A Lykke é uma exchange suíça e agora, está lançando um concurso.

Este concurso tem o objetivo de financiar a tecnologia contra o vírus da atual pandemia: o COVID-19 

A matéria foi publicada no Cointelegraph dos Estados Unidos e hoje, vamos compartilhar aqui com vocês, confira abaixo! 

 


O novo concurso da Lykke procura financiar desenvolvedores que buscam novas propostas de tecnologia para ajudar a recuperação econômica após o COVID-19.

Conforme anunciado em 19 de maio, a bolsa suíça de criptomoedas Lykke oferecerá quatro prêmios.

O total de prêmios resulta em 200.000 francos suíços (US $ 205.800) como parte da Iniciativa Aberta.

 

A iniciativa está buscando novas propostas das equipes de desenvolvedores para soluções baseadas em blockchain.

Que visam solucionar problemas relacionados à turbulência econômica atual, divididos em 4 categorias.

 

 

O júri e as categorias de tecnologia

Julgando o concurso, estarão:

  • O CEO da Lykke, Richard Olsen;
  • O ex-presidente da CFTC, Christopher Giancarlo;
  • Ashkan Nikeghbali, professor da Universidade de Zurique.

 

As quatro categorias são plataformas apoiadas por blockchain em:

  1. Vouchers digitais;
  2. Cadeias de suprimentos;
  3. Um sistema de notícias econômicas em tempo real;
  4. Categoria mais geral de iniciativas de pesquisa.

 

Olsen disse ao Cointelegraph que vê a inovação técnica importante como o próximo estágio de recuperação econômica: "O que falta é inovação profunda que lide com a ineficiência do sistema econômico". Olsen complementa:

“Uma questão importante é que os governos têm estado mais reativos e mais parecidos com o pânico. E agora, como o primeiro ataque aconteceu e as pessoas voltam ao trabalho, é muito importante agora ser estratégico. ”

 

Comentando o papel da pandemia do COVID-19 na inspiração de novas soluções tecnológicas, Giancarlo disse ao Cointelegraph:

“Uma das coisas que uma crise faz é estimular a imaginação e a inovação. Durante tempos pacíficos, as pessoas não são confrontadas com a tensão de uma maneira normal de fazer as coisas. E, de repente, você tem uma crise como essa que coloca uma enorme tensão nos processos tradicionais. ”

 

 

 

Termos do concurso e possíveis rodadas futuras

Submissões são bem-vindas de todo o mundo. Giancarlo disse ao Cointelegraph: "A natureza transformacional da tecnologia digital exponencial cruza as fronteiras".

A janela atual de envios termina em 3 de julho, quando o júri selecionará os vencedores.

No entanto, Olsen espera continuar o concurso ainda mais no futuro para promover o desenvolvimento de novas tecnologias.

 

Em março, Giancarlo conversou com a Cointelegraph sobre o Digital Dollar Project, um “tanque de pensamentos” que ele fundou para pressionar por uma moeda digital do banco central nos Estados Unidos.

 

Publicado em Blockchain

 

O Tether é uma criptomoeda muito utilizada para negociações em diversas exchanges.

Principalmente naquelas em que a compra e venda com dinheiro fiduciário não é tão viável.

Com seu valor “amarrado” ao Dólar, 1 Tether (USDT) = 1 Dólar (USD).

 

Quem pode usar o Tether?

 

O Tether permite que as empresas, como:

  • Exchanges;
  • Carteiras;
  • Processadores de pagamento;
  • Serviços financeiros;
  • Caixas eletrônicos.

Usem facilmente moedas fiduciárias em Blockchains.

Algumas das maiores empresas do ecossistema de moeda digital já integraram o Tether!

 

Para que serve o Tether?

 

Você pode estar acostumado(a) a comprar criptomoedas no Mercado Bitcoin, BitcoinTrade ou LocalBitcoins.

No entanto, existem oportunidades interessantes com outros pares de altcoins em outras exchanges, principalmente fora do Brasil.

 

No entanto, essa operação pode inibir algumas pessoas, pois:

  • A exchange em questão pode ser apenas para cripto, não aceitando fiat;
  • Essa plataforma pode não aceitar fiat da sua nacionalidade;
  • A verificação da conta pode demorar demais e você acabar perdendo a oportunidade;
  • Ou simplesmente acha complicado transferir dinheiro para exchanges de outros países.

 

Neste caso, o Tether se torna uma boa opção!

Aliás, a maioria dos traders utilizam o Tether para as negociações em plataformas como a Binance.

Afinal, o Tether é uma das melhores formas de integrar fiat money em blockchains.

 

O Tether também serve como uma proteção em meio à volatilidade das criptomoedas, afinal, ele acompanha o preço da moeda fiduciária na qual está atrelado.

 

O que é o Tether?

 

Lançado em 2014, o Tether é:

  • Uma plataforma habilitada para blockchain;
  • Projetada para facilitar o uso de moedas fiduciárias de maneira digital;

 

O Tether trabalha para interromper o sistema financeiro convencional!

 

Mas como?

Por meio de uma abordagem mais moderna do dinheiro!

 

O Tether acertou ao oferecer aos clientes a capacidade de negociar com moedas tradicionais em todo o blockchain.

  • Sem a volatilidade e complexidade inerentes normalmente associadas a uma moeda digital;
  • Como uma unidade de contabilidade estável e familiar;
  • O Tether democratizou as transações transfronteiriças em toda a blockchain.

 

Como o Tether funciona?

 

O Tether existe como tokens digitais construídos na Blockchain do Bitcoin (protocolo Omni e Liquid), Ethereum, EOS e Tron.

Esses protocolos de transporte consistem em software de código aberto que faz interface com blockchains.

Isso serve para permitir a emissão e o resgate de tokens de criptomoeda, que neste caso, é o Tether.

 

As moedas da plataforma Tether são 100% lastreadas nas reservas da Tether.

Os Tethers são resgatáveis ​​e trocáveis ​​de acordo com os termos de serviço da Tether Limited.

1 Tether (USD₮) = 1 Dólar (USD).

 

A Plataforma Tether é totalmente guardada quando a soma de todos os Tethers em circulação é menor ou igual ao valor das reservas.

Através da página Transparência, qualquer pessoa pode ver esses dois números diariamente:

  • A quantidade de Tether em circulação;
  • Saldo das reservas da plataforma Tether (o lastro).

 

O Tether foi criado originalmente para usar a rede Bitcoin como seu protocolo de transporte.

Especificamente, o Omni Layer, para permitir transações com moeda tradicional tokenizada.

