ela, não existiria segurança nas transações, o que comprometeria a confiança de toda a rede. Afinal, sem verificação o sistema estaria suscetível à fraudes e não seria muito diferente de uma moeda de World of Warcraft.

O mais interessante é o conceito econômico por trás disso. Ninguém minera Bitcoin por benevolência, todos querem minerar a maior quantidade de maneira mais eficiente possível. Isso causou uma grande evolução nos equipamentos de mineração.

De laptops a supercomputadores

No começo, era possível minerar Bitcoin em um simples laptop com um Pentium 4 ou qualquer processador com mais de dois núcleos. Apenas curiosos e criptógrafos conseguiram minerar nos primeiros meses. O programa era um pouco inacessível para quem não entendia programação.

 

mineração de bitcoin

 

Minerar Bitcoin era para hobbystas, pois era difícil ganhar um dinheiro relevante para se viver exclusivamente disso. No entanto, o preço do Bitcoin foi subindo e atraindo mais pessoas interessadas, aumentando a competição da atividade. Com isso, algumas pessoas usavam computadores um pouco mais potentes.

Depois de usar processadores de computadores, os mineradores começaram a utilizar GPUs, ou Placas de Vídeo para minerar. Existe uma razão para isso: GPU é melhor para processar dados do que um processador de computador. A partir daí, o que era hobby ou “brincadeira”, passou a virar coisa séria.

 

minerar bitcoin com placa de vídeo

 

 

A partir de junho de 2011, surgiram as primeiras placas FPGA (Field Programmable Gate Array), que consistiam em chips de processamento integrados em um circuito. A principal vantagem era o poder de processamento junto de um baixo custo de energia. Afinal, manter computador com placa de vídeo ligada custa dinheiro.

Essa, na prática, foi a primeira Asics de Bitcoin.

 

As FPGAs foram uma espécie de embrião de um circuito de chips que ficaram conhecidos como ASICs. Nesse momento, surgia uma preocupação em se tornar mais energeticamente eficiente frente aos possíveis concorrentes.

A mineração de FPGAs durou de 2011 até o final de 2012, que foi quando surgiram as primeiras máquinas ASICs da Avalon, Butterfly Labs e Cointerra. Elas eram ainda mais eficientes em processamento e gasto energético do que as FPGAs e as GPUs, que logo trataram de sair de cena.

 

As Asics conseguiram aperfeiçoar a mineração de Bitcoin de forma extaordinária.

 


Em 2013, o Bitcoin começaria um dos maiores ciclos de valorização de toda sua história. Começou o ano cotado a US$ 12 e terminou 2013 cotado em US$ 933, com uma valorização de 6987%. Essa corrida de preço atraiu muitos interessados, entre eles a Bitmain, a maior produtora de ASICs do mundo.

preço do Bitcoin em 2013
Preço do Bitcoin em 2013. Fonte: TradingView.

 

A industrialização da mineração

A Bitmain criou os melhores ASICs do mercado, sob o ponto de vista de gasto energético. A partir de 2013, principalmente depois do estouro da bolha no preço, o mercado de mineração se tornou ainda mais competitivo. As ASICs tomaram conta e surgiram as primeiras fazendas de mineração.

Disparada do Hashrate no ano de 2013, após introdução das Asics.

 

Alguns mineradores passaram a projetar plantas industriais para colocar em prática a mineração de Bitcoin. As máquinas precisam de espaço e principalmente refrigeração, pois esquentam muito. Sem uma refrigeração adequada, as ASICs poderiam explodir e causar um grande prejuízo para o produtor.

Com isso, a corrida não passou a ser mais para obter as melhores máquinas do mercado. Afinal, de nada vale ter o computador mais potente se você gasta muito mais do que arrecada com energia e refrigeração.

Agora a questão está na eficiência energética. Por isso, a mineração está saindo da China e indo para países que têm: energia barata e clima frio. Hoje, países como Sibéria, Canadá, Estados Unidos, Noruega e Islândia estão despontando com os locais favoritos dos mineradores.

