Mineração (13)

Container de Mineradora de criptomoedas pega fogo.

31 Março 2019 by 3 Comment Mineração 674 Views

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Mineradora no Paraguay pega fogo, colocando em cheque a segurança dos Projetos de mineração em container. 

 

Até que ponto a utilização de container é seguro?

No mês de Fevereiro/2019 tivemos um acidente hórrivel no Rio de Janeiro onde levou a morte de 10 adolescente no Clube do Flamengo, chamado de Ninho do Urubu o Centro de Treinamento da Base do Flamengo utilizava Container como alojamento onde pegou fogo.

Essa semana mais um incêndio envolvendo Containers que eram utilizados para Mineração de Criptomoedas, coloca em duvida sua usabilidade. 

 

 

Segundo moradores próximos ao local no Paraguay os containers utilizados para projetos de mineração pertencem a empresa AWS Mining que até o momento da escrita desse artigo, ainda não se posicionou sobre o acidente. 

Em seu site a empresa AWS diz ser Primeira Mineração da América do Sul com sistema de refrigeração de ar condicionado instalado em Ciudad Del Este e hoje está minerando Bitcoin, Ethereum, Monomer, Zcash e Bitcoin Cash. 

Com o crescimento do interesse pelo Bitcoin e pelas criptomoedas, também aumentou a vontade de empresários em iniciar operações com mineração de Bitcoin e, em busca de obter a melhor relação custo/lucro, os investidores têm buscado duas características principais: energia barata e temperaturas amenas. Estes fatores fizeram da China e do Paraguai, inicialmente, paraísos de mineração e lar de grandes fazendas de mineração com galpões ou containers abarrotadas de Placas. 

 

 

 

Após controlarem o fogo podemos observar somente ferros retorcidos, placas amontoadas e derretidos. 

 

 


 

 

 

 

As autoridades disseram que ainda não é sabido a causa do incêndio. 

 

 

 

 

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Bitmain anuncia chip para aumentar performance da mineração de Bitcoin em 28%

25 Fevereiro 2019 by 20 Comment Mineração 338 Views

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A fabricante de aparatos de mineração para criptomoedas, Bitmain, anunciou o lançamento de um chip que aumenta a performance geral de seus equipamentos ASIC em mais de 25%.

Na declaração da Bitmain, o chip é uma evolução do chip antminer anterior de 7 nm (nanômetros), o BM1391. Chamado de BM1397, a inovação deve aumentar os ganhos/custos para a mineração de várias criptomoedas, não apenas do Bitcoin.

Facilitando a mineração do BTC, BCH e BTCSV

Dentro dos parâmetros de mineração no protocolo SHA256, que é o método nativo de mineração do Bitcoin, esse novo chip deve melhorar os termos para a obtenção não apenas da Primeira criptomoeda, mas também de seus forks mais famosos, nomeadamente Bitcoin Cash e Bitcoin Cash Satoshi Vision.

Esses fork foram especialmente turbulentos para a comunidade do BTC e para toda a indústria, uma vez que todo aquele que possuísse 1 BTC teve a chance de obter 1 BCH e, posteriormente, cada detentor de 1 Bitcoin Cash obteve 1 Bitcoin SV.

De acordo com o anúncio, a Bitmain prevê uma otimização na casa de 28,6%, a qual apresenta-se como consumo reduzido de energia elétrica para a prática de mineração.

Taxa de mineração diminuída

Durante os últimos meses, seguindo a queda monumental que o mercado criptográfico sofreu, a mineração do Bitcoin, e dos seus forks, teve uma redução igualmente significativa.

A mineração dessas criptomoedas sob o algoritmo SHA256 é o que mantém a robustez de toda a rede Blockchain das mesmas, impedindo ataques de 51%, como o sofrido pelo Ethereum Classic há pouco.

Em um argumento, pode-se dizer que essa “facilitação” da mineração irá aumentar a busca pelas mineradoras ASIC da Bitmain, consequentemente reforçando a segurança da rede. Contudo, ainda resta a questão de que isso também, ao menos no curto prazo, significará uma vantagem significativa aos que comprarem os equipamentos mais modernos da empresa.

Nesse interim, um fato é inegável: Por mais que estas, e outras máquinas, cheguem ao mercado, a dificuldade de mineração do Bitcoin, Bitcoin Cash e Bitcoin SV irá também aumentar, o que em turno atrasará a recompensa, reduzindo assim a quantidade de moedas emitidas em um período de tempo.