Como esta versão original do Tether usa a blockchain Bitcoin, ela herda a estabilidade e a segurança inerentes da rede blockchain mais antiga.

 

O Tether no blockchain Ethereum, como um token ERC20 (veja aqui o que é um token ERC20), é uma camada de transporte mais nova.

Agora disponibiliza o Tether nos contratos inteligentes do Ethereum ou nos aplicativos descentralizados no Ethereum.

Como um token ERC20 padrão, ele também pode ser enviado para qualquer endereço Ethereum.

 

Atenção: como o Tether está atualmente disponível usando protocolos de transporte diferentes, quando os usuários enviam Tether para outros endereços, eles precisam verificar cuidadosamente o endereço de destino para confirmar se estão selecionando a carteira correta!

 

Quais moedas fiat o Tether suporta?

 

O Tether suporta inicialmente:

  • Dólares americanos (USD);
  • Euros (EUR);
  • Yuan chinês (CNH).

Representado por ₮, as moedas da plataforma Tether são denotadas como USD ₮, EUR ₮ e CNH ₮.



Como o Tether nos protege da volatilidade das criptomoedas?

 

As moedas virtuais Tether são ancoradas ou 'amarradas' às moedas fiduciárias em uma base de 1 para 1 e apoiados por nossas reservas, ou seja, lastro.

 

Tether são ativos que se movem pela blockchain tão facilmente quanto outras moedas digitais.

As moedas do Tether não são dinheiro, mas são tokens digitais formatados para funcionar em blockchains.

Os Tethers mantêm seu valor em 1:1 para os ativos subjacentes.

 

 

Como sei se meu Tether está seguro?

 

O Tether é construído sobre as tecnologias blockchain abertas revolucionárias e criptograficamente seguras.

Segue as rígidas normas de segurança e leis e regulamentos governamentais globais.

 

Todos os Tethers são indexados de 1 para 1 com uma moeda fiduciária correspondente (por exemplo, 1 USD ₮ = 1 USD).

São lastreadas em 100% pelas reservas da Tether, segundo a empresa.

Como uma empresa transparente, é publicado um registro diário dos saldos bancários e o valor de nossas reservas.

 

O Tether pode ser armazenado, enviados e recebidos com segurança em todo o blockchain e são resgatáveis ​​por dinheiro (o ativo vinculado subjacente) de acordo com os termos de serviço da Tether Limited.

 

 

Onde posso comprar Tether?

 

Hoje, segundo o site CoinMarketCap, o Tether está em 4° lugar no ranking de Capitalização do Mercado. 

 

 

 

E na aba “Markets”, é possível verificar quais os pares negociáveis com USDT e em quais exchanges.

Uma forma fácil para adquirir o USDT, por exemplo, é transferindo seus Bitcoins para a Binance e lá, vender os Bitcoins e receber em Theter US (par BTC/ USDT).

 

 

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Publicado em Educação

 

A Microsoft deseja criar tokens de blockchain na nuvem para ser tão fácil quanto conectar uma impressora.

 

É o que diz Marley‌Gray, arquiteto principal da Microsoft, após o anúncio na segunda-feira da plataforma Azure Blockchain Tokens.

 

Assim como as impressoras já foram difíceis de configurar - com uma mistura de tipos de impressoras e seus respectivos drivers específicos de dispositivo - Gray diz que os tokens de criptografia orientados para empresas atualmente sofrem das mesmas armadilhas.

 

“Você pode comprar uma impressora ou qualquer tipo de dispositivo agora e simplesmente conectá-lo e funcionar”, disse Gray ao CoinDesk. "É a mesma analogia aqui para tokens e é isso que estamos construindo no Azure".

  

Anunciada na conferência Microsoft Ignite, em Orlando, na Flórida, a plataforma permite que as empresas escolham entre um conjunto crescente de modelos de construção de token que estão em conformidade com a Iniciativa de Taxonomia de Token (TTI) - um consórcio de incentivos e empresas liderado por Gray. 

 

Até o momento, existem vários tokens compatíveis com TTI criados para usos como recompensas de lealdade ou para incentivar as equipes de software a cumprir as metas estabelecidas , bem como instrumentos financeiros tradicionais, como cartas de crédito em trade finance. 

 

O TTI já foi mais longe do que outras empresas desempenham na obtenção de facções blockchain diferentes e concorrentes - da IBM ao R3 e às variantes ethereum - sob o mesmo teto.

 

"Estamos criando uma plataforma na nuvem onde qualquer token dentro da estrutura TTI pode se encaixar", disse Gray. "Assim, você pode criar aplicativos nos quais deseja usar tokens, por exemplo, Dynamics, SAP, aplicativos no pacote [Microsoft] Office ou em algum outro processo de automação comercial".

 

Taxonomia de token

 

A plataforma Azure Blockchain Tokens está sendo lançada juntamente com uma série de tokens de exemplo.

 

Elas variam de um Hyperledger Fabric FabToken construído pela IBM a um token BOND do Santander e um token REWARD da Intel e ConsenSys e muito mais. 

 

Uma porta-voz da Enterprise Ethereum Alliance (EEA), onde Gray iniciou a taxonomia de token, disse que, embora esses exemplos ainda não estejam em produção comercial, todas as especificações estão disponíveis para download. Uma equipe de tecnologia pode basicamente dizer: "Quero um desses", disse a porta-voz.

 

Gray, que também é presidente da TTI, destacou que os Tokens de Blockchain do Azure não são apenas "uma coisa da Microsoft".

 

"Definitivamente não é", disse ele. “Isso inclui IBM, R3, Digital Asset. Somos parceiros de todos eles. ”

 

Então, como a interoperabilidade funciona entre os gigantes da Web 2.0?

 

Obviamente, é o caso da IBM Blockchain Platform, por exemplo, ser executada no IBM Cloud . No entanto, Gray disse que deve haver "portabilidade" desses tipos de tokens através de nuvens e redes, dependendo de qualquer infraestrutura que as pessoas precisem.

 

Ele concluiu:  

 

“O setor sofreu uma coisa da IBM versus Microsoft, Hyperledger versus ethereum, e assim por diante. Estamos tentando derrubar essas barreiras. ”

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O novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, parece estar vivendo um caso de amor com a tecnologia Blockchain. Pela terceira vez em menos de dois meses, ele a citou em discurso público.

 

A última delas foi em Brasília, nesta quarta-feira (27), em um discurso durante uma conferência promovida pelo Banco Central do Brasil e a Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central chamada LIFT (Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas).

 

“Acredito que duas tecnologias, principalmente, vão inovar no mundo financeiro. O blockchain, na parte de rede e de registro, e o uso da nuvem, para armazenar informações dos usuários. Os bancos estão virando empresas de informação”, disse Campos Filho.