O objetivo é simples: reduzir custos com energia elétrica e colocar a máquina para rodar pelo maior tempo possível. Com isso, o mercado se tornou extremamente competitivo na busca da eficiência.

O que assusta os mineradores de criptomoedas?

A competição sempre deixa qualquer um preocupado. E isso não é diferente no caso dos mineradores. O Bitcoin é limitado a 21 milhões de unidades, com uma quantia temporariamente fixa a ser emitida no bloco.

Para piorar, essa quantia diminui pela metade a cada 4 anos. Ou seja: menos Bitcoin para receber e maior competição assustam mineradores.

Esse grau de competitividade pode ser visto pela métrica Hashrate, que mede o poder computacional da rede. Quanto maior o Hashrate, maior o número de máquinas ligadas competindo para ganhar Bitcoins a cada 10 minutos. Por outro lado, quanto menor o Hash, menor será a competição.

Em suma, aumento de grau de competição com menor recompensa para os participantes é um dos maiores temores dos mineradores. É muito difícil competir em um mercado extremamente sofisticado e eficiente, de forma que apenas os melhores conseguem se manter em atividade.

A Teoria dos Jogos e a Mineração de Bitcoin

O mercado de mineração é uma representação perfeita da Teoria dos Jogos. Onde cada participante do mercado compete visando seu próprio interesse. A melhor maneira de explicar isso é através do famoso Dilema do Prisioneiro.

Suponha que você e seu comparsa tenham sido presos em um caso de corrupção. A polícia colocou ambos em celas separadas e propôs um acordo de delação premiada. Se você o delatar, ficará preso por 1 ano, caso seu amigo não o entregue.

Se ambos ficarem quietos, pegam 2 anos. Caso você não confesse e seu amigo te entregue, você ficará preso 10 anos, enquanto ele ficará preso por apenas 1 ano. Veja a dinâmica abaixo:

dilema do prisioneiro
                 O Dilema do Prisioneiro


Agora fica o dilema: entregar ou não? Se vocês forem melhores amigos de infância, provavelmente poderiam confiar um no outro para ficarem quietos, o que seria o melhor resultado para todo mundo.

Mas como são apenas colegas de crime, não confiam um no outro. Pior, você ficará com medo de ser delatado e resolve delatar. No fim, se ambos confessarem o crime, pegarão 3 anos de prisão, o que seria um resultado pior, mas menos pior do que ficar preso 10 anos.

A mineração funciona de forma semelhante a Teoria dos Jogos. Quando a lucratividade da mineração está baixa ou negativa, ganha quem tiver mais caixa para segurar o período. Os mineradores ineficientes são expulsos do mercado e o Hashrate despenca, exatamente como aconteceu no ano de 2018.

 

hashrate bitcoin
Hashrate do Bitcoin. Fonte: Blockchain.com

 

Nesse caso, os mineradores ficam segurando uma operação não lucrativa com a expectativa de que seus concorrentes deixem o mercado. Caso essa competição se estenda por muito tempo, todos os mineradores poderiam quebrar, o que causaria uma grande queda de poder computacional da rede.

Nesses cenários de quebra, mineradores poderiam vender suas máquinas e seus Bitcoins em peso para mitigar os custos. Isso levaria a uma grande queda no preço. No entanto, essa hipótese não é um consenso.

Uma pesquisa do brasileiro Felipe Sant’anna mostra que os mineradores não influenciam tanto no preço do Bitcoin, porque o mercado já está altamente sofisticado e os mineradores não representam um grande peso no volume de negociação.

 

 

Não ao desperdício energético

O mercado se tornou tão competitivo, que desperdício de energia não é mais tolerável. Qualquer lugar que tenha energia sobrando, haverá algum minerador instalando alguma fazenda de mineração.

Em alguns casos, a mineração pode fazer uma forte sinergia com atividades que dependam do calor. Mineradores podem se reunir com produtores de outras atividades para rachar o custo energético e oferecer calor para quem precisa gastar com aquecedor, por exemplo.

No Canadá, alguns mineradores estão utilizando suas fazendas em conjunto com uma criação de peixes e plantas de outras culturas. Isso mostra que o mercado se adapta e cria novas soluções. O Bitcoin não desperdiça energia, ele otimiza o seu uso.