Bitmain e seus problemas financeiros

Já é sabido que a Bitmain teve problemas financeiros devido ao mercado, tendo até mesmo mandado embora uma boa parte de sua força de trabalho e inclusive ajustado seus parâmetros para realizar uma IPO – ocasião quando uma empresa inicialmente vende ações para investidores.

Agora, focando em seu maior produto, que é se sempre foi a mineração de Bitcoin e seus ativos subjacentes, a empresa busca por uma luz no fim do túnel para manter-se viável nos próximos meses que ainda são incertos para o mercado.

Resta agora ver como a concorrência da Bitmain irá se portar diante dessa inovação e se eles já possuem outras opções para sair no futuro próximo.

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O que é Mineração de Bitcoins de forma simples e fácil

06 Fevereiro 2019 by 2 Comment Mineração 427 Views

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Primeiramente Mineração é chamado assim porque se assemelha muito com a mineração de outros commodities que requer INVESTIMENTOS (esforço, tempo e dinheiro).

Utilizaremos o OURO como exemplo Lúdico para ilustrar sobre a mineração dos Bitcoins por ser o commodities mais similar.

 

 


Enquanto o OURO precisa de pesquisa de solo, sonda de minério, sonda de profundidade, mão de obra, escavação, Caminhões, Tratores, Máquinas Esteiras, Bombas d’agua, Trituradores, Peneiras, Mercúrio, Purificação, Fundição, Ourives e após sua mineração é necessário transporte físico, espaço seguro para armazenar fora a burocracia com papeladas de posse e impostos.

 

   

Para a “MINERAÇÃO” de Bitcoin, são necessários vários computadores (hoje chamdas FARMS fazendas de mineração) com várias PLACAS de vídeos de ALTO poder de processamento de dados, com um programa especifico para poder fazer Bilhões de Cálculos por segundos e criptografar códigos que serão armazenados em seu livro Razão (BLOCKCHAIN).

Uma vez esse código decifrado aceito e registrado na rede o minerador tem a recompensa e este BITCOIN é de propriedade dele.
O mais importante no trabalho dos mineradores é as verificações das transações que estão acontecendo na rede o envio dos bitcoins por exemplo envio agora 1 Bitcoin aqui de minha casa no Brasil, para meu Primo que está no USA e em frações de segundos ele recebe o Bitcoin em sua carteira.
De Forma ilustrativa essas transações acontecem assim:
No livro razão do Bitcoin (blockchain) já existe uma cópia de meus Bitcoins e ela é igual a um quebra cabeça de 1.000 peças.

Quando eu envio os bitcoins para meu Primo, cada 1 peça é enviada a 1 computador de alguma mineradora de partes diferentes do mundo, 1.000 lugares diferentes. Todos eles vão verificar se o tamanho de cada 1 peça existe foi criada se é válida ou falsa, se caso 1 peça for falsa a transação não acontece. Caso todos as 1.000 peças estiverem Ok as peças são embaralhadas e trocadas e enviadas para outros “MINERADORES” validares, (esta troca ocorre de 3 a 5 vezes na rede do Bitcoin)

Os poderes de processamento dos computadores são medidos em MH/s HASHES por SEGUNDO, Inicialmente os usuários comuns conseguiam usar suas próprias CPUs para minerar. Porém, poucos anos depois um PC de última geração com poder computacional de 20 milhões de hashes por segundo (MH/s) seriam necessários centenas de milhares de anos em média, de acordo com a dificuldade do início de 2015, para encontrar um bloco.

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Bitmain fecha o que seria a maior mineradora de criptomoedas dos EUA

17 Janeiro 2019 by 1 Comment Mineração 349 Views

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Rumores de que a maior mineradora de bitcoin do mundo demitiu e demitirá mais ainda no decorrer de janeiro foi confirmado pela reportagem do Texas Public Radio na segunda-feira (14).

 

De acordo com site, depois de ter investido milhões, a Bitmain encerrou suas atividades na antiga usina de energia da Alcoa em Rockdale, no Texas, o que seria a maior mineradora de criptomoedas dos Estados Unidos.

 

Segundo a reportagem, todos os funcionários que estavam engajados na nova mineradora foram demitidos, inclusive do setor de Engenharia e Recursos Humanos. De 7.000 a 8.000 novos equipamentos de mineração já aguardavam por instalação.