 

Em seguida, afirmou que a inovação têm o papel fundamental de democratizar e desburocratizar o acesso ao mercado e à informação, de reduzir custos operacionais com a digitalização e de desmonetizar, que é reduzir custos do negócio.

Reiterou interesse em blockchain

 

No final de fevereiro, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) a o nome de Roberto Campos Neto para presidir o Banco Central no lugar de Ilan Goldfajn, atual presidente da instituição. Na ocasião, ele falou da tecnologia pela segunda vez.

 

A primeira foi no início do mesmo mês. Campos Neto contou na Câmara que tinha estudado e se dedicado intensamente ao desenho de como será o sistema financeiro do futuro — ele disse que participou de estudos sobre blockchain e ativos digitais.

 

Quando falava ao plenário em relação a medidas de inovação e eficiência para deixar o Brasil bem posicionado quanto às novas tecnologias, o futuro presidente reiterou seu interesse na tecnologia blockchain.

 

Ele falou que Blockchain, Inteligência Artifical (IA), identidade digital, pagamentos instantâneos, open banking, dentre outras inovações, estão alterando completamente os modelos de negócios e os serviços financeiros, segundo publicação do O Globo.

 

Família Banco Central

 

Formado em economia, com especialização em finanças, pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Campos Neto tem 49 anos.

 

Entre 1996 e 1999, ele trabalhou no Banco Bozano Simonsen, onde ocupou os cargos de operador de Derivativos de Juros e Câmbio, operador de Dívida Externa, operador da área de Bolsa de Valores e executivo da Área de Renda Fixa Internacional. De 2000 a 2003, trabalhou como chefe da área de Renda Fixa Internacional no Santander Brasil.

 

Conforme lembrou a Agência Brasil, o avô do futuro presidente do BC, o economista Roberto Campos, comandou o Ministério do Planejamento no governo Castelo Branco, de 1964 a 1967. Nesse período, ele foi um dos idealizadores e presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de agosto de 1958 a julho de 1959.

 

O Lift

 

O LiftDay é um evento no qual serão expostas inovações em tecnologia da informação ligadas ao Sistema Financeiro Nacional. Faz parte do projeto grandes empresas como o Instituto Fenasbac, Microsoft, IBM, AWS e Oracle.

 

No evento, os participantes da edição 2018 expõe as soluções trabalhadas no Laboratório. Entre as temáticas desenvolvidas estão pagamentos, cibersegurança e crédito.

 

Representantes do Banco Central, Fenasbac, Instituto Fenasbac e da academia discutirão o papel da inovação de forma mais ampla, tratando de temas como tendências, regulação e ecossistema de inovação no Brasil.

 

 

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Um dos maiores clubes de futebol do Brasil, o Sport Club Corinthians Paulista, confirmou nesta segunda-feira ao Cointelegraph o lançamento de sua primeira criptomoeda, o Timãocoin. 

 

Esta é a primeira vez que o clube confirma a notícia, já que na sexta-feira, 15 de março, o Corinthians não quis comentar as informações publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo sobre o lançamento da criptomoeda em parceria com a plataforma especializada em clubes de futebol FootCoin.

 

Além do Corinthians, a Footcoin também tem parcerias com o Fortaleza, que tem o Leãocoin, e o Atlético Mineiro, que lançou o Galocoin, ambos em 2018. Segundo a nota oficial do clube paulista, o “objetivo principal da criação da moeda digital é promover a integração entre o time, torcida e parceiros”. 

 

O texto ainda cita que a FootCoin é “uma plataforma eficiente e segura que contribuirá para o propósito do Timão de consolidar o mercado de moedas digitais no universo esportivo”.

 

A plataforma estará disponível através de um website oficial e disponibilizará produtos e serviços de parceiros, além de permitir aos torcedores “realizar movimentações financeiras com vantagens especiais e, ainda, realizar contribuições em Projetos Especiais do Clube”.

 

A nota da Folha diz que o câmbio do Timãocoin será fixo em R$ 10 e que, embora não tenha sido oficialmente confirmado, o projeto teria duração de 2 anos com possibilidade de renovação. Também não foi divulgada a porcentagem da captação da moeda que caberá ao clube.

 

O CEO da Footcoin, José Rozinei da Silva, ainda declarou ao jornal que o mercado da Timãocoin será aberto inicialmente para os proprietários de Bitcoins:

 

“Nós entendemos que o público da cidade de São Paulo já faz muitas transações em Bitcoins, então, assim nós conseguimos posicionar o nosso produto. Aí, posteriormente, podemos ampliar para os demais públicos”, disse ele.

 

Atualmente, tanto as moedas digitais do Fortaleza quanto a do Atlético Mineiro estão na terceira fase de implementação, com o marketplace do Leãocoin já online e o da Galocoin em fase final de desenvolvimento.

 

Ao Cointelegraph, o CEO da Footcoin havia revelado com exclusividade na última semana que a empresa lançaria uma moeda em parceria com um clube de São Paulo, sem revelar o nome, como sequência da estratégia de expansão da plataforma no país.

 

Fonte: Cointelegraph

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A Securities and Exchange Commission (SEC), agência reguladora dos Estados Unidos, anunciou que irá sediar um fórum público sobre a tecnologia de registro distribuído (DLT) e ativos digitais em maio deste ano. A notícia foi revelada em um comunicado da SEC desta sexta-feira, 15 de março.

 

A comissão do Hub Estratégico para a Inovação e Tecnologia Financeira (Finhub) organizou o evento - apelidado de Fintech Fórum - que acontecerá em 31 de maio de 2019. O comunicado informa que o fórum trará especialistas do setor como painelistas e será “projetado para promover uma maior comunicação e compreensão em torno de questões envolvendo DLT e ativos digitais.”

 

De acordo com o anúncio, os tópicos a serem abordados durante o fórum incluem ofertas iniciais de moedas, plataformas de criptomoedas, “inovações em DLT e como essas tecnologias impactam investidores e mercados.”

 

A SEC informa ainda que o evento é o segundo da série Fintech Fórum, o primeiro foi realizado em novembro de 2016.

 

Aberto ao público, o evento acontecerá na sede da SEC em Washington D.C., segundo o comunicado.

 

Como publicado anteriormente, o Finhub foi criado em 2018 com o objetivo de facilitar o engajamento da agência em campos relacionados às fintechs, incluindo DLT e ativos digitais.

