Sábado, 16 Março 2019 18:51

Cripto Destaque - XLM (Stellar Lumens)

 

 

 

O Stellar é uma infraestrutura de pagamentos distribuídos de código aberto. É uma tecnologia inovadora que conecta pessoas, sistemas de pagamento e bancos

com foco no mundo em desenvolvimento. Ele permite que você facilite transações de várias moedas e ativos de forma rápida, confiável e por uma fração de

centavo usando um recurso de criptografia chamado Lumens (XLM) como uma ponte. A operação básica da Stellar é semelhante à das tecnologias de pagamento

mais descentralizadas. Ele executa uma rede de servidores descentralizados com um ledger distribuído que é atualizado a cada 2 a 5 segundos entre todos os

nós. O fator de distinção mais proeminente entre Stellar e bitcoin é seu protocolo de consenso. O protocolo de consenso da Stellar não depende de toda a rede de

mineradores para aprovar transações. Em vez disso, ele usa o algoritmo Federated Byzantine Agreement (FBA), que permite o processamento mais rápido de

transações. Isso ocorre porque ele usa fatias de quorum (ou uma parte da rede) para aprovar e validar uma transação. Cada nó da rede Stellar escolhe outro

conjunto de nós “confiáveis”. Depois que uma transação é aprovada por todos os nós dentro desse conjunto, ela é considerada aprovada. O processo abreviado

tornou a rede da Stellar extremamente rápida e diz-se que processa até 1.000 operações de rede por segundo.

 

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A autoridade bancária internacional Comitê de Basel para Supervisão Bancária (Basel Committee on Banking Supervision - BCBS) emitiu uma declaração de aviso sobre ativos cripto em 13 de março.

 

O BCBS é um comitê de autoridades em supervisão bancária sediado e apoiado pela organização suíça Bank for International Settlements (BIS) —  formada por mais de 60 bancos centrais ao redor do mundo.

 

Na declaração, o comitê alertou que o robusco crescimento da indústria cripto pode potencialmente "aumentar as preocupações com a estabilidade financeira e aumentar os riscos enfrentados pelos bancos”. O comitê ressaltou que os riscos estão presentes apesar do mercado cripto ter atualmente pequena escala em relação ao escopo do sistema financeiro global.

 

O BCBS também disse que criptoativos são "inseguros para serem confiados" como meio de câmbio ou armazenamento de valor, duas das principais funções do dinheiro, dando a entender que "criptomoedas" são um equívoco. A autoridade também declarou que os criptoativos não representam moeda legal e "não são apoiados por nennhum governo ou autoridade pública". 

 

Apontando para o grande número de riscos associados com a interação entre bancos e negócios relacionados à cripto, incluindo lavagem de dinheiro, financiamento terroristafraude e hacking, o BCBS forneceu uma lista de requisitos mínimos para que um banco possa operar serviços relacionados às criptomoedas.

 

De acordo com o comitê, qualquer banco que decide trabalhar com ativos relacionados a cripto deve primeiro se assegurar de que possui expertise técnica relevante para avaliar adequadamente os riscos associados à área. O banco também deve garantir uma estrutura de gestão de riscos clara e efetiva, fornecendo dados relevantes regularmente para o pergil de risco de criptoativos do banco.

 

Além disso, o banco também deve declarar publicamente qualquer serviço relacionado a criptos junto com suas divulgações financeiras habituais, bem como estar em conformidade com as regulamentações locais.

 

Em janeiro, o BIS publicou pesquisa dizendo que a partida do sistema de prova de trabalho (proof-of-work) Bitcoin (BTC) não irá resolver os grandes problemas enfrentados pela maior criptomoeda.

 

Anteriormente, o BIS reportou quwe 70% dos bancos centrais do mundo estão explorando os benefícios da emissão de uma moeda digital de banco dentral (central bank digital currency - CBDC), enquanto planos e motivações claras para implementação variam dependendo do contexto.

 

 

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Um banco de investimento brasileiro está planejando levantar milhões de dólares com a oferta de um sinal de segurança.

 

Em comunicado divulgado nesta quinta-feira, o Banco BTG Pactual informou que vai apoiar seu blockchain baseado em ativos imobiliários brasileiros com a expectativa de levantar até US $ 15 milhões. Também estabelecerá um mercado secundário após a venda, a fim de fornecer liquidez aos tokens.

 

A oferta permitirá que investidores invistam no mercado imobiliário brasileiro e, com base no desempenho dos ativos vinculados, recebam lucros periódicos. Os investidores internacionais poderão comprar o token, chamado ReitBZ (RBZ), por meio de uma “estrutura de baixo custo e eficiência fiscal”, disse o banco.

 

O CEO do BTG Pactual, Roberto Sallouti, disse:

 

“A tecnologia associada a essa oferta nos permite ser pioneiros no fornecimento de acesso a classes de ativos que, historicamente, têm sido difíceis de acessar por investidores varejistas globais. Estamos constantemente explorando formas inovadoras de promover, democratizar e incentivar o desenvolvimento dos mercados financeiros e de capital. ”

 

Para a venda, o BTG Pactual faz parceria com a Gemini Trust Company, LLC (Gemini), fundada pela Winklevoss, para utilizar seu stablecoin, o dólar da Gemini, para receber capital de investimento e distribuir dividendos sobre o blockchain do ethereum.

 

“A tokenização de ativos reais é um grande passo à frente na evolução da economia criptográfica. Trabalhar com o BTG Pactual para alavancar o dólar da Gemini como establecoína da ReitBZ ajuda a impulsionar a indústria na direção certa ”, disse o CEO da Gemini, Tyler Winklevoss.