 

Desolado, Steve Young, juiz do Condado de Milam que foi um dos mais entusiastas do projeto da Bitmain disse:

“Estou muito desapontado porque tínhamos anunciado. Esperamos por isso. Queríamos isso e dêmos as boas-vindas. Foi formidável. Nós precisamos de notícias positivas aqui, de empregos. Foi um passo na direção certa”, desabafou.

 

 

 

A Bitmain desejava contratar 400 funcionários com um investimento de cerca de US$ 500 milhões nas instalações, diz a CCN. No entanto, quando a empresa fez o anúncio o Bitcoin ainda valia naquela ocasião cerca de US$ 8 mil, mais que o dobro do preço atual.

 

Um porta-voz da Bitmain se pronunciou:

“O projeto pode ser retomado a qualquer momento, mas em pequena escala devido a empresa saber agora qual o tamanho adequado do negócio com base nas condições do mercado”.

 

Um dos fatores principais para ter chamado a atenção da Bitmain para o Condado foi a energia elétrica barata e a infraestrutura da antiga propriedade da Alcoa.

Chris Whittaker, que administra a cidade de Rockdale, se mostrou otimista e crê que a Bitmain em breve vai conseguir realizar o projeto, não em pequena, mas sim em grande escala, como ela havia originalmente prometido, diz o site.

Demissões da Bitmain

Logo no início de janeiro, a Bitmain havia confirmado os rumores de demissões, mas não em massa como a mídia disseminou.

Tudo começou quando foi lançada uma discussão sobre o corte de funcionários da empresa na rede social ‘Maimai’ — um tipo de LinkedIn chinês. O post gerou muita discussão até que supostos funcionários da Bitmain entraram na conversa.

Eles disseram que era verdade e que alguns departamentos precisavam ser totalmente liberados. Segundo os usuários, a porcentagem de demissões poderia ser de 50%.

Dias depois, em meio a rumores, Samson Mow, CEO e fundador da empresa de desenvolvimento de jogos Pixelmatic e que já trabalhou na BTC China, já tinha outras informações.

No Twitter ele disse que várias equipes seriam eliminadas e que a porcentagem de demissões poderia ser de 85%.

 

 

 

Queda do Bitcoin atrapalhou expansão

Isto acontece meses depois da empresa abrir um requerimento de abertura de capital na bolsa de valores de Hong Kong. Portanto, a ação de renovação no quadro de pessoal pode estar associada a projetos futuros, como sua Oferta Pública Inicial (IPO).

Na ocasião, o prospecto de IPO da Bitmain mostrou que a empresa tinha mais de 2.500 funcionários, sendo 1.500 dedicados à pesquisa e gerenciamento de produtos, 535 aos negócios de mineração e 550 que trabalham no suporte ao cliente e vendas.

Em uma declaração dada à Coindesk, um representante da Bitmain disse:

“Houve algum ajuste em nossa equipe este ano à medida que continuamos a construir um negócio sustentável, escalável e de longo prazo. Uma parte disso é ter que realmente focar nas coisas que são essenciais para essa missão e não nas coisas que são auxiliares”.

O ajuste também incluiu a decisão de fechar os escritórios da Bitmain em Ra’anana, cidade de Israel e em Amsterdã, na Holanda, conforme publicado pelo GLOBES em dezembro do ano passado.

 

 

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Fazendas de Mineração Humanas!

04 Janeiro 2019 by 30 Comment Mineração 374 Views

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Mineração de bitcoin estilo Matrix !!!

Todos sabem que a mineração de Bitcoin e congêneres não anda no seu melhor momento. 

A mineração é uma atividade cara, de risco e com risco de fracasso que é uma constante na vida de qualquer minerador. Os equipamentos podem até ficar mais baratos daqui para frente, devido a saída de centenas mineradores. Contudo, com os avanços dos dispositivos wearables um instituto holandês, o IOHO(Institute of human obsolescence) resolveu levar esse conceito da computação corporal, seguindo os mesmos princípios que vemos no filme Matrix, para a mineração de cryptomoedas. Algo sui generis, que a IOHO, faz questão de negar o paralelismo.

 

 

O conceito é conhecido por todos e já explorado exaustivamente no cinema, como destacamos no Matrix. Um corpo humano adulto gera aproximadamente 100 watts de energia enquanto está em repouso, e cerca de 80% dessa energia é desperdiçada como excesso de calor corporal. A ideia da IoHO era capturar um pouco desse excesso de calor corporal usando geradores termoelétricos. Esses geradores converteriam o calor do corpo em energia elétrica, que será usada para alimentar a mineração.