 

Esta semana, a SEC também anunciou que o Finhub realizará uma série de meetups em todo o país com o objetivo de envolver-se mais ativamente com as criptos e com a comunidade fintech. O primeiro encontro está previsto para ocorrer em San Francisco no dia 26 de março, no escritório regional da SEC, antes de se estender a outros escritórios em todo o país.

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Mastercard faz parceria com a Stellar para promover tecnologia blockchain

 

De acordo com um  comunicado de imprensa, a Mastercard está formando uma parceria com a empresa fintech Stellar Token.io para desenvolver um “open banking hub”.

 

A Mastercard, que processa impressionantes US $ 3,4 bilhões em transações todos os dias, está agora trabalhando com a Token.io para desenvolver uma camada de conectividade para a Mastercard, que ajudará a conectar comerciantes e varejistas aos serviços financeiros.

 

O comunicado de imprensa afirma que os serviços da Mastercard incluirão “um diretório pan-europeu” para serviços financeiros que vão ajudar a conectar instituições financeiras com fornecedores terceirizados. A Mastercard também incluirá um mecanismo de resolução de disputas e um hub de conectividade.

 

Steve Kirsch, fundador e CEO da Token.io acrescentou:

“A fragmentação e a falta de consistência no acesso de terceiros estão criando complexidade no open banking, por isso, damos boas-vindas à oportunidade de trabalhar com a Mastercard e expandir a plataforma Open API da Token, para tratar desses problemas e juntos acelerar a adoção global de serviços bancários abertos ”.

 

Embora a parceria permita que a Mastercard faça uso da tecnologia blockchain, ainda não há planos para qualquer implementação de moedas digitais.

 

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EVITAR FRAUDES ELEITORAIS

São inúmeros os casos de corrupção em eleições no mundo todo. São votos contados mais de uma vez e até casos de pessoas que já morreram votando.
Embora o sistema eleitoral brasileiro seja um dos mais seguros, com a BLOCKCHAIN, o nível de segurança seria muito maior.
É o que propõe a fundação sem fins lucrativos Democracy Earth.

Sediada em Palo Alto, Califórnia, a empresa desenvolveu um aplicativo chamado Sovereign com tecnologia BLOCKCHAIN que produz tokens que representam votos.
A idéia é que os eleitores, sejam eles cidadãos de um governo ou membros do conselho de administração de uma empresa, recebam um número determinado de votos por meio do Sovereign para elencar os problemas em questão.

 

NEGOCIAR COMMODITIES

Qualquer negociação hoje em dia deixa um rastro de papel desnecessário. Além de ineficiente, esse processo causa danos severos à natureza e aumenta as chances de erros.
Porém, em dezembro de 2017, a empresa holandesa Louis Dreyfuss Co. realizou a primeira transação de commodities via BLOCKCHAIN.
Com a ajuda de bancos holandeses e franceses, a companhia vendeu uma carga de soja para a uma multinacional chinesa, realizando contratos digitais, cartas de crédito, registros de inspeções e certificações do governo.

 

COMPARTILHAMENTO DE ENERGIA SOLAR

No Brooklyn, EUA, pessoas com painéis solares podem monetizar a eletricidade renovável que estão gerando vendendo parte dessa energia para seus vizinhos via blockchain.
A startup LO3 Energy, em parceria com a Siemens, está testando esse recurso através de um aplicativo chamado Brooklyn Microgrid.

Consumidores com painéis solares podem vender créditos ambientais para outros moradores que não teriam acesso à energia solar, sem passar por um intermediário (além do próprio aplicativo) ou empresa de serviços públicos.

Os consumidores controlam suas transações e os medidores são conectados diretamente para que os traders de energia se registrem.

 

COMPRAR GATOS VIRTUAIS

No final de 2017, um jogo chamado CryptoKitties estreou e gerou mais de US$ 1,3 milhão em transações de gatos virtuais em pouco mais de um mês.
O estúdio chamado AxiomZen criou o fenômeno, impulsionado pela cadeia de criptomoedas da Ethereum, e em 3 de dezembro de 2017, o site TechCrunch informou que o preço de um CyrptoKitty variava ent
re US$ 12 e US$ 113.000.
A criação de gatos também ocorre no jogo, o que influencia o preço.

Desde de 22 de janeiro de 2018, houve 268.341 vendas de CryptoKitties, com vendas totalizando US$ 19.160.337.

 

REGISTRO ODONTOLÓGICO

Dado que BLOCKCHAIN é um sistema ultra-seguro de manutenção de registros, um aplicativo lógico para a tecnologia é de registros médicos.

Várias empresas e organizações de assistência médica mergulharam nessa idéia como o Dentacoin, que serve para registros odontológicos.

Não é apenas uma rede BLOCKCHAIN, mas um token globalmente universal, chamado ERC20, projetado para facilitar a troca de informações dentro da indústria odontológica.

Seja entre consultórios dentários ou entre provedores e seus pacientes, a rede é projetada para garantir que as informações sejam trocadas apenas entre as partes pretendidas.

Ele também pode ser usado como uma ferramenta de compliance, certificando-se de que as ferramentas e materiais dentários sejam adequadamente adquiridos e usados ​​nos pacientes corretos.

Pensando globalmente, isso poderia permitir uma troca de ferramentas mais eficiente quando e onde for necessário.

Em termos de segurança de pagamento, os pacientes poderiam usar a Dentacoin para pagar seus procedimentos odontológicos.

O site da Dentacoin também explica que o objetivo da troca é tornar o atendimento odontológico mais acessível.

 

CRIAÇÃO E USO DE JOGOS DIGITAIS

Várias empresas estão usando BLOCKCHAIN para criar novos tipos de jogos digitais e analógicos.
Um desenvolvedor chamado Tapinator criou um jogo chamado BitPainting que permite aos usuários criarem e compartilharem peças de arte digital, que Tapinator chamam de “criptocolecionáveis”.
Uma plataforma de jogos chamada Chimaera recentemente levantou mais de US$ 1,5 milhão em bitcoins em pré-vendas. Ela incorpora o BLOCKCHAIN para ajudar os desenvolvedores a gerenciar os mundos dos jogos e proteger, compartilhar e negociar seus ativos virtuais. Além disso, os desenvolvedores de jogos podem criar suas próprias moedas dentro de seus jogos e trocá-los por outras criptomoedas no ecossistema do jogo Chimaera para desbloquear vários recursos para os jogadores.

 

GERENCIAMENTO DE PROJETOS

Se BLOCKCHAIN pode rastrear com precisão o movimento de produtos físicos e criptomoedas, também pode rastrear pessoas e o trabalho que elas fazem.
Cada especificação de atribuição pode ser registrada em uma plataforma transacional baseada em BLOCKCHAIN, reduzindo a ambigüidade do responsável e criando um registro entre o gerente e o responsável. O mesmo vale para a conclusão da tarefa, ou um registro que o trabalhador entregou no prazo e de acordo com as especificações.


