Se você der uma olhada no CoinMarketCap, é fácil ficar impressionado; o site alega que existem mais de 5.000 ativos de criptografia, dos mais relevantes como Bitcoin e Ethereum aos mais obscuros como Embercoin e PepeCash.

 

Cada moeda pretende ter seu próprio caso de uso viável, o que significa que, teoricamente, tem o potencial de superar BTC, ETH e outros principais ativos digitais. Assim, uma cultura de diversificação de portfólio surgiu no espaço de investimento em criptomoedas, com alguns analistas recomendando aos investidores colocar seu Bitcoin em uma faixa de moedas em vez de focar em uma ou duas moedas.

Isso foi especialmente relevante em 2017 e no início de 2018, quando altcoins, ativos de criptografia que não são da BTC, explodiram absolutamente mais alto, ganhando milhares de por cento à medida que especulações desenfreadas enfeitavam esse mercado.

Mas, de acordo com um post recente do Reddit, a diversificação no espaço de criptografia deu terrivelmente errado.

Experiência do Reddit Crypto fica terrivelmente errada

No subreddit r / cryptocurrency, na terça-feira, um usuário do “Joe-M-4” lançou um post intitulado “ Comprei US $ 1.000 em um dos dez principais criptos em 1º de janeiro de 2019 (atualização de final de ano)”.

Nela, eles revelaram que, no início de 2019, colocaram US $ 100 em cada um dos 10 principais ativos de criptografia por capitalização de mercado - do Bitcoin ao Ethereum, ao XRP e seguintes - sem reequilibrar o fundo. Como Joe escreveu, é um "fundo de índice de cripto preguiçoso".

Embora muitos investidores em criptomoeda possam pensar que isso teria superado um investimento puro em Bitcoin, isso não aconteceu. Longe de.

O investidor observou que, segundo seus dados, o fundo encerrou o ano em alta de 1,7%, passando de US $ 1.000 para US $ 1.017 em um período de 12 meses. Mesmo no auge, as criptomoedas registraram 114% na melhor das hipóteses, o que está muito longe do desempenho máximo de 330% do Bitcoin.

Certamente, retornos de 1,7% não são horríveis, mas em um ano em que o Bitcoin ganhou 95% por si só e as classes de ativos tradicionais ganharam dezenas de por cento e viram ganhos quase recordes, um ganho anual de 1,7% é bastante inferior.

 

Altcoins pode se sair pior em 2020

As Altcoins tiveram um ótimo começo para 2020. Um começo muito, muito bom. Por relatórios anteriores do NewsBTC, em um ponto na terça-feira, o Bitcoin Satoshi Vision registrou um ganho de 145% em um único dia, aumentando ainda mais com as notícias de que Craig S. Wright, um defensor do BSV e um requerente do Satoshi, pode ter acesso a um grande esconderijo de BTC.

Outras altcoins também registraram ganhos de cair o queixo, embora não tão fortes quanto a duplicação e algumas mudanças em uma única sessão de negociação. A Dash, por exemplo, teve um máximo de 80% de ganhos na terça-feira, e a Ethereum, XRP, Litecoin, Tron e muitos outros ativos de criptografia de topo tiveram ganhos de 15%.

Mas, embora esse aumento no início do ano possa ser reconfortante, os analistas alertaram que as altcoins podem continuar a diminuir gradualmente para o próximo ano.

O destacado comentarista e analista de criptomoedas Ceteris Paribus  observou recentemente que o lançamento das opções de Bitcoin da CME pode ser de baixa para altcoins : “Se não for óbvio, quanto mais vemos produtos como esse, mais oferta é baixa para a maioria dos alts ," eles escreveram:

 

Ver imagem no Twitter

 

Ceteris Paribus@ceterispar1bus
 
 If it isn't obvious, the more we see products like this get offered the more bearish it is for the majority of alts. https://twitter.com/CMEGroup/status/1215011839723155459 

 

Eles elaboraram esse ponto observando que "99% dos alts são basicamente quase derivados do Bitcoin", o que significa que a introdução de derivativos reais e regulamentados para os comerciantes pode levar a uma erosão nos números de volume das altcoins, provavelmente levando o preço mais baixo com tempo devido à baixa liquidez e à falta de pressão de compra.