 

Criando fazendas de mineração humana?

Claro, o IoHO não está defendendo um futuro que se pareça com o Matrix. Em vez disso, o projeto era sobre propriedade de dados e como aproveitar efetivamente o capital biológico de uma pessoa.
É uma experiência interessante, com certeza, e não é difícil imaginar um futuro em que todos usem roupas que alimentem nossos telefones implantados no cérebro.
O projeto da IoHO tem mais a ver com o uso inteligente do potencial energético corporal que com uso monetário deste.

 

Mas para contextualizar e extrapolarmos o conceito de fazendas de mineração humanas, para minerar 1 bitcoin por mês, precisaria-se de cerca de 320 pessoas permanecendo inativas 24 horas por dia. Se levarmos somente em consideração o calor expelido todos os dias, por qualquer ser humano, em termos teóricos. Para fazer 1 bitcoin por mês com a tecnologia da IoHO – que, em termos de eficiência, é parecida com os geradores termoelétricos wearable mais acessíveis disponíveis hoje em dia, você precisa de cerca de 44.000 pessoas fornecendo energia corporal 24 horas por dia, 7 dias por semana. Minerar bitcoin está cada vez mais difícil sem dúvida.

 

 

 

As moedas mais usadas na mineração pelos experimentos da IoHO são: Vertcoin, Startcoin, Ethereum, Dash, Lisk e Litecoin.

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Hardfork do Ethereum, quem dará suporte?

04 Janeiro 2019 by 20 Comment Mineração 412 Views

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A Binance já anunciou seu apoio ao próximo grande  Constantinople na rede 

 

Depois de ser adiado devido a uma falha na rede de testes em novembro do ano passado, o hardfork foi marcado para 16 de janeiro. Especialistas acreditam que 2019 será um “ano de alta” para as criptomoedas, entre elas a Ethereum que já recuperou sua posição como a segunda maior criptomoeda por valor de mercado.

O tão aguardado hardfork é esperado como sendo uma das coisas que farão as previsões se realizarem, já que trará algumas mudanças importantes para a rede.

Hardfork Constantinople

hardfork Constantinople é um procedimento usado pela equipe de desenvolvedores da Ethereum para mover a rede da criptomoeda de proof-of-work to a proof-of-stake. A equipe acredita que mover sua  para a segurança na proof-of-stake é fundamental para o desenvolvimento de uma  durável capaz de lidar com uma infraestrutura financeira global. Mas as informações mais importantes que os investidores precisam saber são as seguintes:

 

 

#Ethereum e a 

Os modelos de proof-of-stake se afastam das criptomoedas mineráveis, mas a equipe de desenvolvimento decidiu adiar o que eles chamam de “bomba de dificuldade” por mais 12 meses, período durante o qual a ETH será minerada.

#As recompensas

Durante esses 12 meses em que a mineração ainda continuará, cada bloco recompensado será reduzido em um terço. Isso faz parte do processo de passar de um modelo de prova de trabalho para outro que não utiliza mineração afim de manter a integridade criptográfica.

#O preço da Ethereum

Analistas acreditam que reduzir as recompensas do bloco, fará aumentar o preço de mercado da ETH, já que pela necessidade de as mineradoras venderem para cobrir os custos operacionais. Embora a diminuição na recompensa de blocos deva aumentar o preço, esse aumento ocorrerá no longo prazo, talvez até alguns anos, em vez dos ciclos de mercado semanais aos quais os traders estão acostumados.

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Homem é preso por minerar criptos roubando energia elétrica

28 Dezembro 2018 by 0 Comment Mineração 415 Views

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Como sempre, o mundo das criptomoedas continua nos entregando histórias cada vez mais inusitadas.

A da vez é de um homem que foi preso após fazer um gato na rede elétrica para minerar criptomoedas.

 

Um homem de Taiwan foi preso após alegações de que ele tinha minerado milhões de dólares em criptomoedas, tudo isso usando energia elétrica roubada da rede pública. O homem de sobrenome Yang está sendo acusado de roubar cerca de 3.25 milhões de dólares em energia usando várias empresas. A energia foi utilizada na mineração de Bitcoin e Ether e ele já tinha minerado um pouco mais do que tinha roubado em energia. A notícia veio do EBC Dongsen News.