Qual é o futuro da mineração?

O halving e a limitação do Bitcoin são dois fatores que vão impactar bastante a mineração nos próximos anos. Lá por 2040, apenas um resíduo de Bitcoins restará para ser minerado, de forma que apenas os mais eficientes se manterão de pé. Mas, citando uma das minhas frases favoritas: “Nenhum rei governa para sempre”.

Ciclos de mercado no Bitcoin estão acontecendo, mineradores quebram e novos entram no jogo. As regras estão definidas, o jogo continua e entra quem quer. De certa forma, o Bitcoin é Antifrágil, ele estará lá, pessoas estarão dispostas a minerá-lo porque ele é raro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado em Bitcoin

 

A IBM recentemente revelou seu Q System One na Consumer Electronics Show (CES) 2019, com a empresa descrevendo o computador quântico como sendo desenvolvido para “uso comercial”. Apesar dos inúmeros meios de comunicação denunciarem novamente a morte iminente do Bitcoin, o sistema quântico da IBM não é o trocador de jogos que muitos estão anunciando que seja.

 

IBM lança sistema de computação quântica

 

O lançamento comercial da IBM de seu novo sistema de computação quântica tem alimentado relatórios alegando que a tecnologia pode significar desgraça para bitcoin e cryptocurrency.

 

Os relatórios baseiam-se em um temor delonga data de que o advento da computação quântica poderia quebrar práticas contemporâneas de criptografia, minando a segurança das tecnologias de contabilidade distribuída.

 

O Q System One usa o chip de 20 qubits da IBM, com a empresa afirmando que a unidade é “projetada para uso comercial”. No lançamento , Arvind Krishna, diretor da IBM Research, descreveu o sistema como “crítico para expandir a computação quântica além das paredes”. do laboratório de pesquisa enquanto trabalhamos para desenvolver aplicações quânticas práticas para negócios e ciência ”.

 

Apesar de a IBM implicar que o computador pode ser adquirido fisicamente, o dispositivo só é acessível através da nuvem devido à extrema delicadeza e clima necessários para operar chips quânticos. De acordo com o Gizmodo , a IBM também “já oferece acesso baseado em nuvem à sua experiência [quântica], que inclui o chip de 20 qubits”.

 

 

Especialistas Duvidam Usos Práticos para o Sistema 20-Qubit da IBM

 

Embora vários analistas tenham notado a importância comercial do Q System One da IBM, muitos espectadores são céticos em relação às capacidades do sistema, sugerindo, em vez disso, que os chips de 50 qubits provavelmente terão uma maior variedade de aplicações práticas.

 

Helmut Katzgraber, principal pesquisador da Microsoft Quantum, também descreveu o anúncio da IBM como um "marco histórico para poder adquirir comercialmente um dispositivo digital, mesmo que a tecnologia esteja em sua infância", mas antecipa que o sistema será de pouco uso além da pesquisa. e PR.

 

IBM Q System One engloba um marco comercial em vez de computacional

 

Apesar de descrever a crescente acessibilidade da computação quântica como “significativa”, Andrew Childs, co-diretor do Centro Conjunto de Informação Quântica e Ciência da Computação da Universidade de Maryland, expressou ceticismo quanto ao dispositivo da IBM, afirmando: “Em última análise, eu acho Descobrir como fazer muitos qubits de baixo ruído é muito mais importante do que descobrir como colocá-los em um pacote bonito. ”

 

"É mais como um ponto de partida do que um computador quântico prático", afirmou Winfried Hensinger, professor de tecnologias quânticas da Universidade de Sussex. “Não pense nisso como um computador quântico que pode resolver todos os problemas pelos quais a computação quântica é conhecida. Pense nisso como uma máquina protótipo que permite testar e desenvolver ainda mais algumas das programações que podem ser úteis no futuro ”, acrescentou.

 

O que você acha do Q System One da IBM e da suposta computação quântica de ameaças representa uma criptografia? Compartilhe seus pensamentos na seção de comentários abaixo!