 

Fonte: https://www.newsbtc.com/2020/01/15/investor-1000-top-10-crypto-assets-last-year-now-worth-this-much/

 

Publicado em Altcoins

 

Não interessa se você não vive e nem nunca tem pretensão de visitar os Estados Unidos: a cotação do dólar é um daqueles curiosos fenômenos que interfere na vida de praticamente todas as pessoas do planeta. A esmagadora maioria do comércio exterior é realizado em dólar e, por isso, a cotação da moeda americana acaba tendo implicações em virtualmente todos os mercados.

Para o investidor de criptomoedas a cotação do dólar é uma questão primordial. Por serem ativos que não conhecem fronteiras, criptomoedas podem ser negociadas globalmente com baixos custos de transação e, por isso, acabam se tornando ativos dolarizados. O grande problema é que o investidor brasileiro não liga para a cotação de seus investimentos em dólar: mais cedo ou mais tarde, seu plano é retornar para o real, por mais exótica e instável que essa moeda seja.

Por mais que haja avanços na adoção de criptomoedas, moedas fiduciárias ainda são necessárias para negociações do dia a dia. Por isso o investidor de criptomoedas tem de estar sempre atento a duas taxas de câmbio: BTC/USD e USD/BRL. De nada adianta uma subir se a outra cai. Seu balanço geral será negativo.

Historicamente no Brasil lidamos com uma taxa de câmbio alta. No ano passado mesmo o dólar foi um dos melhores investimentos do país, com valorização de cerca de 17% ao longo do ano. A alta do dólar no ano passado é explicada principalmente sobre a incerteza eleitoral: “ano de eleição é ano de comprar dólar”, diz um clichê conhecido no mercado financeiro. Eu odeio clichês, mas a verdade é que eles existem por um motivo: eles funcionam.

Porém se o último ano foi um excelente período para o dólar, o prospecto para 2019 é bem diferente. Com a economia dos EUA superaquecida e com o fechamento da curva de juros americana, o dólar sofre um aumento de pressão inflacionária, delineando cada vez mais um cenário de queda. Ray Dalio, fundador da Bridgewater, fundo que lucrou absurdamente com a crise de 2008 e hoje administra mais de 150 bilhões de dólares, chega a falar em uma queda de até 30% do valor do dólar.

Se lá fora a tendência é de queda do dólar, por aqui parece se delinear uma tendência de valorização do real. Passado o susto do período eleitoral, o alto nível de capacidade ociosa em que o país se encontra deve contribuir para a retomada da economia local. É claro, isso só ocorreria se fizermos o dever de casa corretamente: precisamos da aprovação da reforma da previdência, diminuição do endividamento público e vendas de estatais. Felizmente o governo eleito tem acenado para essas pautas, motivo pelo qual o real e o Brasil sejam atualmente as principais escolhas de investimento dentre os emergentes. Isso, é claro, não é garantia de que esse cenário se concretize.

Precisamos estar sempre atentos à possibilidade de um novo Joesley Day, sempre pode haver uma declaração de “tem de manter isso aí” e fazer com que o dólar exploda, subindo mais de seis desvios padrão e implodindo teorias de gestão de risco que interpretam a ausência de volatilidade como ausência de risco. De maneira geral o dólar é um ativo de baixa volatilidade, o que não significa ausência de risco.

Para avaliarmos risco corretamente precisamos olhar não somente a volatilidade histórica de um ativo, mas sim de todo um portfólio de investimentos, analisando também os fundamentos detrás da escolha de cada ativo. A existência de Joesley Day’s no passado não é justificativa para não comprar dólar: você precisa ter sempre um pouco de tudo, pois nunca sabe qual vai ser o próximo ativo a estourar.

É fundamental porém, que nesse cenário de desvalorização do dólar e valorização do real, você proteja seu portfólio da queda do câmbio. Principalmente se grande parte dos seus investimentos se encontra aplicada em criptomoedas, o que já é uma exposição significativa à moeda americana.

Em geral, no mercado financeiro há sempre duas formas de se posicionar: uma maneira passiva e uma maneira ativa. No cenário de queda do câmbio não é diferente.

Como forma passiva de proteção, o investidor pode simplesmente manter parte de seu saldo em reais e esperar pela desvalorização do câmbio. Não sei quanto a você, mas particularmente não gosto de opções passivas. Eu não quero um retorno médio, eu não quero o beta: eu quero o alfa, eu quero bater o mercado.