 

Yang utilizava a mesma tática para realizar o roubo de energia. Ele alugava uma loja de brinquedos ou uma lan house e depois contratava eletricistas para refazer a parte elétrica de uma forma que a energia roubada não fosse contabilizada na conta do final do mês. Segundo informações, ele fez isso em 17 lojas em Taiwan.

 

A companhia elétrica de Taiwan descobriu as operações ilegais de Yang quando notaram instabilidade no fornecimento de energia e iniciaram uma investigação. Yang surgiu como principal suspeito e logo foi preso pela polícia.

 

Leia tambémGMO Internet encerra produção de minerador de Bitcoin após registrar "perda extraordinária" no quarto trimestre

 

Wang Zicheng, chefe de polícia da quarta brigada de Taiwan disse no artigo:

 

“O grupo recrutou eletricistas que conseguiram quebrar os medidores selados para conseguir acrescentar linhas privilegiadas no uso da rede elétrica de forma gratuita. Eles usavam a energia antes de chegar no medidor”.

 

Diferentes casos de roubo de energia com mineração de criptos surgiram recentemente. Curiosamente, a grande maioria aconteceu na China. Recentemente dois diretores acabaram com problemas na justiça depois de serem pegos roubando energia da escola para minerar Ether.

 

Em junho desse ano, a polícia da província de Anhui prendeu um homem que estava roubando um significante montante de eletricidade, também para minerar Bitcoin e Ether. Em Bari, também na China, seis indivíduos foram presos ao serem pegos usando 600 mineradoras ligadas à rede principal pública.

 

Fonte: GuiadoBitcoin

 

 

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GMO Internet encerra produção de minerador de Bitcoin após registrar "perda extraordinária" no quarto trimestre

27 Dezembro 2018 by 59 Comment Mineração 563 Views

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A gigante da internet japonesa GMO Internet Group está deixando o setor de hardware de mineração de Bitcoin, informou a Cointelegraph Japão em 25 de dezembro fazenod referência a um documento publico.

 

Citando uma "perda extraordinária" no quarto trimestre deste ano, a GMO, que iniciou sua incursão na mineração de Bitcoin em 2017, disse que "não vai mais desenvolver, fabricar ou vender" mineradores.

 

"Depois de levar em consideração as mudanças no atual ambiente de negócios, a companhia acredita que será difícil recuperar os valores contábeis dos ativos de negócios internos relacionados à mineração e, portanto, decidiu-se registrar uma perda extraordinária" diz o documento.

 

A GMO vai realocar ainda mais sua operação de mineração "para uma região que nos permitirá garantir um fornecimento de energia mais limpo e mais barato".

 

A notícia faz da GMO a mais recente baixa do mercado de urso do Bitcoin (BTC) de 2018, com a queda dos preços afetando a rentabilidade da mineração.

 

Como relatado pela Cointelegraph, cenas da China mostraram um grande dumping de hardware, seguido por notícias de demissões no grande player Bitmain.

 

Depois de fechar suas operações israelenses, esta semana, novos relatórios sugeriram que a Bitmain estaria se preparing para demitir até a metade de sua força de trabalho de 2.500 pessoas.

 

As perdas consolidadas da GMO no quarto trimestre totalizaram 35,5 bilhões de ienes (US $ 320 milhões), enquanto a perda não consolidada será de cerca de 38 bilhões de ienes (US $ 334,5 milhões).

 

A empresa disse que as perdas não afetaram sua "integridade financeira".

 

Por outro lado, em novembro, a empresa relatou o desempenho “histórico” de seus projetos de criptomoeda no terceiro trimestre, que incluíram vendas de hardware de mineração. Os lucros totalizaram 2,6 bilhões de ienes (US $ 22,8 milhões).

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Minerador brasileiro de bitcoin desiste de operação na China: “Não vale mais a pena”

16 Dezembro 2018 by 0 Comment Mineração 301 Views

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“A mineração é um cálculo matemático e uma prece pra ave maria”, disse o Allex Ferreira, conhecido como Barão do Bitcoin. Ferreira anunciou na quinta-feira (08) que havia desistido de sua operação de mineração na China, onde tinha cerca de duas mil máquinas em operação. 