As empresas também podem configurar pagamentos automáticos por meio desse tipo de plataforma, assim que o trabalho é concluído.

Podem criar também sistemas monetários internos para recompensar os funcionários por concluírem as tarefas mais rapidamente do que o esperado.

REGISTRAR PONTOS DE FIDELIDADE DE CLIENTES

O que poderia fazer os clientes comprarem em uma loja novamente? Opções de personalização de produtos? Música ao vivo? Ou apenas melhores ofertas?
A startup americana, Loyyal, em parceria com a IBM, está otimizando os programas de recompensas dos clientes por meio da tecnologia BLOCKCHAIN. Um problema que a Loyyal tem como objetivo resolver é a falta de universalidade dos programas de fidelidade.
Segundo uma pesquisa feita pela startup, a família média dos EUA participou de 29 programas de fidelidade.
E qualquer um que já tenha tentado navegar em um programa de fidelidade sabe que pode ser confuso e difícil resgatar ou trocar alguns pontos.
De bancos a empresas de viagens, a tecnologia BLOCKCHAIN tem o potencial de ajudar os emissores a rastrear pontos de fidelidade com precisão.
Também tem o potencial de centralizar ou universalizar uma série de programas em uma “carteira”.

A BLOCKCHAIN também pode tornar os programas de fidelidade mais personalizados e localizados, de acordo com especialistas em marketing.

 

UNIFICAR O REGISTRO DE IDENTIDADE

Imagine se a verificação da sua identidade não exigisse mais apresentar uma série de documentos antiquados, como uma certidão de nascimento, carteira de identidade, CPF ou passaporte.

Imagine que você possa centralizar todos esses dados sobre você mesmo, bem como, digamos, suas informações de login em seus serviços on-line favoritos.
A divisão BLOCKCHAIN da IBM está trabalhando para tornar esse conceito uma realidade, dando aos indivíduos mais controle sobre quais aspectos de suas identidades eles compartilham, estabelecendo confiança na troca de informações de identidade e impedindo que as informações sejam comprometidas em uma violação de qualquer instituição. 

Cada vez mais a tecnologia desruptiva está na vanguarda das grandes inovações e a forma como vivemos, trocamos informações e até nossa relação com o dinheiro está mudando drasticamente.

Publicado em Educação
Segunda, 04 Fevereiro 2019 19:59

Blockchain na prática, 20 usabilidades

 

A tecnologia vem sendo aplicada com sucesso por diversas verticais para solucionar problemas relacionados à confiabilidade das transações

 

O Blockchain está deixando os laboratórios de pesquisa e desenvolvimento para ancorar aplicações do mundo real, criando um mercado global que a Meticulous Research espera crescer a uma taxa anual composta de 74,1% ao ano a partir de 2018 para atingir US $ 28.248,7 milhões até 2025.

Aqui estão alguns exemplos reais de uso do Blockchain hoje.

 

1. Verificação de autenticidade de obras de arte

A Verisart, uma startup norte-americana, está usando o Blockchain para verificar a autenticidade das obras de arte.

A empresa fez uma parceria com o desenvolvedor de software ArtSystems para oferecer certificados de autenticidade de galerias incorporados em seus sistemas de gerenciamento de inventário de arte.
Também criou um sistema para o mercado de leilões chamado P8Pass, que armazena informações detalhadas de procedência de obras de arte, fornecendo um registro imutável de obras  que estão sendo negociadas.

 

Arte, Artistas e Blockchain - A criação

http://www.acriacao.com/arte-artistas-e-blockchain/ 

 

2 - Transações de petróleo e gás em Abu Dhabi

A Companhia Nacional de Petróleo de Abu Dhabi (ADNOC) fez uma parceria com a IBM para desenvolver um sistema baseado em Blockchain que rastreia, valida e executa com segurança transações de petróleo e gás entre as empresas operacionais da ADNOC.


"Acreditamos que esta pode ser a primeira aplicação da tecnologia na contabilidade da produção de petróleo e gás em qualquer lugar do mundo", disse Abdul Nasser Al Mughairbi, Gerente da Unidade Digital ADNOC.

 

Primeira transação bem-sucedida de trade finance baseada em blockchain é  concluída em Omã - 0x notícias blockchain

https://pt.0xzx.com/2019112658486.html

 

3 - Rastreamento de cadeias de fornecimento

A SAP está testando um rastreador de cadeia de fornecimento baseado em Blockchain projetado para trabalhar com qualquer fornecedor de produtos farmacêuticos ou de farm-to-consumer. Até agora, 16 empresas se inscreveram para pilotar a tecnologia Blockchain da SAP Cloud Platform, incluindo Johnsonville, Naturipe Farms e Tate & Lyle. O software tem como objetivo principal aumentar a segurança nas cadeias de suprimentos e diminuir a chance de fraude.

Nestlé abre plataforma piloto de blockchain para consumidor rastrear a cadeia de suprimentos

 

A Nestlé abrirá novos caminhos na transparência da cadeia de suprimentos através de uma parceria com o OpenSC – uma plataforma inovadora de blockchain que permite aos consumidores rastrear sua comida de volta à fazenda. Por meio da parceria, anunciada hoje, a Nestlé se torna a primeira grande empresa de alimentos e bebidas a divulgar que pilotará a tecnologia blockchain aberta dessa maneira. O anúncio faz parte da jornada da Nestlé em direção à total transparência.

Fundada pelo WWF-Austrália e pelo Boston Consulting Group Digital Ventures, o OpenSC desenvolveu uma plataforma que dará a qualquer pessoa, em qualquer lugar, acesso a dados de sustentabilidade e cadeia de suprimentos que podem ser verificados de forma independente.

O programa piloto inicial irá rastrear o leite de fazendas e produtores na Nova Zelândia para as fábricas e armazéns da Nestlé no Oriente Médio. Mais tarde, a tecnologia será testada usando óleo de palma proveniente das Américas. Esses pilotos permitirão à Nestlé entender como o sistema é escalável. "Queremos que nossos consumidores tomem uma decisão informada sobre sua escolha de produtos, ou seja, escolher produtos produzidos com responsabilidade. A tecnologia Open Blockchain pode nos permitir compartilhar informações confiáveis com os consumidores, um caminho acessível", destaca Magdi Batato, vice-presidente executivo e head de Operações da Nestlé.