Como forma ativa de proteger seu portfólio contra a queda do câmbio, o investidor pode fazer o short (venda a descoberto) do dólar. Como essa operação pode ser de execução complexa e arriscada para o investidor menos qualificado, há alguns fundos de short em dólar que realizam automaticamente a operação para o cliente, supervisionados por gestão profissional. Dessa forma, se o dólar cair, você ganha.

O investidor também pode investir em uma plataforma de arbitragem automatizada para proteger seu patrimônio. Na arbitragem, a operação só acontece quando há a certeza de lucro. Nós do Atlas Quantum por exemplo realizamos operações com um índice de dólar, obtendo 62,3% de rendimento no ano passado, cifra bem maior do que qualquer possibilidade de desvalorização do dólar no curto prazo.

Dentre as opções acima, não há forma certa e errada de proteger seu portfólio, tratam-se apenas de escolhas diferentes para investidores com diferentes perfis de risco. O fundamental é que você investidor de criptomoedas tenha alguma forma de proteção contra a queda do dólar, mesmo porque este pode ser o momento que você estava esperando para dar uma virada de mão e aumentar sua exposição a criptomoedas, que estarão ainda mais baratas. E não é todo dia que se vê Bitcoin a preço de banana.

Por: Rodrigo Lima 

Publicado em Bitcoin

 

O funcionário da TI da empresa entra na sala de um funcionário do departamento financeiro.

— Bom dia. Sou eu que vou cuidar do sistema que seu departamento desenvolveu por conta própria.

—  Ah, excelente!

— Tenho umas perguntas iniciais. Qual é a linguagem? Onde fica o código? Como e com que frequência são feitos backups de segurança?

— Aí você vai ter que falar com o Marcelo, estagiário do departamento.

 

— Foi um estagiário que desenvolveu o sistema?!

— Claro que não!

—  Ah, tá!…

— Foi um primo dele, que está fazendo um curso de informática…

Embora uma caricatura, essa cena não estava tão distante da realidade dos anos 90.

Com a revolução da microinformática, houve uma proliferação bastante descontrolada dos sistemas pelos departamentos das empresas em iniciativas tão inovadoras quanto amadoras.

A arquitetura tecnológica disponível na época induziu uma nova forma de organização alinhada à sua própria natureza, mais fragmentada e pouco integrada.

Com os sistemas desenvolvidos nessa época, a eficiência interna de cada departamento aumentou.

Um olhar mais global e corporativo, porém, perceberia que automatizaram o caminho da vaca, pois os processos interdepartamentais se mantiveram tão pouco articulados quanto antes.

Vivíamos num mar de redigitação do Access de um departamento para o Excel do outro em processos com enorme quantidade de erros e ineficiências.

Uma pequena evolução foi a exportação de arquivos de um sistema para posterior carga em outro, formando o “protocolo” mais comum da época, o TPL/TPC: Txt Para Lá/Txt Para Cá.

 

Dos feudos para as monarquias e federações

 

Os anos 90 trouxeram transformações tecnológicas significativas. As redes se tornaram mais maduras, microcomputadores transmutaram-se em servidores cada vez mais parrudos e, mais importante de tudo, surgiu a Internet. Sempre ela!…

Numa era em que a competição se acelerou e em que as empresas foram obrigadas a oferecer produtos e serviços na Internet, a integração departamental torna-se essencial.

Quando um cliente compra um produto ou serviço online tudo precisa se articular em torno desse evento essencial, seja a verificação do estoque, o processamento do pagamento, cálculos de prazo de entrega, informações sobre pós-venda ou a oferta de outros produtos que possam interessá-lo.

Tanto faz se cada uma dessas funções é responsabilidade de uma área diferente.

Se você é uma fábrica, seu processo fabril também tem que estar azeitado — desde a previsão de vendas, passando pelo planejamento de produção, à compra dos materiais e toda parte de logística.

A necessidade de integração radical de processos de toda a empresa levou a uma onda de implementações dos polêmicos pacotes ‘Enterprise Resource Planning’ (EPR), amados pelas consultorias e pelas direções das empresas e odiados pela maioria dos funcionários.

Não é à toa. Além dos temidos processos de implantação e das demissões geradas na esteira do aumento de eficiência, muitas implementações engessaram excessivamente a operação e produziram sistemas com usabilidade péssima, principalmente para o usuário interno.