 

Publicado em Bitcoin
Sexta, 04 Janeiro 2019 20:26

Fazendas de Mineração Humanas!

 

 

Mineração de bitcoin estilo Matrix !!!

Todos sabem que a mineração de Bitcoin e congêneres não anda no seu melhor momento. 

A mineração é uma atividade cara, de risco e com risco de fracasso que é uma constante na vida de qualquer minerador. Os equipamentos podem até ficar mais baratos daqui para frente, devido a saída de centenas mineradores. Contudo, com os avanços dos dispositivos wearables um instituto holandês, o IOHO(Institute of human obsolescence) resolveu levar esse conceito da computação corporal, seguindo os mesmos princípios que vemos no filme Matrix, para a mineração de cryptomoedas. Algo sui generis, que a IOHO, faz questão de negar o paralelismo.

 

 

O conceito é conhecido por todos e já explorado exaustivamente no cinema, como destacamos no Matrix. Um corpo humano adulto gera aproximadamente 100 watts de energia enquanto está em repouso, e cerca de 80% dessa energia é desperdiçada como excesso de calor corporal. A ideia da IoHO era capturar um pouco desse excesso de calor corporal usando geradores termoelétricos. Esses geradores converteriam o calor do corpo em energia elétrica, que será usada para alimentar a mineração.

 

Criando fazendas de mineração humana?

Claro, o IoHO não está defendendo um futuro que se pareça com o Matrix. Em vez disso, o projeto era sobre propriedade de dados e como aproveitar efetivamente o capital biológico de uma pessoa.
É uma experiência interessante, com certeza, e não é difícil imaginar um futuro em que todos usem roupas que alimentem nossos telefones implantados no cérebro.
O projeto da IoHO tem mais a ver com o uso inteligente do potencial energético corporal que com uso monetário deste.

 

Mas para contextualizar e extrapolarmos o conceito de fazendas de mineração humanas, para minerar 1 bitcoin por mês, precisaria-se de cerca de 320 pessoas permanecendo inativas 24 horas por dia. Se levarmos somente em consideração o calor expelido todos os dias, por qualquer ser humano, em termos teóricos. Para fazer 1 bitcoin por mês com a tecnologia da IoHO – que, em termos de eficiência, é parecida com os geradores termoelétricos wearable mais acessíveis disponíveis hoje em dia, você precisa de cerca de 44.000 pessoas fornecendo energia corporal 24 horas por dia, 7 dias por semana. Minerar bitcoin está cada vez mais difícil sem dúvida.

 

 

 

As moedas mais usadas na mineração pelos experimentos da IoHO são: Vertcoin, Startcoin, Ethereum, Dash, Lisk e Litecoin.

Publicado em Mineração
Sexta, 04 Janeiro 2019 17:36

Hardfork do Ethereum, quem dará suporte?

 

A Binance já anunciou seu apoio ao próximo grande  Constantinople na rede 

 

Depois de ser adiado devido a uma falha na rede de testes em novembro do ano passado, o hardfork foi marcado para 16 de janeiro. Especialistas acreditam que 2019 será um “ano de alta” para as criptomoedas, entre elas a Ethereum que já recuperou sua posição como a segunda maior criptomoeda por valor de mercado.

O tão aguardado hardfork é esperado como sendo uma das coisas que farão as previsões se realizarem, já que trará algumas mudanças importantes para a rede.

Hardfork Constantinople

hardfork Constantinople é um procedimento usado pela equipe de desenvolvedores da Ethereum para mover a rede da criptomoeda de proof-of-work to a proof-of-stake. A equipe acredita que mover sua  para a segurança na proof-of-stake é fundamental para o desenvolvimento de uma  durável capaz de lidar com uma infraestrutura financeira global. Mas as informações mais importantes que os investidores precisam saber são as seguintes:

 

 

#Ethereum e a 

Os modelos de proof-of-stake se afastam das criptomoedas mineráveis, mas a equipe de desenvolvimento decidiu adiar o que eles chamam de “bomba de dificuldade” por mais 12 meses, período durante o qual a ETH será minerada.