 

O portfólio do token incluirá propriedades da cidade nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. O banco pretende incluir propriedades que foram “impactadas” pela recessão econômica no Brasil e que agora oferecem “vantagens econômicas potencialmente significativas”, de acordo com o anúncio.

 

O banco disse que vai cumprir os requisitos aplicáveis ​​de combate à lavagem de dinheiro (AML) e conhecer o seu cliente (KYC). Residentes do Brasil, dos EUA e possivelmente de outros países não poderão investir através da oferta.

 

A notícia vem poucos dias depois de o JPMorgan estar lançando sua própria moeda digital chamada JPM Coin. O token foi desenvolvido internamente e está passando para testes do mundo real nos próximos meses.

 

Para o teste, o JPM Coin será usado para liquidar uma pequena parte de suas transações diárias de US $ 6 trilhões entre clientes de seus negócios de pagamentos por atacado em tempo real.

 

Inicialmente, o JPM Coin será executado em cima do  Quorum , a versão privada do ethereum que o banco desenvolveu em conjunto com o EthLab, mas que depois poderia ser estendido a outras redes de blockchain, disse o banco na época.

 

Fonte: Coindesk

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Uma das líderes no setor de exchange cripto, a Binance adiciona suporte a compras de algumas criptos com cartão de crédito por meio de sua parceria com o processador de pagamentos Simplex, de acordo com um comunicado compartilhado com a Cointelegraph em 31 de janeiro.

 

Changpeng Zhao, CEO da Binance, disse que a empresa “quer oferecer aos traders da Binance um acesso rápido e fácil à cripto, da maneira mais segura possível”. Zhao acrescentou que os clientes da exchange podem comprar ativos digitais com cartões de crédito e "começar a negociar em minutos".

 

Zhao continuou explicando que "a indústria de cripto ainda está em seus estágios iniciais e a maior parte do dinheiro do mundo ainda está em fiduciário", o que, segundo ele, é a razão pela qual gateways fiduciárias são importantes para o crescimento do ecossistema.

 

Nimrod Lehavi, cofundador e CEO da Simplex, disse que, para os usuários convencionais, pagamentos fáceis e rápidos em cartão de crédito são “um fator chave na adoção mais ampla da cripto em geral”.

 

De acordo com o comunicado de imprensa, os usuários da Binance poderão usar cartões das bandeiras Visa e MasterCard para comprar Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Litecoin (LTC) e Ripple (XRP).

 

A Binance é atualmente a maior exchange de criptomoedas do mundo por volumes de transações diárias ajustadas, de acordo com a CoinMarketCap. Nas últimas 24 horas até o momento dessa publicação, o mercado teve cerca de US$ 588 milhões em negociações.

 

No ano passado, a própria Cointelegraph também fez uma parceria com a Simplex para permitir compras com cartão de crédito de BTC, ETH e Bitcoin Cash (BCH).

 

Na semana passada, a Binance lançou suas próprias mesas de negociação no mercado de balcão (OTC) para transações maiores. A nova oferta, chamada de Binance OTC, oferece serviços voltados para usuários que realizam negócios no valor de pelo menos 20 BTC (cerca de US$ 68.800 no momento da publicação).

 

Após o hack da exchange neo-zelandesa Cryptopia na semana passada, Zhao anunciou que a Binance havia congelado alguns dos tokens enviados a sua carteira pelo suposto hacker. Uma análise da empresa de infraestrutura blockchain Elementus afirma que até 16 milhões de dólares em tokens ETH e ERC20 foram roubados no recente hack, além de fundos adicionais supostamente desviados ainda mais recentemente.

 

Fonte: Cointelegraph

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Como sempre, o mundo das criptomoedas continua nos entregando histórias cada vez mais inusitadas.

A da vez é de um homem que foi preso após fazer um gato na rede elétrica para minerar criptomoedas.

 

Um homem de Taiwan foi preso após alegações de que ele tinha minerado milhões de dólares em criptomoedas, tudo isso usando energia elétrica roubada da rede pública. O homem de sobrenome Yang está sendo acusado de roubar cerca de 3.25 milhões de dólares em energia usando várias empresas. A energia foi utilizada na mineração de Bitcoin e Ether e ele já tinha minerado um pouco mais do que tinha roubado em energia. A notícia veio do EBC Dongsen News.

 

Yang utilizava a mesma tática para realizar o roubo de energia. Ele alugava uma loja de brinquedos ou uma lan house e depois contratava eletricistas para refazer a parte elétrica de uma forma que a energia roubada não fosse contabilizada na conta do final do mês. Segundo informações, ele fez isso em 17 lojas em Taiwan.

 

A companhia elétrica de Taiwan descobriu as operações ilegais de Yang quando notaram instabilidade no fornecimento de energia e iniciaram uma investigação. Yang surgiu como principal suspeito e logo foi preso pela polícia.

 

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Wang Zicheng, chefe de polícia da quarta brigada de Taiwan disse no artigo:

 

“O grupo recrutou eletricistas que conseguiram quebrar os medidores selados para conseguir acrescentar linhas privilegiadas no uso da rede elétrica de forma gratuita. Eles usavam a energia antes de chegar no medidor”.

 

Diferentes casos de roubo de energia com mineração de criptos surgiram recentemente. Curiosamente, a grande maioria aconteceu na China. Recentemente dois diretores acabaram com problemas na justiça depois de serem pegos roubando energia da escola para minerar Ether.

 

Em junho desse ano, a polícia da província de Anhui prendeu um homem que estava roubando um significante montante de eletricidade, também para minerar Bitcoin e Ether. Em Bari, também na China, seis indivíduos foram presos ao serem pegos usando 600 mineradoras ligadas à rede principal pública.

 

Fonte: GuiadoBitcoin

 

 

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