A Nestlé vem testando a tecnologia blockchain desde 2017, em especial com a IBM Food Trust. Em abril, ela deu aos consumidores acesso a dados de blockchain pela primeira vez, através do purê Mousline, na França. O blockchain permite o registro da origem e destino de um produto, desde a produção até a chegada ao consumidor final, de forma inalterável.

"Essa tecnologia blockchain aberta permitirá que qualquer pessoa, onde quer que esteja, avalie nossos números e informações de fornecimento responsável", explica Benjamin Ware, diretor global de Fornecimento Responsável da companhia. "Acreditamos que é mais um passo importante para a divulgação completa de nossas cadeias de fornecimento, anunciada pela Nestlé em fevereiro deste ano, elevando o nível de transparência e produção responsável globalmente", conclui.

 

 

Nestlé abre plataforma piloto de blockchain para consumidor rastrear a  cadeia de suprimentos - Portal Information Management

https://docmanagement.com.br/07/02/2019/nestle-abre-plataforma-piloto-de-blockchain-para-consumidor-rastrear-a-cadeia-de-suprimentos/

 

 

 

4 - Processamento de pagamentos internacionais

A IBM desenvolveu uma solução bancária para ajudar instituições financeiras a processar pagamentos internacionais usando Blockchain.

A ideia é alavancar a tecnologia de contabilidade distribuída para reduzir o tempo de liquidação e reduzir o custo de processamento de pagamentos globais, além de oferecer maior transparência para todas as partes envolvidas nas transações.

A solução foi desenvolvida na plataforma Hyperledger Fabric. A IBM fez uma parceria com a rede blockchain Stellar.org para criar os "Lumens" que estão sendo negociados, e com o provedor de serviços financeiros KlickEx Group para aplicar a solução, com o objetivo de distribuí-la depois aos bancos globais.

Em um comunicado à imprensa , a IBM faz menção aos contratos inteligentes. Diz que a solução permite que um fazendeiro em Samoa assine um contrato comercial com um comprador na Indonésia. O Blockchain é usado para registrar os termos do contrato, gerenciar a documentação comercial, permitir que o agricultor obtenha garantias e cartas de crédito e finalize os termos da transação com pagamento imediato", usando a solução.

 

5 - Financiamento em ações de desenvolvimento sustentável

O Banco Mundial, trabalhando com o Commonwealth Bank of Australia, anunciou a venda de títulos emitidos inteiramente por uma solução Blockchain.

A plataforma blockchain selecionada foi a Ethereum, devido à sua enorme comunidade ativa de desenvolvedores em todo o mundo. A infraestrutura será executada na plataforma de nuvem Azure da Microsoft.

O interesse dos investidores na bond-i – como foi chamada a nova categoria de título – tem sido grande e os recursos estão sendo direcionados para o financiamento do desenvolvimento sustentável.

Todos os anos, o Banco Mundial emite títulos de US $ 50 a US $ 60 bilhões para financiar projetos de desenvolvimento global. Por causa disso, o banco sempre esteve na vanguarda da inovação financeira, emitindo o primeiro título eletrônico em 2000.

O Blockchain oferece diversas possíveis vantagens em relação aos títulos tradicionais, cuja emissão e segurança dependem majoritariamente de papéis, como ressalta James Wall, um dos executivos institucionais sênior do Commonwealth Bank.

 

6 - Gestão de propriedade intelectual de imagens

Depois de saltar alguns obstáculos regulatórios, a Kodak firmou uma parceria com a WENN Digital para lançar a KODAKOne, uma plataforma de gerenciamento de direitos de imagem baseada em Blockchain, e a KODAKCoin, criptomoeda que busca dar a fotógrafos e agências maior controle na gestão desses direitos.

O projeto pretende combinar Inteligência Artificial, pagamentos com criptomoedas e metadados para abrir uma nova fonte de renda potencialmente importante para fotógrafos profissionais e talvez até para amadores.

A plataforma KODAKOne rastreia constantemente a Web em busca de violações de propriedade intelectual. Os fotógrafos poderão licenciar trabalhos novos ou arquivados na plataforma, onde serão pagos na KODAKCoin.

Neste primeiro ano de operação, ainda em fase beta, a KODAKOne gerou mais de US $ 1 milhão em pedidos de licenciamento de direitos fotográficos. Durante esse tempo, a plataforma atendeu apenas fotógrafos profissionais, mas há planos para ao  longo dos próximos 18-24 meses passar a atender também fotógrafos amadores”, tornando mais fácil para eles controlar a reprodução e alavancar a venda de suas próprias fotos.

 

7 - Procedência de diamantes

O conglomerado De Beers afirma ter traçado com sucesso 100 diamantes de "alto valor" ao longo da cadeia de suprimentos, "da mina ao varejo", para o piloto de sua própria plataforma Blockchain.

Os produtores de diamantes Diacore, Diarough, KGK Group, Rosy Blue NV e Venus Jewel colaboraram com a De Beers para desenvolver o produto Tracr.

De acordo com o CEO da De Beers, Bruce Cleaver, o piloto demonstrou com sucesso que um diamante pode ser rastreado através da cadeia de suprimentos de uma maneira que não era possível antes.

O diretor executivo da Rosy Blue NV, Amit Bhansali, acrescentou: "A tecnologia já contribuiu significativamente para melhorar a transparência na indústria de diamantes. Iniciativas que usam Blockchain podem impulsionar este processo ainda mais, já que sua implementação requer colaboração e criação de confiança entre todos os participantes do setor".

A indústria de diamantes é controversa devido à mineração de 'minerais de conflito' ( que são recursos naturais extraídos em zonas de conflito e vendidos para perpetuar os combates. Acredita-se que o Blockchain pode ajudar a garantir que eles não entrem na cadeia de suprimentos.

É claro que as empresas de mineração de diamantes "legítimas" também são controversas, com De Beers enfrentando críticas por desalojar indígenas para suas operações, descritas como um "genocídio" tribal pela Survival International.

Já a Everledger construiu uma plataforma usando soluções disponíveis no serviço IBM Bluemix para verificar digitalmente os diamantes e trazer mais transparência para uma indústria que já foi repleta de falsificações e minerais de conflito ou "diamantes de sangue".

A Everledger  acredita que sua plataforma reduzirá as fraudes com seguros e a adulteração dos certificados do Processo Kimberley.

O "Processo de Kimberley" é um sistema de verificação em três etapas que remonta a uma resolução das Nações Unidas, de 2003, acordada por 81 países.  A Everledger diz que quase todos os diamantes do mundo estão agora em zonas livres de conflitos, mas o método tem enfrentado críticas de ativistas por não abordar preocupações éticas severas sobre a compra de diamantes.