Aqueles, porém, que acertaram a mão, pularam na frente com redução de desperdícios e, principalmente, com informações consistentes para tomada de decisão.

Uma vantagem competitiva que, talvez, só esteja sendo plenamente entendida agora que todo o mercado passou a valorizar a ciência de dados, que tanto se beneficia da qualidade da informação.

Nesse cenário de integração interdepartamental, líderes locais precisam se articular em uma visão mais global do negócio, renunciar um pouco aos seus poderes feudais e colaborar em nome da sobrevivência coletiva.

Só que isso acaba sempre ocorrendo mais na dor do que no amor. São necessários arranjos institucionais muitas vezes complexos que viabilizem tais colaborações, já que os líderes departamentais, podem não ter estímulo suficiente para se engajar em um trabalho penoso de colaboração com seus pares.

Mas, uma hora ia ter que acontecer. Por que, se a concorrência faz, você também tem que fazer.

Cada empresa deu seu jeito. Em algumas, o board puxou o poder para si e tomou as decisões necessárias. Seja obrigar a colaboração, seja cortar cabeças, seja dar o exemplo.

Diversos motivos, sejam culturais, sejam de contexto concorrencial ou outros levaram a arranjos diferentes. Alguns mais democráticos, outros mais brutais (ver Governança de TI, de Peter Weill e Jeanne Ross).

Não dá para escapar do clichê: os desafios culturais e institucionais acabam sendo mais difíceis do que os tecnológicos.

Qual seria o próximo passo agora?

 

Dos processos corporativos para as cadeias produtivas globais

 

As blockchains nos permite evoluir para o próximo nível de integração: as interempresariais, ao longo das cadeias produtivas, logísticas etc.

Em termos de negócio, há uma clara tendência à integração das cadeias, inclusive em nível internacional. Porém, em termos de suporte sistêmico e da governança desse processo, é como se estivéssemos lá pela década de 90, numa miríade de atividades manuais, tecnologias ineficientes e interlocutores isolados.

Nos melhores casos, para viabilizar negócios, tem-se um terceiro confiável, que é responsável por validar e armazenar as transações que ocorrem entre as empresas.

Esse papel é muito comum no sistema financeiro, onde há as câmeras de compensação, bolsas etc. Papel similar é muito exercido por governos ou por estruturas criadas e fiscalizadas por estes, como os cartórios.

Nós já sabemos que as pessoas não gostam destes intermediários. Eles criam fricção econômica, que se apresenta em forma de preços altos e burocracia e acumulam poder, ambas consequências consideradas indesejáveis por muita gente, não apenas os cypher punks ou anarco capitalistas, a quem se poderia atribuir excesso de radicalismo ou de mau humor.

A coisa fica complicada mesmo quando tais cadeias e conexões atravessam fronteiras. Afinal, nem sempre será fácil definir um governo ou uma empresa para executar o papel do intermediário. Até porque, em caso de problemas e desacordos, se o banco de dados de uma empresa não bater com o da outra, podemos cair na seara do direito internacional!

Por isso, muitas vezes, a decisão é não integrar…

Lições Aprendidas

Alguns dos desafios desta nova onda de integração não são novidade.

Primeiro, a governança. Se empresas tiveram dificuldade em viabilizar implementações de sistemas corporativos integrados, imagina só que tipo de arranjos organizacionais deverão ser criados para lidar com esse novo nível de desafio!

Também é preciso ficar de olho no engessamento dos processos da cadeia de produção. Um erro que pode muito bem se repetir e reduzir o nível de inovação ocorrida entre empresas.

É muito provável que, dentre as várias implementações possíveis em blockchains, essas sejam as que produzirão frutos mais rapidamente. São caminhos relativamente seguros para vantagens competitivas, embora não tão radicais como o que pode surgir mais à frente.

Inovações fundacionais são sempre assim: comem pelas beiradas e, quando você vê, dominaram o mundo…

Publicado em Blockchain

 

O Google divulgou na quarta-feira (12) a lista das palavras mais buscadas na plataforma em 2018. Ao contrário de 2017, o Bitcoin desabou (junto com o preço) nas diversas categorias. Uma, porém, sobreviveu: a expressão “O que é Bitcoin?” foi a mais buscada nos Estados Unidos e no Reino Unido, dentro dessa categoria.