#As recompensas

Durante esses 12 meses em que a mineração ainda continuará, cada bloco recompensado será reduzido em um terço. Isso faz parte do processo de passar de um modelo de prova de trabalho para outro que não utiliza mineração afim de manter a integridade criptográfica.

#O preço da Ethereum

Analistas acreditam que reduzir as recompensas do bloco, fará aumentar o preço de mercado da ETH, já que pela necessidade de as mineradoras venderem para cobrir os custos operacionais. Embora a diminuição na recompensa de blocos deva aumentar o preço, esse aumento ocorrerá no longo prazo, talvez até alguns anos, em vez dos ciclos de mercado semanais aos quais os traders estão acostumados.

Publicado em Mineração

 

 

Como sempre, o mundo das criptomoedas continua nos entregando histórias cada vez mais inusitadas.

A da vez é de um homem que foi preso após fazer um gato na rede elétrica para minerar criptomoedas.

 

Um homem de Taiwan foi preso após alegações de que ele tinha minerado milhões de dólares em criptomoedas, tudo isso usando energia elétrica roubada da rede pública. O homem de sobrenome Yang está sendo acusado de roubar cerca de 3.25 milhões de dólares em energia usando várias empresas. A energia foi utilizada na mineração de Bitcoin e Ether e ele já tinha minerado um pouco mais do que tinha roubado em energia. A notícia veio do EBC Dongsen News.

 

Yang utilizava a mesma tática para realizar o roubo de energia. Ele alugava uma loja de brinquedos ou uma lan house e depois contratava eletricistas para refazer a parte elétrica de uma forma que a energia roubada não fosse contabilizada na conta do final do mês. Segundo informações, ele fez isso em 17 lojas em Taiwan.

 

A companhia elétrica de Taiwan descobriu as operações ilegais de Yang quando notaram instabilidade no fornecimento de energia e iniciaram uma investigação. Yang surgiu como principal suspeito e logo foi preso pela polícia.

 

Leia tambémGMO Internet encerra produção de minerador de Bitcoin após registrar "perda extraordinária" no quarto trimestre

 

Wang Zicheng, chefe de polícia da quarta brigada de Taiwan disse no artigo:

 

“O grupo recrutou eletricistas que conseguiram quebrar os medidores selados para conseguir acrescentar linhas privilegiadas no uso da rede elétrica de forma gratuita. Eles usavam a energia antes de chegar no medidor”.

 

Diferentes casos de roubo de energia com mineração de criptos surgiram recentemente. Curiosamente, a grande maioria aconteceu na China. Recentemente dois diretores acabaram com problemas na justiça depois de serem pegos roubando energia da escola para minerar Ether.

 

Em junho desse ano, a polícia da província de Anhui prendeu um homem que estava roubando um significante montante de eletricidade, também para minerar Bitcoin e Ether. Em Bari, também na China, seis indivíduos foram presos ao serem pegos usando 600 mineradoras ligadas à rede principal pública.

 

Fonte: GuiadoBitcoin

 

 

Publicado em Mineração

 

A gigante da internet japonesa GMO Internet Group está deixando o setor de hardware de mineração de Bitcoin, informou a Cointelegraph Japão em 25 de dezembro fazenod referência a um documento publico.

 

Citando uma "perda extraordinária" no quarto trimestre deste ano, a GMO, que iniciou sua incursão na mineração de Bitcoin em 2017, disse que "não vai mais desenvolver, fabricar ou vender" mineradores.

 

"Depois de levar em consideração as mudanças no atual ambiente de negócios, a companhia acredita que será difícil recuperar os valores contábeis dos ativos de negócios internos relacionados à mineração e, portanto, decidiu-se registrar uma perda extraordinária" diz o documento.

 

A GMO vai realocar ainda mais sua operação de mineração "para uma região que nos permitirá garantir um fornecimento de energia mais limpo e mais barato".

 

A notícia faz da GMO a mais recente baixa do mercado de urso do Bitcoin (BTC) de 2018, com a queda dos preços afetando a rentabilidade da mineração.

 

Como relatado pela Cointelegraph, cenas da China mostraram um grande dumping de hardware, seguido por notícias de demissões no grande player Bitmain.