Os diamantes são facilmente rastreáveis uma vez que aqueles que estão em bruto têm características físicas únicas. E os trabalhados são, atualmente, identificados com um número de série único gravado a laser.

O registo de cada movimento desses ativos valiosos permite às seguradoras identificar fraudes e às autoridades internacionais assegurar que o comércio de diamantes não está financiandoconflitos.

O CEO da Everledger, Leanne Kemp acredita que o sistema poderá transformar o comércio de outros ativos semelhantes. A empresa identificou bens de luxo e obras de arte como possibilidades. E já trabalha na certificação de vinhos.

 

8 - Combate à fraude no setor farmacêutico

Empresa de logística global A DHL criou uma prova de conceito de ciências da vida e saúde com base no Blockchain em conjunto com a Accenture.

O protótipo de serialização foi projetado para lidar com o mercado negro farmacêutico. Segundo a Interpol, cerca de 30% dos produtos farmacêuticos em mercados emergentes são falsificados.

A prova de conceito continha nós em seis regiões para rastrear o medicamento e registrar sua jornada em um livro compartilhado com várias partes interessadas, incluindo fabricantes, armazéns, distribuidores, farmácias, hospitais e médicos.

Andreas Baier, líder da Accenture para viagens e transporte, disse em um comunicado que  “usando um Blockchain, indelével e seguro, a indústria pode alcançar padrões de segurança muito elevados, da fábrica até o paciente, a um custo muito menor. Essa é uma das várias oportunidades que o Blockchain oferece para reestruturar os processos de negócios e, ao mesmo tempo, reduzir custos e complexidade”.

 

9 - Eleições Presidenciais

Serra Leoa, país da África Ocidental, tornou-se o primeiro no mundo a auditar as eleições presidenciais com a ajuda da tecnologia Blockchain.

A Comissão Nacional de Eleições da Serra Leoa trabalhou em estreita colaboração com a Agora para repensar o processo de votação para os distritos ocidentais em março de 2018. O registro manual usual era considerado um processo logístico lento e caro. Por isso, um dos distritos de Freetown, a capital e a cidade mais populosa do país, teve votação baseada na tecnologia, como uma prova de conceito. A Agora foi credenciada para cobrir 280 locais de votação nos distritos do oeste de Serra Leoa. Cada voto era registrado em um Blockchain privado, que podia ser acessado apenas por funcionários encarregados de supervisionar as eleições.

A votação digital tem sido uma possibilidade há muito tempo, mas há questões sobre segurança - especialmente com sistemas proprietários. A Agora afirma que pode esse problema e que a experiência em  Serra Leoa abre caminho para uma maior disseminação da votação auditada em Blockchain em todo o mundo.

 

10 - Transferências bancárias internacionais

O Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas (PMA) espera economizar milhões de dólares em taxas de transferência bancária usando seu próprio sistema de pagamentos baseado no Ethereum.

Falando com a Bloomberg , o diretor do WFP, Robert Opp, disse que a organização sentiu que poderia substituir os serviços oferecidos pelos bancos por uma solução Blockchain. "Estamos colocando em prática uma infraestrutura financeira", disse ele.

O WFP começou a implantar um sistema baseado em Blockchain para ajudar na assistência alimentar aos refugiados sírios na Jordânia. O chefe do laboratório de inovação do WFP, Bernhard Kowatsch, disse à Bloomberg que a aplicação do sistema Ethereum  poderia cortar até 98% as taxas de transferência bancária.

 

11 - Registros em programas de milhagem

A Singapore Airlines implementou um esquema Blockchain para o registro de milhas e recompensas de passageiros frequentes e lançou um aplicativo de carteira digital com seus parceiros de varejo .

O executivo chefe da empresa, Goh Choon Pong, disse acreditar que a Singapore Airlines foi a primeira companhia aérea a lançar um produto Blockchain voltado ao cliente por meio de seu programa de milhagem Krisflyer. É um Blockchain privado abrangendo apenas a companhia e seus parceiros selecionados.

A nova carteira - apelidada de "KrisPay - converte milhas de milhas em milhas Krisflyer digitalizadas que podem ser usadas para pagar compras no varejo por meio de um aplicativo para dispositivos móveis.

 

12 - Gestão de hipotecas

O Royal Bank of Scotland e a Financial Conduct Authority (FCA) fizeram parceria com a empresa de software R3, de Nova York, para utilizar sua plataforma Corda em setembro de 2017. A Corda automatiza a criação de recibos de hipotecas em nome dos bancos. enviados para a FCA.

 

13 - Seguro de carros autônomos

A Toyota Research Institute  e o MIT Media Lab trabalham no desenvolvimento de um seguro para carros autônomos. A ideia é criar e armazenar dados gerados pelos veículos em um local confiável, para serem usados nas  especificações de taxas de seguro, um campo regulatório complexo para carros sem motorista no momento.

O Blockchain podem permitir o agrupamento de dados dos proprietários de veículos, gerentes de frota e fabricantes para reduzir o tempo necessário para atingir esse objetivo.

 

14 - Identificação Eletrônica

A Estónia é bem vista como pioneira na adoção de tecnologias digitais na Europa, e o Blockchain não é exceção. O país desenvolveu sua própria rede Blockchain, chamada Ksi, projetada como uma solução de segurança centrada na privacidade para proteger redes, sistemas e dados. a Ksi é usada em diversos setores - desde dados de tribunais até identidade eletrônica.

 

15 - Gestão da cadeia de suprimentos

Um dos maiores varejistas do mundo, o Walmart, está realizando um teste com a IBM para rastrear e acompanhar cada etapa da cadeia de suprimentos dos produtos que vende usando o Blockchain.

A ideia surgiu de um projeto de 12 meses para entender como a tecnologia poderia ajudar o enorme negócio a tornar sua cadeia de fornecimento de alimentos mais eficiente e a levar produtos frescos aos consumidores mais rapidamente.

O vice-presidente de Segurança Alimentar, Frank Yiannis, disse à Computerworld UK que, se o esquema funcionar, deve beneficiar todos os interessados ​​e aumentar a confiança sobre a procedência dos alimentos.

“A questão de poder rastrear de onde vem a comida e como ela flui da fazenda para a mesa sempre foi algo no qual as empresas tiveram grande interesse”, explicou Yiannis. "As pessoas tentaram fazê-lo - mas a maneira como era feito até hoje era muito inconsistente,  sem nenhum padrão".

 

16 - Gestão do Comércio Exterior

A gigante de navegação dinamarquesa Maersk construiu a tecnologia Blockchain baseada no Hyperledger para gerenciar e rastrear suas dezenas de milhões de containers que atravessam os oceanos a cada ano.