 

Da Finlândia, Ferreira disse ao Portal do Bitcoin por videoconferência que desde que o Bitcoin chegou a US$ 6,5 mil a operação havia deixado de valer pena. Ele estava neste mercado desde 2016.

 

“É preciso de uma triangulação entre preço da moeda, hash (que é o tanto de bitcoin que a máquina vai produzir), mais eletricidade”.

 

Pelo cálculos do Barão, para uma S9 (principal mineradora da Bitmain) ser lucrativa, pensando num período de seis a a oito meses, o Bitcoin precisaria estar a US$ 15 mil dólares.

 

“Não posso te falar os números exatos, com 2.000 mil máquinas, vamos dizer que eu ganhava US$ 30 mil por mês, mas gastava US$ 28 mil. Isso se todas as máquinas estivessem funcionando o tempo inteiro, o que não acontece nunca”.

 

Bitmain e bitcoin

 

Ferreira conta que algumas máquinas dão problema com frequência e que é preciso entrar no cálculo. “Mineração é só dor de cabeça e não é um investimento barato”. Além disso, na China quem fornece a energia são pequenas hidrelétricas, que às vezes têm grandes problemas. Os galpões para guardar os equipamentos em geral são improvisados.

 

Questionado sobre pessoas que investem em mineração acreditando que o preço do ativo deve subir no futuro, ele afirmou que, por essa lógica era melhor simplesmente comprar Bitcoin sem precisar se incomodar com todo o resto.

 

Sua tese para o aumento brutal do hashrate (poder de computação) da rede do Bitcoin envolve uma hipótese que ele mesmo admite não poder provar.

 

“Pra valer a pena minerar, precisa conseguir uma máquina a US$ 100. Sendo que no mercado ela tá US$ 355. E quem consegue isso? Ora, a Bitmain”, disse enquanto ajeitava o boné. “Mas é só uma teoria”, repetiu algumas vezes embora parecesse estar bastante seguro da ideia.

 

No futuro, ele garante não voltará para minerar. “Encerrei minhas atividades na área”. Ele só seguirá negociando Bitcoin. “Só Bitcoin. Nenhum projeto vai ser melhor”.

 

 

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Mineradores de bitcoin na China despejam máquinas na rua com queda no preço

16 Dezembro 2018 by 0 Comment Mineração 278 Views

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Operando com prejuízo, fazendas de mineração começam a fechar e se desfazer de suas máquinas. Este foi um dos fatores que fez o hashrate (poder de mineração) do Bitcoin cair quase 50% a partir do topo em menos de um mês.

 

É a primeira vez na história que o hashrate do bitcoin cai de forma tão significativa. Desde o inicio, o aumento do poder de computação da rede subia constantemente, apesar de alguns períodos de volatilidade. Depois que a criptomoeda caiu abaixo do suporte principal de US$ 5.000, as coisas parecem ter mudado.

Gráfico do hashrate do Bitcoin desde 2009 (Fonte: Blockchain.com/charts/hash-rate)

 

Mineradores de Bitcoin nas ruas

 

Um vídeo compartilhado pelo @cnLedger, uma fonte confiável da China, mostra Asics (máquinas dedicadas à mineração do ativo digital) sendo despejados nas ruas.

 

Algumas pessoas estavam duvidando da situação, porém, uma segunda foto foi compartilhada pelo cofundador da F2Pool confirmando as informações.

 

“Depois do crash do mercado de ontem, dezenas de milhares de mineradoras foram fechadas por nossos clientes”, disse o co-fundador da F2Pool, referindo-se à queda repentina de preços do bitcoin.

 

Segundo o Trustnodes, a mineradora teve que ser desativada, mas é impossível vender no mercado paralelo, só podendo ser vendida como sucata, por quilo.

 

De acordo com o site 8btc, alguns mineradores de pequeno e médio porte estão tentando vender sua máquinas no mercado de segunda mão. Os preços, porém, são vinte vezes menor do que eram no mesmo período do ano passado.

 

Allex Ferreira, conhecido como Barão do Bitcoin, disse que recebeu as informações também pelos grupos de WeChat (uma rede social chinesa) de que participa. “Não tem mais o que fazer com elas. Nem pra sucata presta”, disse ao Portal do Bitcoin por telefone.

 

Segundo Barão, que recentemente anunciou que deixaria de minerar, para voltar a valer a pena, o hashrate precisa cair mais de 40%. “Tem que ficar abaixo do que estava em outubro/novembro do ano passado”.

 

 

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