 

bitcoin, desde a sua criação há dez anos, sempre foi muito conhecido entre os entusiastas de criptomoedas, mas ganhou um reconhecimento muito mais amplo depois que teve uma valorização de 1.400% em 2017 e queda de 80% neste ano.

 

E foi justamente esta ascensão e queda do maior criptoativo em valor de mercado que deixou investidores e reguladores se perguntando: o que aconteceu? — diante de um frenesi que ainda perdura neste final de ano.

 

Diante do fenômeno que causou tristeza, mas também euforia, muitos também estão fazendo uma pergunta ainda mais fundamental: o que é o Bitcoin?

 

O resultado de tanta curiosidade pelos usuários fez com que esta pergunta ficasse em primeiro lugar no tópico ‘o que é?’ nesses dois países.

 

 

Pesquisa sobre bitcoin nos EUA – (Fonte: Google Trends)

 

No entanto, o bitcoin não é a única criptomoeda que os usuários do Google estão interessados. ‘Como comprar Ripple?’ foi a quarta pergunta mais abordada na plataforma no tópico de busca ‘como?’ — vale lembrar que a Ripple é a empresa detentora do XRP, este sim é uma criptomoeda.

 

Pesquisa sobre a Ripple nos EUA – (Fonte: Google Trends)

 

2017 foi o ano do Bitcoin no Google

 

No final de 2017, o Google lançou a lista de tópicos mais procurados do ano e o bitcoin ficou em segundo na lista de notícias globais, atrás apenas do furacão Irma, que atingiu os EUA naquele ano.

 

O valor de mercado das criptomoedas havia saído de US$ 18 bilhões para mais de US$ 600 bilhões, um fenômeno que provocou ainda mais a procura desenfreada por notícias sobre o bitcoin.

 

Pesquisas por bitcoin no Brasil 

 

As pesquisas por bitcoin no Google chegaram ao menor patamar de 2018 no Brasil.

 

De acordo com o Google Trends, as pesquisas pela palavra ”Bitcoin” caíram 90% desde o final de dezembro.

 

Este número é de julho deste ano e até o momento tópicos com a criptomoeda não se encontra em destaque na plataforma.

 

Bitcoin na Wikipedia

 

Na enciclopédia digital Wikipedia no ano passado o ‘Bitcoin’ foi o nono artigo mais lido, de acordo com seu relatório anual Top 50 Report publicado no início do ano.

 

O artigo do Bitcoin recebeu mais de 15 milhões de visualizações, cerca de 740 mil a menos que o oitavo mais visitado “Estados Unidos”.

Publicado em Bitcoin

 

A agência internacional de classificação de risco Weiss Ratings recomendou o atual momento vivido pelo bitcoin como o melhor momento para comprar a criptomoeda.

 

Em um tweet, a Weiss disse que o Bitcoin está chegando a níveis de preço muito baixos e que, agora, está se tornando uma das melhores oportunidades de compra do ano, representando o “investimento menos especulativo” no mercado de criptomoedas e afirmou:

 

“Como reserva de valor, o Bitcoin veio para ficar.”

 

Histórico da empresa com as criptomoedas

 

A agência de risco, que foi fundada em 1971, classifica cerca de 55.000 instituições e investimentos, incluindo bancos, cooperativas de crédito, companhias de seguros, ações, ETFs e fundos de investimento.

 

No início deste ano, Weiss foi a primeira do ramo a classificar criptomoedas. Em janeiro, quando a agência deu suas primeiras classificações, o Bitcoin recebeu apenas um C+, ficando atrás de 5 criptomoedas (EOS, ETH, ADA, NEO e STEEM), que receberam B+ e B-. Nenhuma recebeu A.

 

Inclusive, na época, muitas pessoas criticaram os métodos de avaliação da empresa, fazendo com que ela escrevesse um texto explicando os motivos para a nota.

 

No meio do ano, a empresa também listou criptomoeda para serem evitadas. A lista continham doze nomes: Auraracoin (D-), Comet (E-), Electroneum (E+), Expanse (E), Gulden (D-), Matchpool (E), Magacoin (E-), Novacoin (E), PotCoin (D-), Quark (E-), Rise (D-),SaluS (E-).

É importante lembrar, porém, que a Weiss não analisa todas as criptomoedas, logo, essa lista representa as mais fracas dentro das que eles avaliam.

 

 

Publicado em Bitcoin