Noventa por cento das mercadorias embarcadas em todo o mundo viajam em containers em algum momento. De acordo com a pesquisa da Maersk, os produtos refrigerados da África Oriental para a Europa podem passar por até 30 pessoas e organizações, com 200 interações de comunicação entre eles.

A Maersk contou com a ajuda da IBM para digitalizar o processo para uma prova de conceito na qual cada participante pôde visualizar exatamente onde as mercadorias estavam na cadeia de fornecimento, além dos documentos alfandegários, contas e outros dados. A transparência, disse a IBM , ajudou a reduzir a fraude e reduzir o desperdício e o custo.

 

17 - Gestão de private equity

A empresa de serviços financeiros Northern Trust anunciou no início deste ano que havia implantado seu primeiro Blockchain de private equity - levando transparência tanto para os clientes quanto para os reguladores.

Também construída no Hyperledger Fabric e criada em parceria com a IBM, a plataforma tem como objetivo lidar com os problemas existentes no mercado de private equity.

O private equity ainda é uma classe de ativos muito trabalhosa e manual, com muitos documentos indo e voltando sendo organizações e pessoas diferentes antes de finalmente obter a aprovação.

Peter Cherecwich, da Northern Trust, disse à Computerworld UK que o sistema está aumentando a velocidade das verificações de transação, juntamente com a transparência nessas transações.

 

18 - Segurança da Informação

O Blockchain pode simplificar o gerenciamento de dados criando um livro digital confiável no qual todas as partes concordam. Por exemplo, um blockchain de dados do governo poderia ajudar os órgãos do setor público a manter um registro verificado dos dados oficiais que poderiam ser acessados ​​pelos departamentos.

E isso pode tornar mais simples a alteração de dados nesses registros, permitindo que os usuários transfiram dados de um departamento do governo para outro, com verificação cruzada em relação ao Blockchain.

 

19 - Gerenciamento de identidade

Empresa de gerenciamento de identidades SecureKey anunciou que usará a plataforma "Blockchain as a service" da IBM - baseada no Hyperledger Fabric v1.0 - para tornar mais fácil para os clientes verificar suas identidades.

O produto esteve em fase de testes no Canadá, por bancos como BMO, CIBC, Desjardins, RBC, Scotiabank e TD.

Os clientes podem optar pelo novo esquema de verificação com um aplicativo de smartphone. Este aplicativo permite que os usuários escolham quais informações de identificação compartilhar e com quais organizações, com o objetivo de agilizar a verificação e a validação do usuário para o acesso a novos serviços.

Por exemplo, se um cliente comprovou sua identidade com uma agência de crédito, ele poderá compartilhar esses dados de verificação com um cliente de serviços públicos para criar rapidamente uma nova conta.

A IBM explica: "Como o banco e a agência de crédito já passaram por uma ampla verificação da identidade do consumidor, o utilitário pode optar por confiar que as informações são verificadas e que o consumidor pode ser aprovado para novos serviços".

 

20 - Pagamentos instantâneos

Os registros de patentes da MasterCard sugerem que a empresa americana de serviços financeiros está construindo um sistema semelhante ao Blockchain para pagamentos em tempo real.

Em suma, a patente descreve a intenção da Mastercard de implantar tecnologia de contabilidade distribuída para desenvolver um 'método e sistema para pagamento instantâneo usando garantias registradas'.

A MasterCard manifestou interesse no Blockchain antes, e agora está indicando que essa tecnologia poderia fornecer um registro irrefutável de transações, redes de pagamento e produzir um código de resposta para verificar o pagamento.

Segundo o pedido de patente,  a MasterCard acredita que  um método para processar uma transação eletrônica garantida inclui armazenar o perfil da conta, incluir um número de conta e saldo, receber uma mensagem de transação de uma instituição financeira adquirente através de uma rede de pagamento, incluindo um número de conta específico, valor de transação e dados de garantia de pagamento.

 

 

 Referencias: 

https://docmanagement.com.br/07/02/2019/nestle-abre-plataforma-piloto-de-blockchain-para-consumidor-rastrear-a-cadeia-de-suprimentos/

https://pt.0xzx.com/2019112658486.html

 

Publicado em Educação
Quinta, 31 Janeiro 2019 15:13

O que é Blockchain ?



BLOCKCHAIN


Antes de entendermos o que é BITCOIN ou criptomoedas precisamos entender sobre a tecnologia que esta por trás de tudo isso, o BLOCKCHAIN.

Apesar de a tecnologia BLOCKCHAIN ter se tornada famosa apenas há alguns anos, a sua origem começa nos anos 70
Um artigo científico publicado em 1976 (https://ee.stanford.edu/~hellman/publications/24.pdf)  apresentou pela primeira vez a idéia de registro distribuído e que, basicamente, é a idéia norteadora do BLOCKCHAIN.

No entanto, foram necessárias mais algumas décadas, o poder de processamento dos computadores atuais e uma moeda virtual chamada BITCOIN para que o BLOCKCHAIN tornasse a tecnologia importante que é hoje.



BLOCKCHAIN é um registro digital que é INCORRUPTÍVEL e que pode ser programado para registrar qualquer coisa desde uma foto até as mais conhecidas transações financeiras criptografadas.



Imagine Trilhões de folhas de cálculos processados por segundo e duplicada milhares de vezes através da rede para computadores que estão espalhados por todo o mundo.

A base de dados BLOCKCHAIN não se encontra guardada em nenhuma localização específica, são distribuídos entre todos os computadores que estão ligados a Blockchain o que significa que os registros que mantém são verdadeiramente públicos e fáceis de verificar para isso basta ter acesso a internet. Não pode ser alterada por qualquer hacker que tente atacar o sistema pois ele teria que entrar em 100% exatamente todos os computadores para alterar os dados ao mesmo tempo e isso é impossível.


Para além da descentralização dos dados há a criptografia e o anonimato de quem está ligado a rede, tanto para enviar quanto para receber DADOS, e toda a verificação é feita instantaneamente por toda a rede.  

Ilustrando: Quando A envia uma transação para B , esta transação é disparada para outros pessoas ligadas a rede BLOCKCHAIN (X, Y, Z,W...), estes enviam para outros e assim, sucessivamente, até que um “minerador” valide a sua transação e a arquive num bloco, este é transmitido de volta a toda rede de forma sucessiva até confirmando que B recebeu a transação. Tudo isso acontece em frações de segundos.

 


Este é o conceito de BLOCKCHAIN.

Publicado em Educação
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