 

Depois de fechar suas operações israelenses, esta semana, novos relatórios sugeriram que a Bitmain estaria se preparing para demitir até a metade de sua força de trabalho de 2.500 pessoas.

 

As perdas consolidadas da GMO no quarto trimestre totalizaram 35,5 bilhões de ienes (US $ 320 milhões), enquanto a perda não consolidada será de cerca de 38 bilhões de ienes (US $ 334,5 milhões).

 

A empresa disse que as perdas não afetaram sua "integridade financeira".

 

Por outro lado, em novembro, a empresa relatou o desempenho “histórico” de seus projetos de criptomoeda no terceiro trimestre, que incluíram vendas de hardware de mineração. Os lucros totalizaram 2,6 bilhões de ienes (US $ 22,8 milhões).

Publicado em Mineração

 

A plataforma mexicana de serviços financeiros ‘Airtm’, lançou uma campanha de arrecadação de fundos para ajudar cidadãos venezuelanos, cujo tema é ‘Criptomoeda é imparável. Nenhum país precisa mais do que a Venezuela’.

 

Nomeada AirdropVenezuela, a ação visa não só ajudar as pessoas daquele país, mas também mostrar que é possível dar oportunidades de transformar um Estado assolado por hiperinflação a se reinventar por meio das criptomoedas.

 

“Trata-se de um experimento. Acreditamos que há um uso nas criptomoedas para ajudar pessoas em um ambiente de hiperinflação”, disse ao Portal do BitcoinRuben Galindo, CEO da AirTM, empresa responsável pela ação.

 

No site da plataforma, um dos dos também aborda a má situação do país caribenho. “A Venezuela deveria estar entre as nações mais prósperas. Suas reservas de petróleo são estimadas como as maiores do mundo. Tem uma população jovem, educada e uma cultura dinâmica fundamentada em princípios de liberdade e oposição destemida à tirania”. 

 

A campanha, que vai durar até o dia 31 de dezembro, pretende arrecadar US$ 1 milhão com doações de criptomoedas e distribuir o montante para 100.000 venezuelanos.

 

Os futuros beneficiários do airdrop terão que realizar um cadastro na plataforma da Airtm, que também é carteira online, para poder participar da seleção, que será por meio de verificação de identidade, bem como a situação social.

 

Feito isso, se o cadastro for aprovado, ele receberá US$ 10, que poderá ser usado, como informado no site do projeto, “para comprar alimentos, remédios e produtos importados escassos”.

 

A Airtm, segundo o Bitcoin Magazine, tem realizado ações da Zcash Company (emissora de criptomoeda focada em privacidade Zcash) junto a educadores e jornalistas venezuelanos. No início deste ano, a empresa integrou o Zcash como um meio alternativo na conversão de bolívares para dólares.

 

Na ocasião, Zooko Wilcox, CEO da empresa, disse o seguinte:

 

“Acreditamos que criptomoedas como a Zcash são benéficas para a proteção contra a hiperinflação, nas transações do dia a dia e no envio de valores das famílias para o exterior. Temos orgulho de apoiar a Airtm neste esforço para educar e capacitar os venezuelanos”.

 

As doações para a campanha podem ser feitas em BitcoinEthereumRipple, Zcash e em mais seis criptoativos na plataforma airdropvenezuela.org.

 

A campanha alerta para que não sejam enviadas criptomoedas para nenhum endereço de carteira que não esteja listado no site.

 

 

Publicado em Blockchain

 

“A mineração é um cálculo matemático e uma prece pra ave maria”, disse o Allex Ferreira, conhecido como Barão do Bitcoin. Ferreira anunciou na quinta-feira (08) que havia desistido de sua operação de mineração na China, onde tinha cerca de duas mil máquinas em operação. 

 

Da Finlândia, Ferreira disse ao Portal do Bitcoin por videoconferência que desde que o Bitcoin chegou a US$ 6,5 mil a operação havia deixado de valer pena. Ele estava neste mercado desde 2016.

 

“É preciso de uma triangulação entre preço da moeda, hash (que é o tanto de bitcoin que a máquina vai produzir), mais eletricidade”.

 

Pelo cálculos do Barão, para uma S9 (principal mineradora da Bitmain) ser lucrativa, pensando num período de seis a a oito meses, o Bitcoin precisaria estar a US$ 15 mil dólares.

 

“Não posso te falar os números exatos, com 2.000 mil máquinas, vamos dizer que eu ganhava US$ 30 mil por mês, mas gastava US$ 28 mil. Isso se todas as máquinas estivessem funcionando o tempo inteiro, o que não acontece nunca”.

 

Bitmain e bitcoin

 

Ferreira conta que algumas máquinas dão problema com frequência e que é preciso entrar no cálculo. “Mineração é só dor de cabeça e não é um investimento barato”. Além disso, na China quem fornece a energia são pequenas hidrelétricas, que às vezes têm grandes problemas. Os galpões para guardar os equipamentos em geral são improvisados.

 

Questionado sobre pessoas que investem em mineração acreditando que o preço do ativo deve subir no futuro, ele afirmou que, por essa lógica era melhor simplesmente comprar Bitcoin sem precisar se incomodar com todo o resto.

 

Sua tese para o aumento brutal do hashrate (poder de computação) da rede do Bitcoin envolve uma hipótese que ele mesmo admite não poder provar.

 

“Pra valer a pena minerar, precisa conseguir uma máquina a US$ 100. Sendo que no mercado ela tá US$ 355. E quem consegue isso? Ora, a Bitmain”, disse enquanto ajeitava o boné. “Mas é só uma teoria”, repetiu algumas vezes embora parecesse estar bastante seguro da ideia.

 

No futuro, ele garante não voltará para minerar. “Encerrei minhas atividades na área”. Ele só seguirá negociando Bitcoin. “Só Bitcoin. Nenhum projeto vai ser melhor”.

 

 

Publicado em Mineração

 

Operando com prejuízo, fazendas de mineração começam a fechar e se desfazer de suas máquinas. Este foi um dos fatores que fez o hashrate (poder de mineração) do Bitcoin cair quase 50% a partir do topo em menos de um mês.

 

É a primeira vez na história que o hashrate do bitcoin cai de forma tão significativa. Desde o inicio, o aumento do poder de computação da rede subia constantemente, apesar de alguns períodos de volatilidade. Depois que a criptomoeda caiu abaixo do suporte principal de US$ 5.000, as coisas parecem ter mudado.

Gráfico do hashrate do Bitcoin desde 2009 (Fonte: Blockchain.com/charts/hash-rate)

 

Mineradores de Bitcoin nas ruas

 

Um vídeo compartilhado pelo @cnLedger, uma fonte confiável da China, mostra Asics (máquinas dedicadas à mineração do ativo digital) sendo despejados nas ruas.

 

Algumas pessoas estavam duvidando da situação, porém, uma segunda foto foi compartilhada pelo cofundador da F2Pool confirmando as informações.

 

“Depois do crash do mercado de ontem, dezenas de milhares de mineradoras foram fechadas por nossos clientes”, disse o co-fundador da F2Pool, referindo-se à queda repentina de preços do bitcoin.

 

Segundo o Trustnodes, a mineradora teve que ser desativada, mas é impossível vender no mercado paralelo, só podendo ser vendida como sucata, por quilo.

 

De acordo com o site 8btc, alguns mineradores de pequeno e médio porte estão tentando vender sua máquinas no mercado de segunda mão. Os preços, porém, são vinte vezes menor do que eram no mesmo período do ano passado.

 

Allex Ferreira, conhecido como Barão do Bitcoin, disse que recebeu as informações também pelos grupos de WeChat (uma rede social chinesa) de que participa. “Não tem mais o que fazer com elas. Nem pra sucata presta”, disse ao Portal do Bitcoin por telefone.

 

Segundo Barão, que recentemente anunciou que deixaria de minerar, para voltar a valer a pena, o hashrate precisa cair mais de 40%. “Tem que ficar abaixo do que estava em outubro/novembro do ano passado”.

 

 

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